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Obrigado, Senhor, pelas mulheres!

Frei Patrício Sciadini, ocd.Irmã Elisabeth da Trindade, ocd. O Papa João Paulo II declarou o dia internacional da mulher, “o dia do Jubileu das mulheres”.Aproveitando esta oportunidade, quero prestar a minha homenagem a todas as mulheres e agradecer-lhes a força que possuem de humanização e de amor, capazes de conquistar o coração e de fazer-nos experimentar a ternura e a bondade de Deus. A mulher, mais do que o homem, é um reflexo do amor trinitário onde, na comunicação do amor, a vida se faz presente e comunica-se.A missão da mulher é imensa neste momento histórico em que estamos vivendo. Será sua missão não permitir que a humanidade se distancie das coisas belas da vida. Ela carrega toda a força ...

No rosto de cada enfermo brilha o rosto de Cristo

Encontro na Jornada Mundial do Enfermo No rosto de cada enfermo brilha o rosto de Cristo, constatou Bento XVI nesse domingo, ao celebrar a Jornada Mundial do Enfermo. Esta é a mensagem que dirigiu à noite, no final da missa presidida pelo cardeal Camillo Ruini, bispo vigário de Roma, na Basílica de São Pedro, no Vaticano, para os enfermos, muitos deles vindos graças à Obra Romana para as Peregrinações. «No rosto de todo ser humano, em particular se sofre ou está desfigurado pela enfermidade, brilha o rosto de Cristo, que disse: ‘o que fizestes a uns destes irmãos meus pequeninos, a mim o fizestes’ (Mateus 25, 40)», disse o Papa. O Santo Padre quis que esta Jornada servisse para «fazer ...

Elisabete da Trindade, mestra de santidade

Frei Patrício Schiadini, ocd. A santidade não é uma moda que vai e vem. Não é algo de supérfluo na dimensão do evangelho, mas sim necessário e fundamental. É uma palavra que muitas vezes nos assusta e por isso preferimos não pronunciá-la. Muitos pensam que ser santo é ideal de poucas pessoas que são visitadas por Deus com graças especiais. É um dom de alguns que são gigantes no espírito. Mas a maioria de nós, pobres cristãos de “chinelo de dedo”, que todos os dias lutamos para sobreviver na vida material pelo trabalho e na vida espiritual também, não somos chamados a subir tão alto e escalar montanhas de perfeição, quer sejam o monte Sião ou o monte Carmelo. Uma ...

Takashi Nagai, Um canto para Nagasaki

Jean-Luc Moens Takashi Nagai nasceu em 1910 no Japão em uma família de médicos xintoístas. Em 1932, formou-se em medicina pela Universidade de Nagasaki. Perdeu a fé xintoísta pelo contato com o racionalismo científico. Um ano antes do fim de seus estudos, Takashi leu os “Pensamentos” de Blaise Pascal e ficou irritado pelas pretensões absolutas desse autor acerca do catolicismo, mas, ao mesmo tempo, ficou intrigado. Decidiu procurar um quarto na casa de uma família católica da cidade, a fim de se informar discretamente sobre a fé cristã. Em 1933, Takashi foi chamado para servir no exército japonês durante a guerra da Manchúria. De volta, entrou na igreja de Nagasaki durante a noite de Natal e encontrou-se com o padre. ...

Apresentação do Senhor

Embora esta festa de 2 de fevereiro caia fora do tempo de natal, é parte integrante do relato de natal. É uma faísca do natal, é uma epifania do quadragésimo dia. Natal, epifania, apresentação do Senhor são três painéis de um tríptico litúrgico. É uma festa antiqüíssima de origem oriental. A Igreja de Jerusalém já a celebrava no século IV. Era celebrada aos quarenta dias da festa da epifania, em 14 de fevereiro. A peregrina Eteria, que conta isto em seu famoso diário, acrescenta o interessante comentário de que se “celebrava com a maior alegria, como se fosse páscoa”‘. De Jerusalém, a festa se propagou para outas igrejas do Oriente e do Ocidente. No século VII, se não antes, havia ...

Faze-te ao largo, lança tua rede

Este é um dos temas fortes da Carta Apostólica Novo Millennio Ineunte, que João Paulo II escreveu para toda a Igreja no início deste ano. Ele entregou esta carta à Igreja no dia seis de janeiro, dia da Epifania do Senhor, dia também em que encerrou o Ano Jubilar. E João Paulo II diz: "Quantas graças não podemos ver, mas com certeza Deus fez na vida de cada um… Não podemos ficar parados, com tantas graças que recebemos". Essas graças que todos nós recebemos, não devem ficar retidas sobre nós mesmos. Pela comunhão dos santos essas bênçãos circularam por toda a Igreja, e nós as recebemos não para nós mesmos, apenas, mas para testemunharmos Jesus Cristo neste novo milênio, cheios ...

Novas crenças nos fenômenos religiosos e na magia

Pelo professor de teologia de Manila José Vidamor B. Yu Para o fim do milênio, o homem renovava seus desejos de uma nova humanidade que se libertaria de distintos problemas humanos e da desordem do mundo através de uma nova filosofia, espiritualidade ou estilo de vida. Nos começos de um novo milênio, se teve que desenvolver uma nova religião e uma nova forma de praticar a fé enfatizando o que é fácil ou pragmático. Alguns começaram a considerar o ocultismo, a magia e os fenômenos religiosos através dos ritos religiosos pré-cristãos. A fome de transcendência que se faz evidente hoje em algumas pessoas aparece no desejo de unir-se às forças da natureza, mediante o redescobrimento dos mistérios que jazem ocultos ...

Discurso do Papa João Paulo II aos Participantes do Congresso Mun

Discurso do Papa João Paulo II aos Participantes do Congresso Mundial dos Movimentos Eclesiais «Subitamente ressoou, vindo do céu, um som comparável ao de forte rajada de vento, que encheu toda a casa onde se encontravam. Viram, então, aparecer umas línguas à maneira de fogo, que se iam dividindo, e poisou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios de Espírito Santo» (Act 2, 2-3). Caríssimos Irmãos e Irmãs! 1. Com estas palavras os Actos dos Apóstolos introduzem-nos no coração do evento do Pentecostes; apresentam-nos os discípulos que, reunidos com Maria no Cenáculo, recebem o dom do Espírito. Realiza-se assim a promessa de Jesus e inicia o tempo da Igreja. A partir daquele momento o vento do Espírito levará os ...

Gocce

Liv arrasta o corpo inerte do peregrino deserto afora. Vasto, vastíssimo aquele deserto cercado de picos de pedra em forma de grades. Em todo o trajeto, porém, não há pegadas. Estas se concentram aos milhões somente em volta da caixa sempre encontrada e sempre perdida. Montam guarda, como tristes testemunhas do estranho fascínio que o dinheiro exerce sobre o homem.“Se eu te perguntasse, pobre peregrino, para que queres tanto dinheiro, tanto ouro, saberias responder? Claro que não! Como todos os outros tu o queres somente para tê-lo, nada mais. Em tua ilusão, ele te garante o poder, o prazer, a vida fácil. Tolo! Estúpido que és, peregrino teimoso! Depois de tanto ter conquistado, deixaste que algumas barras de ouro te ...
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