Entre os dias 25 e 28 de setembro, o Papa Leão XIV realizou uma visita apostólica à França, passando por Paris, Lourdes e Metz.
Ao longo da viagem, o Pontífice encontrou jovens, famílias, pessoas em situação de vulnerabilidade, autoridades e comunidades cristãs, além de celebrar momentos de oração e Santa Missa. Em diferentes ocasiões, destacou a missão da Igreja, a dignidade humana, a esperança e o compromisso com a paz.
A passagem do Papa também foi vivida de perto por missionários da Comunidade Católica Shalom, que participaram de diferentes momentos da programação. Para eles, estar nesses encontros foi uma oportunidade de experimentar a fé em comunhão com a Igreja e perceber de forma concreta os apelos deixados pelo Pontífice.
Missionários da esperança em Lourdes
O casal Gustavo e Bruna de Sousa, missionários da Comunidade de Aliança da missão de Perpignan e residentes em Toulouse, foram até Lourdes com as filhas e milhares de fiéis para acompanhar a passagem do Pontífice pelas ruas até o Santuário de Nossa Senhora de Lourdes.
No local, Leão XIV rezou na Gruta das Aparições de Massabielle e encontrou peregrinos que foram à cidade mariana para viver esse momento de fé. Para os missionários, estar entre a multidão e acompanhar de perto a visita do Papa tornou a experiência ainda mais significativa.
As 80 mil vozes saúdam Leão
Quem também viveu a graça de acompanhar o Papa foi o missionário da Comunidade de Aliança Pablo Oqueres, que participou da vigília com aproximadamente 80 mil jovens no Stade de France, maior estádio da capital francesa.
Para Pablo, um dos momentos mais marcantes foi perceber o desejo de santidade presente entre os jovens. “Uma das primeiras coisas que o Papa disse foi: ‘vocês são os santos da França’”, recorda. Ele também destacou a presença de jovens catecúmenos, que se preparam para receber o Batismo, como um sinal da renovação da fé no país.
O missionário ressaltou ainda o apelo do Pontífice sobre a verdadeira liberdade encontrada em Cristo. Para ele, a experiência revelou “a sede que existe no coração do jovem francês” e deixou um chamado pessoal: “Saí sentindo também um envio: o de ser testemunha neste país que tanto precisa”.
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