Shalom, Boston
A cidade conhecida por sediar grandes centros de inovação e pesquisa nos quais afluem jovens de todo mundo, há oito anos recebia os primeiros missionários Shalom
A cidade conhecida por sediar grandes centros de inovação e pesquisa nos quais afluem jovens de todo mundo, há oito anos recebia os primeiros missionários Shalom
“Sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados de acordo com seu propósito”. (Romanos 8:28)
“O Canto das Írias” foi apresentado em Boston no mês de abril deste ano, em inglês no dia 12 e português no dia 13. Com uma audiência total de cerca de 300 pessoas nos dois dias, os frutos dos meses de trabalho duro por todo o elenco e a equipe técnica podiam ser vistas em cada um ao término de cada apresentação. Houve um verdadeiro sentimento de felicidade e experiência do poder de Deus em tocar e transformar a vida das pessoas através das artes e de um momento especial de oração permitindo a abertura ao Espírito Santo para que se concretizasse a obra no coração dos presentes. Para algumas pessoas foi uma forma de começar a Semana Santa, para outros foi uma primeira experiência com o amor de Deus. A peça foi escrita por um membro da Comunidade Católica Shalom, originalmente em português, e já foi apresentada por diversos lugares do mundo com versões em espanhol, italiano, húngaro e inglês. O enredo segue a história da nossa salvação, de Gênesis até o encontro com Jesus, mostrando como o primeiro homem, um amigo íntimo de Deus, destruiu essa relação deixando seus pecados transformá-los de homem em “íria” – uma pessoa deformada. A história relata as dificuldades de viver uma vida afastada da Verdade e termina em como Jesus foi capaz de reestabelecer sua dignidade, salvando toda humanidade. Wendy Ramirez, um membro do elenco, disse: Mesmo que eu tenha participado da peça anos atrás, eu posso verdadeiramente dizer que Deus me tocou de uma forma muito profunda esse ano. Dois anos atrás eu tive a honra de ser a Verdade e este ano eu fui capaz de viver uma perspectiva diferente atuando como uma íria. Eu fui capaz de ver o trabalho duro, a dedicação e as noites mal-dormidas de todos que fizeram com que essa peça fosse possível, do elenco à equipe técnica, e de ver como muitas pessoas tiveram uma profunda experiência que realmente me tocou e fez cada gota de suor derramada valer a pena! Eu, pessoalmente, fui realmente capaz de experimentar Deus e de ver como eu realmente precisava ser lembrada disso: Eu não sou mais uma íria por causa do Seu grande amor e misericórdia, Ele nos criou para sermos Seus filhos amados, humanos não criaturas, Ele nos criou para termos vida e tão frequentemente nos afastamos da Sua graça, sentindo-nos indignos por sermos tão impacientes conosco no processo de purificação. Ter sido capaz de terminar a noite com uma bela oração me fez sentir mais humilde, enquanto convidávamos o público para rezar muitos se ajoelhavam diante do altar, me inspirando a ser mais aberta ao trabalho de Deus na minha própria vida. Foi uma forma muito bonita de começar a Semana Santa e espero poder apresentar esta peça, a história da nossa salvação, no futuro para que muitos outros tenham uma profunda experiência com o amor infinito e a misericórdia de Deus. Confira algumas fotos do evento. Tradução: Michele Maia _________ A Comunidade Católica Shalom se encontra nos Estados Unidos na rua Sciarappa 42, Cambridge, MA Para saber mais sobre a Comunidade e nossas atividades siga-nos no Instagram e no Facebook ou escreva para o número +1 617-618-5099.
O plano de Deus se realizará no final das contas, então, por que não segui-Lo o mais perto possível?
Apesar de uma aparente mudança de opinião nos últimos dias, depois de viver momentos de profunda alegria com a sua família, Brittany Maynard se submeteu ao suicídio assistido que estava programado para o dia 1º de novembro. O grupo promotor da eutanásia “Compassion & Choices” (“Compaixão e escolhas”), do qual Brittany era ativista, comunicou que a jovem “morreu pacificamente no sábado 1º de novembro na sua casa em Portland, rodeada pela sua família e amigos”. “Quando os sintomas estavam ficando cada vez mais severos, ela decidiu abreviar o processo da morte tomando o medicamento de ajuda para morrer que tinha recebido há meses”, indicou o grupo, assegurando que Brittany “morreu como queria, pacificamente no seu quarto, nos braços de seus seres queridos”. Compassion & Choices intitulou o seu comunicado “Brittany morre com dignidade”. Em declarações dadas ao Grupo ACI, o diretor do Centro de Bioética da Argentina, Dr. Nicolás Lafferriere, destacou que “o caso de Brittany é dramático e comove porque evidencia as tensões extremas vividas por aqueles que enfrentam um diagnóstico de doença terminal”. Lafferriere criticou que em casos como o de Brittany “muitas vezes se menciona a autonomia e a liberdade de escolha como fundamento da decisão de aplicar a eutanásia”. “As dúvidas de Brittany, o adiamento e o seu eventual arrependimento, deixam claro que esta suposta autonomia não é tanta assim. É, muitas vezes, uma autonomia fictícia, construída ‘recortando’ a pessoa do seu entorno vital, das múltiplas situações que a rodeiam”. “Quem está em condições de decidir acabar com a própria vida?”, questionou o especialista em bioética, assinalando que “no fundo, subjaze uma verdade antropológica: a vida é sempre um dom e como tal não é um bem disponível para ninguém”. “E nas circunstâncias mais dramáticas da doença, a dignidade do moribundo requer extremar os cuidados e o acompanhamento autenticamente compassivo e médico, que nunca pode consistir em tirar a vida do doente”. Entre os objetivos citados no seu site, Compassion & Choices assegura que busca “fazer com que a ajuda para morrer (seja) uma opção aberta, legítima, reconhecida em todo o campo médico e permitida em mais estados”. Compassion & Choices reconhece buscar uma mudança na linguagem utilizada para estes casos, substituindo o termo “suicídio assistido” para “ajuda para morrer”. Entre outros objetivos, a organização promotora da eutanásia procura “estabelecer a ajuda para morrer como uma motivação principal na tomada de decisão de quem vai escolher”. Neste contexto, o Dr. Lafferriere denunciou que “nos Estados Unidos, o caso foi utilizado para promover uma campanha a favor da legalização da eutanásia e parece que a própria Brittany, em meio da sua situação dramática, foi instrumentalizada em função de objetivos estranhos ao seu quadro médico”. Brittany, advertiu, ficou “exposta às opiniões de todo o mundo, sem respeitar o clima de intimidade e acompanhamento que requer o momento”. O diretor do Centro de Bioética citou finalmente a Ashton Ellis, quem, em uma coluna publicada no site Public Discourse em 31 de outubro, assinalou que Compassion & Choices não tem por finalidade melhorar os cuidados das pessoas com doenças terminais, mas “ajudar as pessoas a evitarem os cuidados médicos que precisam, terminando assim com a própria vida”. Fonte: ACI
A Lifetime é uma emissora de TV a cabo e por satélite que se especializa na produção e difusão de reality shows. Com sede em Nova Iorque, este canal tem como slogan “Your life. Your time”, e como proprietários, a Disney-ABC Television Group e a A&E Networks. A emissora está preparando uma série documentária chamada “A irmandade” (The Sisterhood). Continuando com o sucesso dos reality shows que abordam temas religiosos, bem como a onda de filmes que Hollywood está produzindo (talvez aproveitando a fama da figura do Papa Francisco), este canal conseguiu entrar em um convento católico para acompanhar o dia a dia de 5 noviças, até ver se tomam o hábito ou renunciam à vida religiosa. Segundo a revista The Hollywood Reporter, especializada em temas de mídia e entretenimento, especialmente nas intrigas das celebridades, “a maior dificuldade do projeto foi conseguir acesso para que as câmeras possam gravar suas imagens, em um lugar ainda por determinar e sem data de emissão decidida”. No demais, as 5 noviças escolhidas já assinaram um termo de consentimento para que as acompanhem em seu caminho de discernimento religioso. O reality documentário terá 6 episódios no total. A emissora já produziu este modelo de projetos, por exemplo, o que fizeram com 5 jovens da comunidade ultraconservadora Amish, que foram levados a Nova Iorque e filmados em seu encontro com as “tentações” mundanas da Big Apple. Há alguns anos, também levaram ao ar um reality chamado “Deus ou a namorada”, no qual 4 jovens seminaristas colocaram sua fé à prova durante os 30 dias anteriores à sua ordenação sacerdotal. Parece que a “tentação do mundo” para os que sentem inclinação à vida religiosa é um dos temas que mais atrai o público americano e o sistema publicitário se dedica a explorar isso. No que se refere à “A Irmandade”, enquanto as 5 noviças decidem se vão ou não ser freiras, serão acompanhadas pelas câmeras, para “documentar sua experiência em um programa repleto de provas à sua devoção, em 6 episódios de uma hora de duração cada”, afirmou o The Hollywood Reporter, acrescentando que “a série explorará a questão de se as mulheres modernas podem elevar-se e servir Deus após ser afastadas da sua família e amigos, e instaladas em uma comunidade não familiar a elas”. As noviças escolhidas fizeram votos de castidade, pobreza e obediência, e abriram mão dos seus entes queridos, bem como de objetos de moda, joias e comodidades, “para ver se querem ser servidoras da Igreja e esposas de Cristo”, acrescenta a revista com certa ironia. “A Irmandade” será produzida pela Hot Snakes, que preparou também o reality sobre os Amish, em parceria com a Lifetime. Por enquanto, não se informou qual é o convento no qual o reality show será realizado. Fonte: Aleteia
A Arquidiocese de Boston alerta para a satânica “missa negra” que acontecerá na Universidade de Harvard nesta segunda-feira, 12 de maio, e convida o Campus de Cambridge a “dissociar-se” do controverso evento. “A comunidade católica na Arquidiocese de Boston expressa profunda tristeza e forte oposição ao plano de encenar uma “missa negra” no campus da Universidade de Harvard em Cambridge”, lê-se em comunicado emitido dia 8 de maio. “Para o bem dos fiéis católicos e de todas as pessoas, a Igreja oferece um claro ensinamento sobre adoração satânica. Este evento separa as pessoas de Deus e da comunidade humana, é contrário à caridade e à bondade, e coloca os participantes perigosamente expostos à destruidoras obras do mal”. “Em recente declaração, o Papa Francisco alertou para o perigo de ser ingênuo ou subestimar o poder de Satanás, cuja maldade, muitas vezes, está tragicamente presente no nosso meio. Apelamos a todos os fiéis e pessoas de boa vontade para se unir a nós em oração por aqueles que estão envolvidos neste evento, para que possam vir a reconhecer a gravidade de suas ações, e para que Harvard seja desassociada desta atividade”. A “missa negra”, reencenada por membros de um grupo de Nova York, conhecido como Templo Satânico, está sendo organizado pela Harvard Extension Cultural Studies Club. O grupo havia informado que seria utilizado uma hóstia consagrada. Posteriormente, o Club emitiu uma nota afirmando que será usado um pedaço de pão na reconstituição, e não uma hóstia consagrada. Em seu site, o grupo convida para a “encenação educacional” e afirma que o “objetivo não é denegrir qualquer religião ou fé, o que seria repugnante para os nossos propósitos educacionais, mas aprender e experimentar a história de diferentes práticas culturais”. Conforme notícia do The Boston Pilot, a Harvard Extension School alega o direito dos estudantes do Campus de exercer a liberdade de expressão, mesmo em tais casos. A pastoral universitária da Arquidiocese de Boston responsável pelo Campus estará em adoração na capela do MIT às 19:00 (20hrs em Brasília), e seguirá em procissão, que sairá da capela aproximadamente às 19:15, até a Igreja de St. Paul, onde será celebrada a Santa Missa. Fonte: ZENIT
Com cerca de 95 000 habitantes, a pequena Dubuque, no estado de Iowa, vem se destacando como uma das cidades mais sustentáveis dos Estados Unidos. Tudo começou em 2005, quando o prefeito Roy Buol convocou a população a participar de um programa para reduzir os impactos ambientais na região. Ao trazer empresários, religiosos e educadores para junto de si, a intenção do político foi não só unir a população como criar um grupo capaz de intervir caso interesses políticos se sobrepusessem ao objetivo do programa. O primeiro passo da iniciativa para poupar recursos foi dar aos moradores da cidade uma noção precisa de consumo. Isso foi possível graças à contratação de uma plataforma em nuvem, por meio da qual todos passaram a ter acesso, em tempo real, ao consumo de água nas residências. Ao chamar a atenção para o desperdício e alertar a população para vazamentos, a medida conseguiu reduzir em 7% o consumo de água. Quem gasta mais Algoritmos baseados em nuvem também ajudaram a prefeitura a gerir a energia usada por cerca de 1 000 residências. Para chamar a atenção para o programa, empresas da região lançaram uma competição na qual os moradores puderam, por meio de uma rede social integrada à solução, dividir e comparar os seus padrões de consumo com parentes e amigos. Resultado: uma redução de 11% nos gastos com energia. Transporte público O projeto sustentável de Dubuque – considerada a melhor cidade americana de pequeno porte para se criar uma família – também considerou a reestruturação do sistema de transporte público. Para melhorar o fluxo das vias, especialistas desenvolveram um método que capta os dados de celulares, aparelhos GPSs e sistemas de cobrança de tarifas para traçar um panorama, em tempo real, do trânsito em toda a cidade. Com esses dados em mãos, os governantes conseguem traçar decisões táticas, como remanejar a rota dos ônibus para evitar a lentidão. Hoje, os moradores de Dubuque levam, em média, 16 minutos para se descolar de casa ao trabalho. “Temos visto inúmeros exemplos de jovens que voltaram a Dubuque depois de formados e ficaram tão deslumbrados com o que viram que decidiram ficar”, diz Buol. “É esse ciclo virtuoso baseado na qualidade de vida que forma uma comunidade sustentável.” Fonte: Programa Cidades Sustentáveis/ Aleteia
A vida da fundadora das Missionárias da Caridade e Prêmio Nobel da Paz em 1979, Madre Teresa de Calcutá, será levada aos telões através do primeiro longa-metragem autorizado de sua vida a cargo das produtoras de Hollywood, Flame Venturas e Origin Entertainment sob o título em inglês “I Thirst” (Tenho Sede). O roteirista desta obra cinematográfica é Kier Pearson, candidato ao Oscar por ‘Hotel Ruanda’ (2004), que embarcará em uma viagem por Calcutá, Índia e Tijuana durante o próximo mês para documentar sobre a vida de Madre Teresa e começar a escrever o roteiro. Um dos produtores, Tony Krantz, assinalou que “não podemos estar mais entusiasmados de fazer este filme sobre uma mulher que lutou pelo compromisso absoluto, a fé, a caridade e o amor”. Por sua parte o produtor, Jamey Volk, disse que “queremos levar esta historia para uma audiência global” e adicionou que “temos a intenção de começar a rodar no final de ano para estrear (o filme) na primavera ou verão de 2015”. A organização sem fins lucrativos dirigida pelos administradores legais de seu fundo fiduciário, Centro Madre Teresa de Calcutá, que tem como objetivo promover e apoiar o conhecimento de sua obra através de seu estudo e difusão, participa também deste grande projeto. Madre Teresa de Calcutá cujo nome de batismo era Inés Gonxha Bojaxhiu, nasceu em 26 de agosto de 1910 em Skopje, capital da atual República da Macedônia, no seio da comunidade albanesa, e foi beatificada em 2003 pelo Beato João Paulo II, depois que o vaticano reconheceu o milagre da cura de um tumor no abdômen de uma mulher indiana depois que esta passou um relicário com a fotografia da Beata. A Prêmio Nobel da Paz realizou um trabalho assistencial em Calcutá com as Missionárias da Caridade, congregação que ela mesma fundou, que começou ajudando aos mais necessitados de Calcutá e agora conta com 710 casas em mais de 130 países onde 4500 religiosas dedicadas à assistência de pobres e doentes. A Madre Teresa de Calcutá faleceu à idade de 87 anos, em 5 de setembro de 1997 em seu quarto da sede das Missionárias da Caridade. Fonte:ACI
Um importante grupo de pais de família nos Estados Unidos elevou sua voz de protesto depois que a rede de televisão de programas infantis, Disney Channel, incluiu um casal de lésbicas em um episódio da série “Good Luck Charlie” (Boa Sorte Charlie). O episódio que foi emitido na segunda-feira passada, 27 de janeiro, mostra quando uma menina chega para brincar na casa de Charlie, a protagonista, acompanhada de duas mulheres às quais apresenta como suas mães, e os pais de Charlie não reagem, o que levou os críticos a dizerem que a série está “normalizando” a ideia dos pais do mesmo sexo. O grupo americano, “One Million Moms” (Um milhão de mães), de onde se trabalha para promover os valores nos meios de comunicação, assinalou que Disney “é o último lugar que um pai poderia imaginar para que seus filhos enfrentem temas que para eles são muito difíceis de entender”. “Temas maduros desta natureza estão sendo apresentados desde cedo e quando as crianças ainda são muito novas, além disso, é extremamente desnecessário (…). Disney deveria ocupar-se apenas de divertir e não de empurrar uma agenda”, declararam. Por outro lado, a controversa e ex-estrela da Disney, Miley Cyrus, elogiou o episódio e assinalou em sua conta oficial do twitter que Disney “controla grande parte do que as crianças pensam”. One Million Moms por sua parte expressaram estar muito decepcionadas com a Disney pela emissão do episódio, mas assinalaram também que na página do Facebook, o episódio não tinha patrocinadores e que Care.com retirou seu patrocínio. Fonte: ACI