Igreja

Aprovados Estatutos do Pontifício Instituto João Paulo II sobre o matrimônio e a família

A aprovação dos Estatutos do Instituto favorece a fase operacional da sua adaptação aos critérios inspiradores da inteligência e da cultura cristã, requeridos pela missão eclesial.

Foram aprovados na quinta-feira, 18, no Vaticano, os Estatutos do Pontifício Instituto Teológico João Paulo II para as Ciências do Matrimônio e da Família.

O objetivo do Instituto criado pelo Papa Francisco, em 2017, é prosseguir com a ampliação das pesquisas sobre a família, quer na sua dimensão pastoral e eclesial como no campo da cultura antropológica.

O novo Instituto substitui o Pontifício Instituto João Paulo II para os Estudos sobre o Matrimônio e a Família, com a finalidade de continuar a intuição de João Paulo II.

No âmbito das mudanças dos Dicastérios pontifícios, o novo Instituto constituiu um centro acadêmico de referência, a serviço da missão da Igreja católica, no campo das ciências sobre o matrimônio e a família, da geração e a criação.

Criação do Instituto

A decisão do Papa Francisco, de criar um Instituto Teológico para as Ciências do Matrimônio e da Família, contribui para ampliar o âmbito de interesse, concernente às novas dimensões da tarefa pastoral e da missão eclesial, em relação aos desenvolvimentos das ciências humanas e da cultura antropológica, fundamental para a cultura da vida.

A aprovação dos Estatutos do Instituto favorece a fase operacional da sua adaptação aos critérios inspiradores da inteligência e da cultura cristã, requeridos pela missão eclesial.

Diretrizes da renovação

As diretrizes da renovação que, consequentemente definem a nova estrutura constituem, em primeiro lugar, a expansão e o fortalecimento (novas cátedras, novos mestres) dos dois “polos” da missão, originalmente, confiada ao Instituto: “teológico-pastoral e antropológico-cultural”.

O primeiro polo – “teológico-pastoral” – integra-se ao seguinte aprofundamento teológico: formação cristã da fé, eclesiologia da comunidade, missão evangélica, antropologia do amor humano e teológico, ética teológica global da vida, espiritualidade e transmissão da fé.

O segundo polo – “antropológico-cultural” – é devidamente remodelado segundo a necessidade urgente de atualizar o confronto e o diálogo da cultura e do pensamento cristãos, nas áreas de direito religioso e civil, das transformações econômicas, políticas e tecnológicas, das instituições familiares e da integração ética e afetiva do vínculo social. Os dois polos da missão do Instituto são revistos para uma maior e plena harmonização no contexto da pesquisa e da formação cristã unitária.

O novo Instituto João Paulo II pretende, enfim, honrar as profundas e sempre válidas razões da tradição e missão teológica e cultural. A esperança, obviamente, é merecer a confiança dos Pastores da Igreja em apoio ao seu serviço à comunidade eclesial e à comunicação da fé católica e cristã.

Enfim, o compromisso do Instituto teológico “pontifício” é honrar a sua prerrogativa especial, estreitamente ligada ao ministério supremo e universal do Sucessor de Pedro e ao serviço fiel à Igreja.

(Com L’Osservatore Romano)


Comentários

[fbcomments]

Aviso: Os comentários são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião da Comunidade Shalom. É proibido inserir comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem os direitos dos outros. Os editores podem retirar sem aviso prévio os comentários que não cumprirem os critérios estabelecidos neste aviso ou que estejam fora do tema.

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *.

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *