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O amor de um filho pela mãe o levou a escalar a parede de um hospital

Em entrevista a uma emissora local, o homem declarou: “Se eu tivesse a possibilidade, daria minha vida para que ela ficasse viva por mais um tempo”. Ele ainda pediu que todos tenham mais cuidado com os mais velhos.

comshalom

A imagem de um homem sentado na janela de um hospital emocionou o mundo nos últimos dias. A cena, que aconteceu na Cisjordânia, revela o amor de um filho pela mãe que estava internada com sintomas de Covid-19. Jihad Al-Suwaiti, de 30 anos, conta que não sabe como chegou àquela janela. O desejo do rapaz era acompanhar sua mãe no hospital, mas, por conta do risco de contágio, não foi permitida a sua entrada. Foi daquela janela que o Jihad viu sua mãe pela última vez, antes dela falecer.

Em entrevista a uma emissora local, o homem, lamentando o acontecido, declarou: “Se eu tivesse a possibilidade, daria minha vida para que ela ficasse viva por mais um tempo”. Ele ainda pediu que todos tenham mais cuidado com os mais velhos. A dolorosa história de Jihad é também um testemunho de amor filial. O homem não abandonou sua mãe em nenhum momento. Fez de tudo o quanto pode para estar com ela. Inclusive, esse foi o motivo dele ter escalado a janela do hospital.

A dor de não poder acompanhar ou não ter notícias sobre um parente ou mesmo um amigo é enorme diante de situações como a que o rapaz vivenciou. Não se sabe como era a relação dele com sua mãe, mas, pela atitude de Jihad, é possível contemplar um amor disposto a vencer desafios para ir ao encontro de quem se ama. Os homens e mulheres quando sentem esse forte apelo no coração são capazes de realizar atos inimagináveis, sobretudo quando esse apelo parte de um amor autêntico e verdadeiro, como de um filho por uma mãe ou vice-versa.

O que aprender com essa história?

Amar mais e amar hoje. O conselho do cisjordaniano é claro: cuidem dos mais velhos. Cuidar é amar: amar sua mãe, seu pai, sua avó, seu avô, sua irmã, seu irmão, etc. Amar de forma completa, inteira, plena. Neste tempo de isolamento social e convívio familiar intenso, é preciso valorizar mais as qualidades do que apontar os defeitos daqueles com quem se compartilha a vida.


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