Terceiro dia do Renascer: corações inflamados, fé renovada e celebração inesquecível

O último dia do Renascer manteve o ritmo intenso e a profundidade espiritual que têm marcado toda a programação do encontro. Desde as primeiras atividades, os participantes viveram momentos fortes de oração, formação e alegria, consolidando ainda mais a experiência de renovação interior proposta pelo evento. A programação contou com pregações e momentos de adoração que conduziram os participantes a uma experiência profunda de encontro com Deus. Entre canções, oração e silêncio orante, o ambiente favoreceu a escuta interior e o fortalecimento da fé, reforçando o verdadeiro sentido da alegria cristã. Ao longo do dia, a animação continuou presente, mantendo o clima fraterno entre jovens, famílias e missionários. Os cursos formativos também foram destaque, oferecendo direcionamentos práticos para a vida espiritual e para a vivência da fé no dia a dia, fortalecendo o compromisso missionário dos participantes. Um dos momentos mais marcantes foi a efusão, vivida com intensidade e entrega, levando muitos a experiências profundas de oração e renovação espiritual. Foi um tempo de graça, no qual muitos puderam expressar sua fé com liberdade e confiança. Encerrando o terceiro dia, a Santa Missa reuniu todos em um grande momento de comunhão e ação de graças. Em clima de unidade e alegria, os participantes celebraram tudo o que viveram ao longo do dia, renovando o desejo de continuar firmes na caminhada de fé.

7 conteúdos para crescer na intimidade e viver bem a Quaresma

No próximo dia 18 de fevereiro, tem início a Quaresma, tempo litúrgico marcado pelo chamado à conversão, ao recolhimento interior e à preparação para a celebração da Páscoa. Ao longo desses quarenta dias, os cristãos são convidados a unir-se mais profundamente a Cristo, permitindo que Ele renove o coração e conduza a uma vida nova. Tradicionalmente vivida por meio da oração, do jejum e da caridade, a Quaresma não é apenas um período simbólico, mas uma oportunidade concreta de transformação espiritual. É tempo de silenciar o que afasta de Deus, rever escolhas, buscar reconciliação e fortalecer a fé por meio de uma caminhada mais íntima com o Senhor. Diante desse caminho espiritual, cresce também o convite à vivência sincera da misericórdia, tanto no encontro pessoal com Deus quanto no amor ao próximo. A experiência quaresmal recorda que a verdadeira mudança nasce no interior e se manifesta em atitudes concretas de perdão, serviço e caridade. Com o objetivo de ajudar você a viver com profundidade esse tempo de graça, reunimos conteúdos que abordam a vida de oração, a preparação para uma boa confissão e reflexões sobre o combate espiritual e o crescimento na intimidade com Deus. Como viver bem a quaresma: https://youtu.be/2hmmWAiUtuo?si=FrhIbgX7HsjIJhTT como rezar todos os dias: https://youtu.be/7P0Wanf9l6M?si=KEYPDrECCohVPx4t Preparando o coração para uma boa confissão: https://youtu.be/y1vkWRKavbI?si=27Mv-tW_BS8qOpYN Tempo de declarar guerra contra o pecado: https://youtu.be/2fqwRD9pOrE?si=6iPe7bS2SdIxxAfj Cristo te chama a caminhar com Ele: https://youtu.be/lEzXa7s-SHk?si=0L7gyoXyP2fzUfvN A urgência de Amar a Deus sobre todas as coisas: https://youtu.be/hBXG4j7lHRs?si=l0RvbXNSYFhO6COV A misericórdia é a mãe da Esperança: https://www.youtube.com/watch?v=cnia4cM8jPM Nesse caminho de conversão e renovação espiritual, o livro Do Deserto à Ressurreição surge como um valioso auxílio. Mais do que uma leitura, trata-se de um percurso espiritual que ajuda a compreender e viver cada etapa desse tempo litúrgico, favorecendo a interiorização, a escuta da Palavra e a abertura à graça transformadora de Deus.  

“Em Roma, percebi que Santa Dulce continua abrindo caminhos”

Quando saí de Salvador, rumo a Roma, para participar do Jubileu dos Pobres, eu sabia que viveríamos algo especial. Mas não imaginava o quanto essa experiência tocaria profundamente minha fé, minha identidade missionária e meu amor pela obra de Deus em nossa cidade. Estar ali, representando a Missão de Salvador da Comunidade Católica Shalom, foi muito mais do que um compromisso internacional, foi um encontro com as raízes da Igreja e, ao mesmo tempo, com o coração da nossa Bahia. No dia 13 de novembro, quando entramos no Centro São Lourenço carregando a imagem de Santa Dulce dos Pobres, eu senti algo que não consigo colocar inteiramente em palavras. Era como se o “Anjo Bom da Bahia”, aquela mulher pequena e forte que caminhou pelas ruas de nossa cidade, estivesse conduzindo cada um de nós pela mão. A entronização da imagem naquele lugar sagrado, diante de tantos peregrinos, me fez perceber que o testemunho da Santa não é apenas nosso, é da Igreja inteira! Ver irmãos de várias partes do mundo, tocando na imagem, fazendo suas orações, conhecendo sua história, reavivou a minha fé! Durante a mesa “Entre Amigos de Santa Dulce”, ao ouvir autoridades, irmãs, missionários e peregrinos falarem sobre a influência dela em suas vidas, eu me dei conta de uma verdade simples e poderosa: Santa Dulce continua unindo pessoas, despertando caridade, inspirando conversões! Ali, eu vi que a missão que ela viveu com tanta coragem segue viva em Salvador, e continua abrindo caminhos para que o Evangelho chegue aos mais pobres. A peregrinação, a Adoração, a Missa com o Papa Leão XIV, e a ida a Assis foram momentos em que senti um forte chamado interior: em cada passo, eu rezava: “Senhor, dá-me um coração capaz de amar como ela amou!” Diante da Igreja de São Francisco, compreendi que a missão de Salvador é parte dessa grande história de santidade que a Igreja escreve ao longo dos séculos, uma história feita de entrega, simplicidade e serviço. Volto para a Bahia com a sensação de que nossa missão foi confirmada por Deus! Sinto que Ele deseja que continuemos sendo presença de paz para os pobres, consolação para os feridos, ponte de esper ança para tantos irmãos que buscam um sentido para viver. E que Santa Dulce, com seu olhar manso e firme, continua sussurrando ao nosso coração: “Faça a sua parte com amor!” Roma me ensinou que a santidade da nossa terra tem voz, tem rosto, tem história, e agora tem também um espaço diante do coração da Igreja! E isso aumenta minha responsabilidade, mas também minha alegria. Sei que, como missão, somos chamados a continuar o que ela começou. E, com a graça de Deus, continuaremos! Foto: Divulgação / Comunidade Católica Shalom Por: Ademar Cerqueira – Postulante da Comunidade Aliança da Missão de Salvador  Apoio: Prefeitura Municipal de Salvador – Bahia  

Quando Salvador chega ao Vaticano: uma experiência de graça com Santa Dulce dos Pobres

Participar do Jubileu dos Pobres, no Vaticano, foi, para a Missão de Salvador, uma experiência que só pode ser descrita como um encontro profundo entre a Bahia e o coração da Igreja. Diante da Praça São Pedro, com peregrinos de tantos países, a presença humilde e luminosa de Santa Dulce dos Pobres parecia conduzir cada passo, cada gesto e cada oração.   Ao ver sua imagem entronizada no Centro São Lourenço, exatamente no dia dedicado a ela, os missionários sentiram que algo muito maior estava acontecendo: era como se o amor vivido nas ruas de Salvador, entre os pobres, os feridos e os esquecidos, estivesse sendo levado diretamente ao centro do mundo católico. A mesa “Entre Amigos de Santa Dulce” foi um momento de comunhão e verdade. Autoridades, missionários, peregrinos e representantes das Obras Sociais testemunharam que a caridade não é teoria: é vida concreta, é abraço, é pão, é escuta. Ali, a Missão de Salvador pôde partilhar sua experiência diária com a Promoção Humana, mostrando que evangelizar é também cuidar da dor real das pessoas. A Missa com o Papa Leão XIV e as peregrinações selaram essa experiência de modo ainda mais profundo. Diante do túmulo de São Francisco, ficou claro que a Missão é chamada a viver o mesmo ardor: ser instrumento de paz, ser resposta para os pobres, ser presença reconciliada no mundo. Para os missionários de Salvador, Roma não foi apenas um destino. Foi um envio! Um sopro renovado do Espírito. Uma confirmação de que, seguindo os passos de Santa Dulce, a Missão de Salvador é chamada a continuar sendo, no coração da Bahia, um sinal de esperança que cura, serve e restaura vidas. Apoio: Prefeitura Municipal de Salvador – Bahia

Santa Dulce tem sua imagem entronizada em Roma no Jubileu dos Pobresentronizada no Jubileu dos Pobres em Roma

O evento, promovido pela Santa Sé, reúne peregrinos de diversas partes do mundo em momentos de oração, partilha e serviço aos mais necessitados.

Segundo dia do Retiro de Semana Santa é marcado por muita emoção na Catedral Basílica de Salvador

O segundo dia do Retiro de Semana Santa que está acontecendo na Catedral Basílica de San Salvador, localizada no Pelourinho, foi marcada por muita emoção, oração e silêncio. Na sexta-feira santa, a igreja convida os fiéis a uma profunda experiência de oração e silêncio. Em busca de favorecer esse momento, a programação reuniu pregação, via sacra e celebração da Paixão do Senhor. Durante a pregação, o Diácono Leandro enfatizou que é necessário morrer para ressuscitar com Cristo. Podemos sofrer, mas precisamos desejar e pedir que as nossas trevas sejam ressuscitadas com Ele. A Via Sacra, encenada no interior da Basílica, envolveu a todos que acompanharam em espírito de oração as 14 estações que representam o caminho trilhado por Cristo em sua Paixão. Não teve quem não se emocionasse com a representação do sacrifício de amor de Jesus diante dos seus olhos. Fechando o único dia do ano em que não é celebrado a Santa Missa, tivemos a celebração da Paixão de Cristo com o tradicional beijo na Santa Cruz e a adoração de Jesus morto.

Terceiro e último dia de Renascer em Salvador com uma alegria contagiante

Terceiro e último dia do Renascer em Salvador foi marcado de alegria, muita oração e shows. Vem conferir como foi esse último dia. A tarde iniciou com muita animação e show de Gabriela Matos (consagrada da Aliança), seguida da pregação do Diácono Leandro sobre a promessa de Deus, onde os participantes ouviram sobre se abandonar em Deus e deixar ser conduzido pela graça do Espírito e aí então, encontrar a felicidade. Em seguida, ocorreu a efusão, momento de muitas graças e profunda experiência de encontro com Deus. Como não pode faltar, após a efusão é tempo de celebrar e se alegrar com a alegria do Espírito Santo que renova os corações. No fim da tarde, teve a Santa Missa que foi presidida por Dom Valter Magno da Diocese de Salvador que relembrou aos participantes o chamado de Deus para as nossas vidas, ser sal e luz no mundo para iluminar e dar sabor aos corações vazios que buscam a felicidade, eis a missão de todo cristão. Finalizando a noite com o show do Zeca no espaço Beco do rolê e show do Cosme no palco central do espaço.

Um convite ao Renascer me fez descobrir a minha vocação

Dani Ribeiro, consagrada da comunidade Aliança partilha como um convite ao Renascer fez ela sair da indiferença para com Deus para uma vida totalmente transformada pelo Verdadeiro Amor.  A minha experiência com Deus, começou a partir de um convite que eu recebi do meu padrinho de crisma para participar do Renascer. E apesar de eu já ter uma vivência de ir para missa e algumas outras coisas, mas existia uma certa indiferença no meu coração ao processo de conversão verdadeiro, então eu ia mais por causa dos meus amigos. Eu sempre gostei de cantar, então participava do coral da igreja e eu ia mais por gostar de cantar do que das coisas de Deus.  E aí meu padrinho me fez esse convite, e eu lembro que amei desde o primeiro contato. Pois como sempre fui muito artística, tudo que envolvia a arte me chamava atenção.  Eu nunca curtir muito o carnaval, esse tipo de festa nunca me atraiu e eu tinha receio da violência.  Ao chegar no Renascer, a primeira coisa que eu vi quando entrei foi o ministério de dança e eu falei “caramba, eles dançam muito bem!”.  Quando chegou no momento da missa, eu vi as pessoas cantando e tive uma experiência incrível com o nível de qualidade e profissionalismo para entregar uma arte boa para Deus e eu nunca tinha visto aquilo antes.  E isso me atraiu para participar nos outros dias, a beleza da liturgia, dos cânticos, as danças.  Durante a efusão eu tive uma experiência concreta com o amor de Deus que habitava em mim. Me reconheci como templo do Espírito Santo e me fez querer mudar toda a minha vida para ser digna de ser o templo do Espírito Santo.  Eu tinha muitas roupas que não favoreciam e eu quis doar todas elas para viver a verdadeira conversão.  Ali naquele Renascer de 2009, eu sair da indiferença para uma experiência concreta com Deus que me mostrou que eu posso ser alegre e viver representando essa arte de forma profissional para evangelizar.

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