Jake Trevisan promete animar a madrugada de sábado para domingo no Halleluya

Se você vai viver essa experiência de virar a noite no Halleluya 25 anos de sábado para domingo, precisa já conhecer a cantora Jake Trevisan. Jake nos contou um pouco de sua história pessoal e na música, e nos falou sobre o show super animado que ela está preparando para o Festival! Natural do Estado de São Paulo, ela traz um estilo bem dançante e bem brasileiro para suas músicas. Jake deixou sonhos e uma carreira para responder ao chamado de Deus para evangelizar através da música. O portal comshalom traz para você uma entrevista com esta artista que vem para o Festival Halleluya 25 anos com muita animação e com tudo o que o clima celebrativo desta edição quer oferecer aos participantes   Como foi o seu início na música católica? Eu comecei na música católica junto com a minha família. Minha mãe tinha o desejo de incluir a gente dentro do serviço pastoral, dentro da vida comunitária, para viver um catolicismo mais praticante, mais aprofundado. Então ela comprou uma guitarra para mim, uma bateria para o meu irmão e um teclado para minha irmã. E nós começamos a aprender música juntos, porque nós notamos uma tremenda carência dentro da nossa comunidade por músicos, por pessoas voluntárias. E nós ficamos um ano trabalhando como autodidatas. Não havia internet nessa época, eu tinha lá pelos meus dezesseis anos, e ali nas revistinhas, a gente ia aprendendo os acordes, aprendendo música. Fomos evoluindo e depois de um ano ensaiando nos colocamos a serviço da comunidade. Começamos a trabalhar com jovens, na Santa Missa, e tudo foi uma grande descoberta e um encantamento para nós. Era algo tão grandioso alcançarmos aquele patamar que a gente fazia com muito amor. Eu me lembro que a minha mãe investia muito em nós, porque a gente tinha caixa de som e depois outros instrumentos percussivos. Foi tudo construído com muito aprendizado técnico e espiritual também. Muitas vezes a gente montava os instrumentos para ensaiar, mas começávamos a orar e só ficávamos em oração, meditando a Palavra. Acabava o nosso tempo e a gente nem ensaiava, a gente só se aprofundava no Senhor! Fomos por muitos anos treinados nessa vida de amorização com o Senhor, de construção de um relacionamento concreto com Deus. De onde veio a inspiração de usar um ritmo tão dançante para suas músicas? O estilo musical nunca foi uma escolha do nosso grupo, porque eu nunca caminhei sozinha, eu caminhei com minha família, meus irmãos, e depois se achegaram outros jovens. Então a gente nunca pensou em ter um estilo musical, nós pensávamos em ser um ministério de louvor, um ministério de serviço ao altar. Porém, existia uma identidade nossa que era sempre muito percursiva, muito alegre, muito vibrante. Nós começamos a compor e tudo era muito ritmado! Especialmente influenciado pelos ritmos afro e pela música baiana. Então a gente teve essa vibração que nem sempre era aplicável dentro da Santa Missa. Mas dentro dos louvores jovens, dos barzinhos de Jesus na época, nós fazíamos muito a alegria, o louvor. Gravar música nesse estilo não foi uma busca nossa. Foi quando a gravadora Codimuc buscava uma cantora de axé pra um CD de axé que eles me encontraram e notaram em mim essa identidade bem abrasileirada. E todo mundo pergunta: “Jake você é baiana”? Mas não, eu sou nascida e criada em São Paulo, minha mãe é alagoana e meu pai é mineiro, mas nós temos essa mistura brasileira. O meu primeiro CD acabou sendo então da “Jake, a guerreira do amor”, porque o nome do nosso grupo, do nosso ministério, era guerreiros do amor.  Além de ser cantora, você já trabalhou e se formou em outras áreas, você ainda tem outros projetos paralelos ou se dedica exclusivamente à música hoje? Meu primeiro sonho na vida foi ser uma atleta olímpica. Então eu fui corredora de quatrocentos e oitocentos metros, treinei muitos anos da minha vida, ali da minha adolescência até o início da minha juventude, naquela busca incessante. Foi quando a gente se deparou com todo o investimento que nós precisaríamos ter para aquilo continuar, e meu pai falou: “filha nós não podemos”. Parte para uma outra, vai se formar. E aí foi quando eu escolhi a publicidade. Eu sou muito ligada à comunicação, então publicidade e propaganda foi meu curso de formação acadêmica. Mas o Senhor tinha, de fato, um projeto mais profundo como toda essa entrega na vida cristã que foi acontecendo no momento certo. Eu já estava trabalhando na área da propaganda e o Senhor me tirou dali, e já me colocou na estrada. Foi quando eu perguntei: “Senhor, e agora?” e Ele falou assim: “Eu quero você em águas mais profundas”. Depois disso eu entreguei a minha vida toda para a vida missionária. Eu não tenho projeto paralelo a isso. Meu esposo às vezes até me pergunta se eu não quero fazer outra coisa. Eu já tenho a minha família que é a minha missão principal, que demanda muita atenção, muita entrega, mas eu não quis ter nada além da vida missionária, de ser uma porta voz, uma profeta do Evangelho. Então isso é o meu plano de vida e não pretendo mudar, a não ser que o Senhor mesmo me conduzir por outro caminho. Como o público do Halleluya pode acompanhar seu trabalho para já estar ensaiado para seu show? Eu quero ver esse povo ‘muito pra cima’, muito cheio da presença de Deus, porque o tema do meu show vai ser “Ele está no meio de nós”. Nós vamos começar com esta música e eu quero que essa semana a galera acompanhe na minha rede social aí no Instagram @jaketrevisanoficial e nós vamos juntos aprender “Javé Shamá”, porque Ele está no meio de nós. Esse show no Halleluya vai ser sobre esta presença viva do Senhor, da alegria do Senhor, desta vivacidade presente no povo de Deus. Eu quero ver o povo disposto a abraçar o meu ministério, com toda esta força que o Espírito

Conheça a Banda Reale, atração internacional do Festival Halleluya 2023

A Reale é uma banda italiana que tem se dedicado a comunicar sua própria experiência de fé por meio de canções, shows e testemunhos profissionalmente desde 2009. Os fundadores da banda são Alessandro Gallo e Francesca Cadorin, que se conheceram na Comunidade católica Cenáculo, fundada por Madre Elvira, enquanto lutavam contra a dependência química. Dentro dessa comunidade, iniciaram um trabalho na música que tomou proporções que eles não esperavam. Alessandro e Francesca são casados e junto com o restante da banda já lançaram 4 álbuns e vários singles. Já estiveram em turnê 5 vezes ao longo da carreira. Seu último single, “Parole e Silenzi” (2022), foi traduzido em quatro idiomas: italiano, espanhol, inglês e português. Isso ajudou a divulgar sua música no exterior e permitiu que eles fizessem shows em 2022 nos Estados Unidos, na Alemanha e na Polônia. A versão em português foi gravada com a Irmã Ana Paula da Comunidade Carmelitas Mensageira do Espírito Santo. Amanhã, dia 18 de julho, lançarão um vídeo oficial com outra cantora brasileira, que também estará no Festival Halleluya. A canção “No teu nome” é em parceira com a cantora Ziza Fernandes e fala da grandeza de Deus e da pequenez do homem e do desejo de nos entregar ao Senhor.  A Banda Reale vai se apresentar no palco do Halleluya pela primeira vez e eles mandaram uma mensagem para todo o público que estará presente na sexta feira do festival. A banda será a primeira atração musical do Halleluya 2023 na noite de sexta, dia 21 de julho. Eles nos contaram um pouco de sua trajetória na música e sobre o que podemos esperar do seu show. “Na verdade faz muitos anos que tínhamos o desejo de participar do Festival Halleluya. E foi uma porta que se abriu para nós repentinamente. Esperamos viver uma experiência profunda, que antes de tudo, muda nossos corações“, conta Francesca. Você pode conferir toda a entrevista da Banda Reale no Youtube do Shalom Fortaleza ou no Instagram. Vale a pena conhecer melhor o trabalho deles e estar preparado para o show que abre a terceira noite do Halleluya deste ano.                Ver essa foto no Instagram                       Uma publicação compartilhada por Shalom Fortaleza (@shalomfortaleza)   Leia Mais  Festival Halleluya em Fortaleza anuncia edição celebrativa e atrações Festival Halleluya: confira a programação do Palco Adventure 2023 Você faz o Halleluya: 25 anos marcando a cidade de Fortaleza Serviço: Festival Halleluya Quando: 19 a 23 de julho Local: CEU – Condomínio Espiritual Uirapuru Compra lounge: Lounge Festival Halleluya 2023 Ingressos, Castelão | Eventbrite Mais informações: www.festivalhalleluya.com/ Siga o Halleluya nas redes sociais: Instagram Facebook Youtube Entrada Gratuita

Mais que um show: um momento de oração

Halleluya São Paulo proporciona uma experiência de intimidade com Deus, em meio a diversão e oração, no Largo da Batata A vida agitada dos paulistas ganhou um festival à altura, no domingo, 11. Contudo, a diferença está no que o Halleluya São Paulo proporciona: um momento de oração em meio a diversão. O primeiro show entregou muita alegria e oportunidades de se aproximar de Deus, através do clamor pela santidade dos irmãos da Fraternidade São João Paulo II.  Conhecidos principalmente pelo sucesso “Terra Seca”, eles iniciaram sua apresentação com hits animados, que levaram os participantes a louvar e reconhecer as maravilhas de Deus. Ao olhar para o palco, era nítido enxergar a sintonia e uma grande sede pelo Reino dos Céus. Ao conversar com o público, eles afirmavam que essa sensação é indescritível e uma oportunidade de se reavivar a fé. Muitas pessoas pisaram no Halleluya São Paulo pela primeira vez, como é o caso de Daniel Caetano, natural de Pernambuco. Ele vive em São Paulo desde 2013, mas somente agora seus amigos o incentivaram a ir para o festival. Antes mesmo do show começar, ele comenta que já estava empolgado com a performance da Fraternidade. Com uma camiseta oficial do grupo e um sorriso contagiante, o jovem declara:  “Eu não vivia muito na Igreja, então quando comecei a frequentar, a minha fé em Jesus só vem aumentando e a minha diversão também, então não tem coisa melhor do que estar no caminho do Senhor, é uma benção”.    A Unidade faz a força e colabora com a diversão  Contemplar os shows do Halleluya foi uma experiência única, mas prestar atenção na plateia era enxergar o significado de unidade. Com a pluralidade de São Paulo, ainda era possível ver uma mesma sintonia, todos no ritmo do amor a Deus e em busca de uma fé reavivada e perseverante na ação do Espírito Santo. Tal sentimento vem dos próprios participantes e também foi declarado pelos cantores. O irmão Gabriel da Fraternidade São João Paulo II, descreve:  “Quando entramos no palco foi uma das melhores sensações da vida. Nós olhávamos para o público e reconhecemos cada rostinho ali, poderíamos chamar cada um pelo nome. E isso é muito bonito porque dá esse sentimento de família, igreja e comunhão. Nós estávamos unidos ali por um único objetivo que é salvar a juventude, rezar pelos jovens e levar eles a terem uma experiência com Deus”.   Um chamado especial aos jovens  O irmão Samuel Maria, afirma a intenção das músicas de aumentar essa conexão entre os jovens e a santidade. Ele confirma  que a força da unidade consegue comunicar o caminho divino, independente do ritmo escolhido: “Pra mim é uma experiência extraordinária, imaginar que essa variedade de músicas que a fraternidade propõe, alcança o coração dos jovens. Faz parte do nosso carisma e da nossa espiritualidade, o lema de São Paulo aos Coríntios “fiz-me tudo para todos” (Cor 9,22). Onde estiver um jovem, lá tem que estar a fraternidade. Se o jovem estiver no meio da música, seja o ritmo que for, o nosso Senhor vai apresentar essa realidade e estaremos falando a linguagem deles e atraindo eles para Cristo.” A cantora e compositora Madga Maria Barbosa descreve a proposta de cuidar da juventude e lutar pela salvação de todos. Ela afirma que diante da correria do dia a dia, poucas vezes as pessoas disponibilizam um tempo de qualidade para Deus. É nesse contexto que entra momentos de oração e intimidade como esse: “Cada um de nós, estamos preocupados em muitas vezes correr atrás daquilo que é nosso, em vez de correr atrás daquilo que é o Reino dos Céus. Hoje estar aqui no Halleluya é muito especial, porque é como se um pedacinho do céu pudesse vir ao Largo da Batata e estar junto desses jovens que têm corrido muito. E que o nosso Senhor possa tocar muito o coração deles, no despertar desse desejo de estar mais próximo de Nosso Senhor Jesus”. Sofia Maria, Consagrada leiga da Fraternidade São João Paulo II, descreve uma realidade específica. Ela confessa que as pessoas ficam felizes em conhecê-los e que o SIM deles inspiram muitos a ter essa coragem para viver os desígnios do Reino de Deus. “As pessoas veem que nós somos meros servos inúteis de Deus. Então muitas nos enxergam com a coragem de tomar a decisão pelo caminho de Deus. E nós queremos também levar essa realidade e eu vejo isso no Halleluya, que as pessoas estão sedentas e quando elas nos encontram, elas veem que nós temos essa decisão, a coragem e ousadia de falar SIM e elas se sentem impulsionadas. Uma coisa que sempre falam, o testemunho, ele arrasta”. Sofia também descreve que a Fraternidade SJP II, não faz um show e sim um momento de oração. Com essa frase, ela descreve tudo o que aconteceu no dia 11 de junho no Largo da Batata – Faria Lima em São Paulo. Jovens, adultos e crianças participaram de um festival de música, que foi uma experiência completa com o amor de Jesus e os Seus cuidados e Sua misericórdia com esse povo.      Por Isabella Rocha  Obra Shalom Missão São Paulo

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