Alguma vez, você já gostou tanto alguém que o medo de fazer algo errado te paralisou a ponto de não agir certo? Até que o orgulho ou a vaidade te impedissem de ser você mesma? Ou até colocar tudo a perder quando, justamente, céus, essa era aquela pessoa que você jamais desejaria ver partir.
E se pergunta como é que, aqui, mesmo com certa intelectualidade, volta e meia, a gente dá bem de cara com o analfabetismo afetivo. Não é assim? Sendo traída pelas próprias emoções.
A gente demora a entender que, esse outro ser, com quem me relaciono, não sou eu. E ele nem sabe como é ser como sou. E às vezes parece incapaz de entender minhas necessidades.
Falo de pequenas frustrações do cotidiano, as brigas por coisinhas. Quantas vezes, usamos as diferenças para quedas de braço. Entramos em discussões só pra ver quem ganha. Essa mania de impor nossas ideias. Esse desejo pelo domínio. E em vão, luto comigo mesma. Porque, ao feri-lo, sinto a ferida arder em mim.
É que Deus, que nos criou à Sua imagem e semelhança, como seus filhos, e iguais em dignidade, criou a sacralidade deste encontro, propriamente: na complementaridade. Na riqueza das diferenças. Ao olhar para esse desigual, sou convidada a sair da autossuficiência. Esse ser tão distinto a mim, e que tanto me desafia, é quem me leva a cultivar virtudes e a amar com mais gratuidade. Amando conforme o plano divino.
CONVITE
A você que quer saber mais, a psicóloga clínica Adilia Ramos estará em São Paulo dia 18 de Maio ministrando a palestra: “Homem e Mulher: a beleza das diferenças”. Especialista em logoterapia, fenomenologia, e com ampla experiência atendendo mulheres solteiras e casadas, ela já confirmou presença como uma das cinco palestrantes que sobem ao palco do encontro de mulheres: Para Falar de Amor.
Fique por dentro e convide suas amigas.
