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São Patrício, o santo sequestrado por piratas

A missão de Patrício levou a conversão a praticamente toda a Irlanda. Tudo feito sem ajuda política e violência. Até o rei, chamado Leogário, diante da santidade do apóstolo se converteu ao Evangelho.

Foto: Unsplash

Quinze séculos se passaram e a memória de São Patrício continua viva, especialmente na Irlanda país do qual ele é padroeiro e viveu no Século V. Patrício nasceu em uma vila pertencente à Inglaterra. Aos 16 anos, foi sequestrado por piratas irlandeses e vendido como escravo. Conseguiu fugir e fazer uma incursão na Fé. 

Na França, habilitou-se para a vida religiosa unindo a dimensão monástica e a missionária. No seu coração, crescia o desejo de voltar para a Irlanda e anunciar para aquele povo o Evangelho de Nosso Senhor. O desejo se concretizou quando o bispo responsável pela missão na Irlanda, chamado Paládio, faleceu, o Papa Celestino I convocou justamente Patrício para dar continuidade à missão. Por isso, ele foi sagrado bispo e viajou para a Irlanda no ano 432.

A missão de Patrício levou a conversão a praticamente toda a Irlanda. Tudo feito sem ajuda política e violência. Até o rei, chamado Leogário, diante da santidade do apóstolo se converteu ao Evangelho. Fundou incontáveis mosteiros pelo país tornando a Irlanda um centro de irradiação de fé e cultura.

São Patrício faleceu em 461 na cidade de Down, que depois passou a ser chamada de Downpatrick (Cidade de Patrício) em sua homenagem. O santo ficou conhecido como a glória da Irlanda e atualmente existem naquele país de 200 santuários dedicados a ele.

Na tradição cristã, uma oração, chamada de Couraça de São Patrício, foi atribuída ao santo.

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A Couraça de São Patrício


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