La sainteté se fête

« Réjouissez-vous, soyez dans l’allégresse, car votre récompense est grande dans les cieux ! »
— Mt 5, 12 Ce vendredi (31), veille de la Solennité de la Toussaint, la Communauté Shalom d’Avignon a fêté Holywins, la soirée des saints vainqueurs, à la Salle Paroissiale Sainte-Thérèse, à côté de l’église Notre-Dame de Lourdes. Le but ? Se déguiser en saint et célébrer la sainteté dans un moment de partage, de jeux et de belle convivialité. Mais sais-tu ce qu’est la Solennité de la Toussaint ? Le 1er novembre, l’Église célèbre la solennité de la Toussaint, une grande fête qui nous invite à lever les yeux vers le Ciel. Ce jour-là, nous faisons mémoire de tous les saints, connus ou inconnus, qui ont vécu de l’amour de Dieu et qui sont désormais auprès de Lui. La Toussaint est une fête de joie et d’espérance. Elle nous rappelle que la sainteté n’est pas réservée à quelques élus, mais qu’elle est une vocation universelle, chacun de nous est appelé à la sainteté, à vivre pleinement dans l’amour de Dieu et du prochain. Cette fête trouve son origine dans les premiers siècles de l’Église, pour honorer la mémoire des martyrs morts pour leur foi. Au fil du temps, la fête s’est élargie à tous ceux et celles qui, sans être canonisés, ont suivi le Christ avec fidélité. Le pape Grégoire IV, au IXᵉ siècle, a fixé la célébration de la Toussaint au 1er novembre, jour où toute l’Église rend grâce pour la foule innombrable des saints. En fêtant les saints, nous célébrons l’œuvre de Dieu dans leurs vies. Ils sont pour nous des témoins et des modèles, à travers leurs existences simples ou héroïques, ils montrent que l’Évangile peut être vécu au quotidien. La Toussaint nous rappelle aussi que nous faisons partie d’une grande famille spirituelle, l’Église du Ciel et de la Terre. Les saints intercèdent pour nous et nous accompagnent dans notre marche vers Dieu. La veille de la Toussaint, beaucoup de personnes célèbre Halloween, fête anglo-saxonne qui, à l’origine, signifiait simplement All Hallows Eve (« la veille de tous les saints »). Mais peu à peu, cette tradition a perdu son sens spirituel pour devenir une célébration de la peur et des fantômes. Pour nous, chrétiens, il est important de redonner à ce moment sa vraie lumière, plutôt que d’exalter la mort, la Toussaint célèbre la vie, la sainteté et la victoire de la lumière sur les ténèbres. La Toussaint n’est donc pas une fête du passé, mais une promesse d’avenir, celle d’une humanité appelée à la joie du Ciel ! Le savais-tu ? Le lendemain de la Toussaint, le 2 novembre, l’Église commémore les fidèles défunts ! Cette année ça tombe un dimanche, si tu ne travailles pas, c’est l’occasion de se rendre au cimetière pour prier pour les défunts de nos familles, mais aussi les inconnus ou ceux qui n’ont plus de famille.

São Francisco e Santa Teresa na vocação Shalom

Santos são baluartes da vocação e exemplos de oração e amor esponsal para a Comunidade Shalom Modelos de oração e de amor a Deus acima de todas as coisas, São Francisco e Santa Teresa são baluartes da vocação Shalom. A providência de Deus aproximou o fundador da Comunidade, Moysés Azevedo, e a cofundadora, Emmir Nogueira, dos escritos e da história dos dois santos. Pobreza, amor esponsal, minoridade, oração, vida fraterna, louvor e penitência são alguns aspectos da vida do Santo que se apresentam na espiritualidade Shalom. De Teresa, o carisma Shalom recebe a inspiração da oração pessoal, diária, contemplativa, parada com Deus. A partir da oração, o carisma Shalom se manifesta em toda sua beleza e parresia neste tempo de Igreja que exige uma nova evangelização. Eles são “mestres de vida espiritual” e seus ensinamentos se constituem “caminhos seguros que a tradição mística católica nos apresenta e que, juntamente com a experiência do Espírito, formam a base da espiritualidade da nossa Vocação”, conforme apontam os estatutos da Comunidade Shalom. Celebrar os baluartes da vocação, São Francisco de Assis e Santa Teresa D’Ávila, é mergulhar em um aspecto essencial da espiritualidade Shalom e renovar o chamado à pobreza, à pequenez, ao louvor, ao amor esponsal. É dizer como Francisco e Teresa: “só Deus basta”. História A inspiração de São Francisco como baluarte e coluna da vocação Shalom deu-se inicialmente pelo filme Irmão Sol Irmã Lua e pela leitura do livro Irmão de Assis, no início da fundação da Comunidade Shalom, quando Moysés Azevedo teve uma experiência única. “Uma renúncia total, e não somente das coisas ilícitas, mas também das coisas lícitas, para poder amar e servir a Deus. Este primeiro toque de São Francisco, esse despojamento nos fala muito de perto. A pobreza que S. Francisco viveu, o chamado dele específico foi único para Igreja”, explicou Moysés Azevedo em uma formação sobre a influência do Santo na vocação. Na época da fundação da Comunidade, dom Aloísio Lorscheider era bispo de Fortaleza. Moysés pediu a ele uma orientação acerca da espiritualidade da vocação Shalom. Dom Aloísio, que era franciscano e doutor em espiritualidade, incentivou-os a lerem Santa Teresa D’Ávila. “Santa Teresa e São Francisco nos influenciaram imensamente, caíram no coração do Moysés e no meu coração e moldaram os nossos corações, não para que fôssemos franciscanos ou carmelitas; mas, dessa junção de Teresa, de Francisco, da espiritualidade da Renovação e do espírito do fundador, surgiu isso que hoje nós chamamos espiritualidade Shalom”, ressaltou Emmir Nogueira em formação sobre o tema.

Caminho da Paz

“Quando Jesus Ressuscitado apareceu aos discípulos no cenáculo, sua primeira palavra foi ‘Shalom’ (…) Naquele dia, que é o dia que o Senhor nos fez, Jesus deu aos seus discípulos acesso ao caminho da Paz” (Carta à Comunidade). Caminho da Paz é o itinerário formativo dos membros de grupos de oração da Obra Shalom. Por meio da apresentação de conteúdos e da aplicação de recursos específicos, busca conduzi-los, desde a experiência inicial com Jesus, à maturidade da fé, da santidade e do testemunho radical do Evangelho. O Caminho da Paz nasce junto com a experiência fundante da Comunidade Católica Shalom, sua inspiração e primeiros passos. Já nas primeiras atividades realizadas pela Comunidade, sempre marcadas pela ousadia e criatividade em anunciar Jesus, as pessoas faziam uma intensa experiência com o amor de Deus, que gerava reconciliação e mudança de vida. Era a graça, “a fonte de bênçãos divinas, uma fonte muito visível do Seu Amor (…) de segurança nos caminhos do Senhor” que se manifestava e formava um povo novo (Escrito No Coração da Obra). Essa experiência se aprofundava e dava movimento à obra nascente: o contato com Jesus Cristo gerava conversão profunda, ardor e alegria em anunciá-lo, levando a pessoa evangelizada a tornar-se testemunha de que o Ressuscitado que passou pela cruz concede a cada homem e a toda a humanidade o perdão e a paz. Ao longo dos anos, esse movimento ganhou rosto, fases e conteúdos, definindo-se assim o Caminho da Paz. O Caminho da Paz abrange cinco tópicos formativos: Dimensão Espiritual: representa a totalidade da experiência no grupo de oração, tendo em vista que a contemplação no Carisma Shalom não se restringe a momentos pontuais de oração. Diz respeito ao relacionamento com Deus através de recursos oferecidos pela Igreja e pelo Carisma: oração pessoal e comunitária, estudo bíblico, zelo pelos sacramentos, amor à Eucaristia e à Virgem Maria, louvor, penitência, vivência dos tempos litúrgicos, fraternidade e exercício do apostolado. Dimensão Bíblica: fundamenta e norteia a caminhada segundo a Palavra de Deus. Dimensão Humana: intensifica as experiências de fraternidade, o sentimento de pertencimento à Obra Shalom e a vivência do Evangelho por meio do grupo de partilha e do acompanhamento feito pelo coordenador do grupo de oração. Dimensão Doutrinária: privilegia o conhecimento da Doutrina da Igreja e seu aprofundamento na vida cotidiana e na oração. Dimensão Missionária: destaca os elementos que despertam e incentivam o compromisso com o engajamento na Obra e o envio missionário. CONHEÇA AS FASES DO CAMINHO DA PAZ CLIQUE AQUI!

Tau

Significado O TAU tem a forma da letra grega TAU (T) que é uma cruz. As duas maiores influências diretas em Francisco, em relação ao TAU, foram os antonianos e o Quarto Concílio Laterano. São Francisco tomou o TAU e seu significado dos antonianos. Eles eram uma comunidade religiosa masculina, fundada em 1095, cuja única função era cuidar dos leprosos. Em seus hábitos era pintada uma grande cruz. Francisco tinha relações muito familiares com eles, porque trabalhavam no leprosário de Assis, no Hospital de São Brás, em Roma, onde Francisco esteve hospedado. No princípio de sua conversão, Francisco encontrou os antonianos e seu símbolo do TAU. Mas a influência mais forte que fez do TAU um símbolo tão querido para Francisco e pela qual ele se tornou sua assinatura, foi a do Concílio de Latrão. Os historiadores geralmente admitem que Francisco estava presente nesse Concílio, no qual o Papa Inocêncio III fez o discurso de abertura, incorporando em sua homilia a passagem de Ezequiel (9,4) que diz que os eleitos, os escolhidos serão marcados com o sinal do TAU: “Percorre a cidade, o centro de Jerusalém, e marca com uma cruz na fronte os que gemem e suspiram devido a tantas abominações que na cidade se cometem e acrescenta: “O TAU é a última letra do alfabeto hebraico e a sua forma representa a cruz, exatamente tal e qual foi a cruz antes de ser nela fixada a placa com inscrição de Pilatos. O TAU é o sinal que o homem porta na fronte quando – como diz o apóstolo – crucifica o corpo com os seus pecados quando diz: “Não quero gloriar-me a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo” (…) Sejam portanto mestres desta cruz! Sejam os campeões do Tau! Quando Inocêncio III terminou sua homilia com “SEJAM OS CAMPEÕES DO TAU!” Francisco tomou estas palavras como dirigidas a ele e fez do TAU seu próprio símbolo, o símbolo de sua Ordem, de sua assinatura; mandou pintá-lo em toda parte e teve grande devoção a ele até o fim de sua vida. Simples e basicamente, o TAU representa a CRUZ. Os Concílios da Igreja foram convocados para reformar a Igreja, cabeça e membros. Assim o grande tema da Reforma: pessoal, interior, conversão constante e mudança de vida. Aqueles que deviam comprometer-se com a conversão contínua, uma vida de constante penitência, deviam ser marcados com o TAU. O TAU para Francisco é um sinal da certeza de salvação; é o sinal de universalidade da salvação e é o símbolo da conversão contínua. Se você permite ser marcado com o TAU ou usa o TAU, você está dizendo que se comprometeu com a conversão contínua, isto é, com o tema da Espiritualidade Franciscana. Não que você esteja convertido de uma só vez, mas dia-a-dia, mês após mês, ano após ano, você conserva seu olhar fixo no Senhor como sua única meta, e caminha em direção a ele com a mente indivisa (Carta S. Mary Margaret, out. 1989). Shalom O TAU é um sinal dos eleitos que Deus chama a exercer uma missão. A exemplo de Francisco, somos conscientes disso e queremos dizer sim a esse chamado, a essa eleição que Deus nos faz. Trazemos uma semente de São Francisco, dentro do nosso coração como vocação, como comunidade, por isso o TAU é, também,um sinal de eleição para nós e para o mundo (Moysés Azevedo Filho, IN. Maná – set./out. 1990). Na vocação Shalom, cada elemento do TAU tem um significado especial: • Ele é feito de madeira e confeccionado por nós próprios, como um sinal de que desejamos viver a pobreza, na Obra e da Obra (RVS); viver do que o Senhor faz através de nossas mãos, do nosso trabalho; • É preso por um cordão de linha para que nos lembremos, como aconselha Santa Teresa, baluarte de nossa vocação, de que “tudo passa. Só Deus basta”; • Porque foi adotado por São Francisco, é um sinal da importância deste santo na vocação; • Tem as letras hebraicas “SHALOM” gravadas, significando que a Paz da qual buscamos ser ministros e discípulos é a plenitude da Paz, no sentido hebraico da palavra; • A palavra “SHALOM” escrita sobre a cruz (TAU) significa que, para nós, a Paz é Jesus; • “SHALOM” é escrito no TAU como fogo (pirógrafo) simbolizando a escolha irreversível de Deus por nós e a vocação gravada a fogo nos nossos corações; • Toda vez que retiramos ou colocamos o TAU, nós beijamos dizendo: “Obrigado Senhor, por me teres escolhido”. Retirado do livro “Orando com a Bíblia e São Francisco de Assis”, a. Jussara Lima Dias, da Comunidade Católica Shalom. Ed. Shalom.

Formas de Vida

Estado de vida ou forma de vida é um dom que Deus concede a cada pessoa com a finalidade de melhor capacitá-la a amar e a servir. A Comunidade Shalom é composta por fiéis das mais diversas formas de vida: celibatários pelo Reino do Céus; casados e solteiros; sacerdotes, diáconos e seminaristas. Unidos por uma consagração de vida, ele têm como modelo a diversidade e a unidade das três pessoas da Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Na Comunidade, os sacerdotes vivem seu ministério segundo o espírito próprio da Vocação, a serviço da Igreja e dos irmãos. Eles não constituem um ramo distinto da Comunidade mas estão, em tudo, integrados no mesmo corpo comunitário, com as mesmas graças e renúncias que isso implica. Refletem o amor redentor da pessoa do Filho, Jesus Cristo, e atuam como instrumentos de vida reconciliada através dos sacramentos. Sinais do amor do Pai, os casais atuam como instrumento gerador de vida e da animação do espírito de família. Eles são membros legítimos da Comunidade e abraçam a Vocação Shalom com todas as bênçãos e exigências próprias. Uma vez por semana, pais e filhos reúnem-se em seus lares para rezar e celebrar a alegria da presença de Deus em seu meio. Na Comunidade de Vida, as famílias têm ambiente reservado onde se mantém a privacidade própria da vida familiar e tempo para a convivência com os filhos. Os celibatários refletem a pessoa do Espírito Santo e atuam como instrumento de fecundidade e de poder espiritual para a Comunidade e para a Igreja. Membros legítimos da Comunidade, ele têm os mesmos direitos e deveres dos outros irmãos.

Comunidade de Aliança

A Comunidade de Aliança é chamada a seguir Jesus Cristo em meio à vivência familiar e às atividades profissionais, assumindo o compromisso de vivê-las segundo a vocação Shalom. Seus membros devem ser “luz do mundo e sal da terra” nos meios seculares. Reúnem-se duas vezes por semana em Células Comunitárias onde rezam, cultivam a vida fraterna e recebem formação segundo a Palavra de Deus, o Magistério da Igreja e o Carisma Shalom. Recebem o apelo de Deus de viver a pobreza, partilhando seus dons e talentos, através do apostolado e da Comunhão de Bens. Como o espírito missionário é constitutivo do Carisma Shalom, os membros da Comunidade de Aliança também podem ser enviados em missão onde a Igreja e a humanidade manifestarem a necessidade de seu testemunho. No primeiro ano do discipulado, eles recebem, como sinal de sua eleição por Deus, uma cruz em forma de Tau. O cordão que sustenta o sinal dos membros da Comunidade de Aliança tem a cor cinza ou branca, a depender da etapa de seu itinerário formativo.

Centro de Evangelização

Centro de Evangelização Shalom é a estrutura física onde a Comunidade desenvolve grande parte de suas atividades apostólicas como grupo de oração, celebração eucarística, Seminário de Vida no Espírito Santo e cursos. É um polo que irradia o Carisma e que tem como finalidade levar as pessoas a uma experiência progressiva com Jesus Cristo, o Ressuscitado que passou pela cruz. A atuação do Centro deve ultrapassar os muros físicos e inserir-se na “alma da cidade”. O primeiro centro de evangelização Shalom surgiu em 1982 a partir da fundação de uma lanchonete cuja missão era atrair e evangelizar jovens da capital cearense. Em 1983, mudou-se para um espaço maior e passou a ser conhecido como “Shalom da Paz”, por localizar-se na área pastoral da paróquia Nossa Senhora da Paz. Até hoje, o Shalom da Paz existe em Fortaleza e é o maior centro de evangelização da Obra Shalom. Ao considerar a atenção e o carinho especiais dedicados aos jovens, por ter nascido entre eles e com eles comprometer-se, a Comunidade privilegia, nos centros de evangelização, atividades e espaços voltados para a juventude, sem esquecer-se dos demais públicos. Os centros de evangelização localizam-se em cidades onde a Comunidade atua. No entanto, mesmo nos lugares onde eles não existem, o Carisma Shalom se expressa através de estruturas e grupos de Difusão da Obra.   Encontre um Centro de Evangelização Shalom perto de você.

Espiritualidade

“Que fazer, ó Senhor, a não ser amar-Te perdidamente! Entregarmo-nos a Ti com toda a nossa fraqueza e, apesar dela, nos consumirmos de amor por Ti e sermos servos de Teu Reino?” (Escrito Amor Esponsal). A Espiritualidade Shalom está embasada no amor incondicional, “esponsal”, a Jesus Cristo e na vivência radical do Evangelho. O Amor Esponsal, que gera união à vontade divina, desabrocha e amadurece no cultivo da intimidade com Deus, fomentada em profunda vida de oração pessoal e comunitária. A oração é guia eficaz na experiência de Contemplação, Unidade e Evangelização. São mestres da vida espiritual Santa Teresa de Jesus, que trilhou caminho de união íntima com o Senhor através da oração pessoal, diária e contemplativa, e São Francisco de Assis, modelo de despojamento e total oferta de vida. Conhecimento da Palavra, zelo pelos sacramentos, amor à Eucaristia e à Virgem Maria, louvor, penitência e vivência dos tempos litúrgicos são elementos essenciais à intimidade com Deus no Carisma Shalom. Também constituem a Espiritualidade: a vida fraterna, o apostolado exercido no serviço a Deus e aos irmãos, a forma de vida acolhida como dom divino e a vivência do espírito dos conselhos evangélicos “pobreza, obediência e castidade”.

Cofundadora

Maria Emmir Oquendo Nogueira é cofundadora da Comunidade Católica Shalom. Casada e mãe de quatro filhos, nasceu em Fortaleza (Brasil). Residiu no Rio de Janeiro dos cinco aos vinte anos, devendo sua formação intelectual e religiosa às irmãs lourdinas e ursolinas e, na universidade, aos padres jesuítas. Ao retornar a Fortaleza, formou-se em Letras e especializou-se no ensino de Inglês para estrangeiros, linguística e fonética, como “extended student” da Universidade de Michigan. Pertencente a uma família católica, nunca se afastou da fé. No entanto, logo após o casamento, em 1973, sua prática religiosa restringia-se à missa dominical até que, em 1976, fez o Cursilho de Cristandade, a convite do esposo, Sérgio Nogueira, que participara do encontro meses antes. Em 1977, ambos fizeram o Seminário de Vida no Espírito Santo e passaram a apoiar os jovens da Arquidiocese de Fortaleza. A experiência com Deus suscitou também o amor pela oração, pela Palavra e pelos pobres. Aproximou-se do padre jesuíta Felipe Prévost, que se tornou seu diretor espiritual, e do padre Caetano Minette de Tilesse, teólogo da Renovação Carismática conhecido por conta de sua atuação no bairro Cristo Redentor, em Fortaleza. Ali, Emmir trabalhou com os pobres e aprendeu a abrir-se aos carismas do Espírito Santo. Em 1978, conheceu Moysés Azevedo no apostolado com os jovens. Tornaram-se grandes amigos, unidos pelo amor ao Senhor que lhes inspiraria, mais tarde, a fundação da Comunidade Católica Shalom, fruto de sonhos partilhados que visavam à evangelização dos jovens e à glória de Deus. Em 1986, ingressou na Comunidade de Vida Shalom, na qual fez promessas definitivas em 2012. É autora de artigos e livros de espiritualidade, estudos bíblicos e formação humana. Dedica grande parte de seu tempo ao ensino através da mídia e de pregações e conferências no Brasil e em outros países.

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