Formação

Alegria, alegria!

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    “Alegria, alegria! O Rei está aqui! Alegria, alegria! Emcada coração!” Quem não se lembra, com saudade, desta música do Timbó? Quem,dentre os que se lembram, consegue ainda acompanhá-la com os pulinhos de praxe,batendo palmas sobre a cabeça?

Certamente, nem todos. Os anos passam. Mas nossa questãoaqui não são os pulinhos. É a alegria. Alegria e entusiasmo, entusiasmo e saídade si. Alegria e evangelização.

Existe algo que dê mais confiabilidade no que a pessoa estáexpressando do que a alegria e o entusiasmo? Algo que atraia mais do que aalegre doação da vida?

Na arrancada de evangelização que temos vivido e queestaremos vivendo mais intensamente durante o ano, a alegria e o entusiasmo sãoessenciais.

Claro! Também é essencial o testemunho de vida. Não adianta– até é capaz de estragar tudo – dizer uma coisa e viver outra; anunciar JesusCristo Vivo e viver eu mesmo morto.

A quantas anda minha “alegria de filho de Deus”, isto é, aalegria de saber que, de fato, sou amado por Deus de modo incondicional egratuito e que, por mais que eu “apronte”, o seu amor por mim não mudará, nãodiminuirá nem um milionésimo de milímetro?

    A quantas anda minha “alegria da salvação”, a qual peço aDeus que me restitua no Sl 50/51? A alegria de saber que posso contar com amisericórdia de Deus e que, cada vez que me arrependo dos meus pecados e meconfesso, as graças da salvação agem com força total e, como diz o Salmo, alémde me encher de alegria me preparam para anunciar a Verdade?

Como é que está o meu “alegrai-vos sempre no Senhor”? Naalegria, na tristeza, na saúde, na doença, nas perseguições, nasincompreensões, nas críticas, nos julgamentos, na dificuldade financeira, nosdesafios dos relacionamentos, alegro-me, sempre, no Senhor, com total certeza eabsoluta confiança de que Ele está tomando conta, de que Ele está no comando?Nunca é demais, por via das dúvidas, ouvir o eco de São Paulo: “Repito,alegrai-vos!”

    Como está o nosso “anunciar o Evangelho, para mim, é uma honra”?Esta é, como para São Paulo, uma das nossas alegrias? Um sentido para a nossavida? Poderíamos dizer, como ele, “ai de mim se eu não anunciar o Evangelho?”.

Alegria! Alegria! O mundo anda meio sisudo, meio preocupado.Isso acontece porque ainda confia muito em si mesmo, ainda espera tudo de si,dos seus esforços, de suas lutas, de seu trabalho, de suas manobras, de suasopiniões.

    Nossa alegria vem do fato de que Jesus está vivo, de queressuscitou. É a continuação da mesma alegria ensandecida do Cenáculo quandoJesus se pôs entre os seus.

Nossa alegria vem do fato de que sabemos, por experiência,que o Pai cuida de nós, que faz chover sobre os justos e injustos, que nos dá opão de cada dia, que perdoa nossas ofensas.

Nossa alegria vem do fato de sabermos que muito mais que ospardais, muito mais que os lírios, valemos nós e que, confiantes no Pai queridode Jesus e nosso, podemos não nos preocupar com o dia de amanhã, e viver oEvangelho a cada dia, pois a cada dia basta o seu cuidado.

Nossa alegria vem de buscarmos em primeiro lugar o Reino deDeus e sabermos que tudo o mais nos será dado por acréscimo.

É desta alegria que o mundo precisa. A alegria do Evangelho,a alegria da Boa Nova, a alegria da fé e da confiança em Deus. Longe dosdiscursos sisudos e intelectuais, das complicações e elucubrações de quem temnecessidade de ser importante, o homem do terceiro milênio precisa dasimplicidade e alegria dos santos.

    Se não conseguimos ser tão santos assim, tentemos cultivar agraça da simplicidade e alegria de quem, simplesmente, crê e, crendo, ama e,amando, age, e, crendo, amando e agindo, será salvo. Esta alegria contagia.Esta alegria faz os outros dizerem: “Mostra-nos o Senhor”, o Senhor da Alegria,o Senhor da Ressurreição, o Senhor de Pentecostes. Mostra-nos a fonte destaalegria.

E nós, como a tagarela Samaritana, como o bondosoSamaritano, vamos, com alegria e com obras, vivendo o amor de anunciar Jesus, oEvangelho da Salvação, a Alegria da Boa Notícia: “Deus é Pai, Ele te ama, Eleenviou Jesus, Jesus está Vivo e quer te conhecer pessoalmente. Isso aconteceucomigo. Por isso sou feliz.” Simples assim, alegre assim.

Mas, se não for alegre, não dá, não convence. Seria bom,talvez, voltar a cantar o “alegria, alegria” do Timbó, o “Alegrai-vos sempre,no Senhor, alegrai-vos no Senhor! Alegrai-vos, alegrai-vos, alegrai-vos noSenhor!” dos bons, simples e alegres velhos tempos, quando muitos dentre nósfomos conquistados pela alegria e entusiasmo daqueles que, um dia, nosevangelizaram…


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