Celibato, uma fecundidade não-estéril

O Celibato pelo Reino dos Céus sempre será pela Igreja, pelos jovens, pela humanidade, a serviço do Amado que não nos escraviza como “servos”, mas nos chama de “amigos”, onde não podemos descansar enquanto o anúncio da vinda do Teu Reino de Glória que há de vir não tenha sido cumprido com bastante entusiasmo e esperança.

Poema ‘Tens medo?’

Há algumas pessoas em especial, o Senhor chama ao Celibato pelo reino dos Céus. Leia o poema de Marcelino da Silva sobre esse estado de vida

O que fazer quando a idade ou mesmo a enfermidade chegam na vida missionária?

Um missionário, um consagrado é um ser humano como qualquer outro. Isso significa que os anos também chegam para ele. Junto com esses anos, aparecem os frutos de uma vida dedicada e ofertada a Deus, mas surgem também as consequências naturais em seu corpo e em áreas emocionais e até espirituais.  Diferente de um profissional qualquer do meio secular, não existe aposentadoria na vida missionária e consagrada a Deus. Claro, mudará talvez o modo de continuar servindo, trabalhando e se doando, no entanto, o missionário continuará sempre atuante. Sua oferta continuará frutificando, ainda que seja na forma de um testemunho silencioso e louco aos olhos do mundo, porém, mais reluzente e agradável aos olhos de Deus do que o anterior.  ...

Poema “Coragem que vem do Amor”

Posso ver o teu novo a minha frente  E mesmo com resquícios do velho em mim  A fé que vem da oração me revela que posso ir além  Retoma o que é teu Senhor  Toma-me em teus braços Dá-me novamente o pão que sacia  E então lança-me nas tuas águas profundas de amor e misericórdia Disponho-me a servir-te, a dar-te o meu melhor Comprometo-me com tua voz, com minha vocação, com o povo que me confias  Se tua mão me guiar, confiante eu prossigo Peço somente que sejas Tu a viver e amar em mim  E nessa coragem que vem do teu doce amor  Trago a certeza da felicidade nos teus caminhos  Pois o que são meus planos, sonhos e  ...

Socorro! Tem um consagrado aqui

07h10 da manhã. Chego na estação de trem de Toulon (França), após pegar um ônibus de casa. Objetivo: ir a Paris a fim de representar a Comunidade em um encontro reunindo vários movimentos e comunidades. Ao redor vejo: jovem de cabelo azul, jovem com fone de ouvido vestido todo de preto, adulto comendo a deliciosa baguete francesa, casal de idosos conversando,  pessoas mexendo em seus smartphones,  fiéis muçulmanos com véu,  outros com longa barba, esportista carregando material em sacola…ponto comum: ninguém olha diretamente para ninguém. 07h40, entramos no trem, essa maré humana portadora de pessoas tão diferentes e tão indiferentes. Cada um se isola no seu lugar. De repente,  a impressão que tive dentro do ônibus e  na estação de ...