Teresina acolhe mais de 600 jovens na 1ª Jornada Regional da Juventude Shalom
Comunhão, espiritualidade e esportes marcaram o encontro que reuniu o Regional Nordeste Norte.
Comunhão, espiritualidade e esportes marcaram o encontro que reuniu o Regional Nordeste Norte.
Faleceu no dia 13 de maio, aos 98 anos, Dom Pierre Mouallem, arcebispo emérito de Acre, Haifa, Nazaré e toda a Galileia. A vida de Dom Pierre marcou profundamente a história da presença da Comunidade Católica Shalom na Terra Santa. Sua partida acontece após décadas de dedicação à Igreja e de uma amizade fecunda com o carisma Shalom, especialmente na missão da Galileia, que neste ano celebra 26 anos de presença missionária. A relação entre Dom Pierre e a Comunidade teve início de forma providencial, durante um Congresso Mariano promovido pela Comunidade Shalom em Quixadá, no Ceará, em 1997. Na ocasião, então arcebispo melquita do Brasil, Dom Pierre foi convidado para pregar sobre Maria na liturgia e espiritualidade orientais, apresentando à Comunidade a riqueza da tradição cristã do Oriente, em profunda sintonia com a visão de São João Paulo II sobre os “dois pulmões” da Igreja: Oriente e Ocidente. Receba notícias do comshalom no seu Whatsapp Primeiros passos Naquele mesmo período, Dom Pierre recebeu do Papa a missão de assumir a Arquidiocese Melquita da Galileia. Tocado pela espiritualidade e pelo carisma da Comunidade Shalom, manifestou o desejo de contar com missionários da Comunidade em sua nova diocese, reconhecendo ali um dom para a Igreja na Terra Santa. “Foi um caminho totalmente conduzido pela providência divina. Jamais imaginávamos uma missão na Galileia, mas Deus quis assim”, lembra Moysés Azevedo, Fundador da Comunidade Shalom, ao recordar o início da missão. Segundo testemunho da missionária Lorena Gadelha, Dom Pierre foi “a ponte da Comunidade para a Terra Santa”, acreditando profundamente que o carisma poderia contribuir com a evangelização naquele contexto tão singular. Mesmo em uma realidade marcada pela forte tradição oriental, ele demonstrava abertura à ação do Espírito Santo e acolheu com coragem a novidade do carisma. “Ele acreditava na nossa missão na Terra Santa. Viveu conosco todos os desafios do início, de inculturação, adaptação e tradução do carisma naquela realidade, mas sempre apoiando, sempre acreditando muito”, recorda Lorena Gadelha. Shalom na Terra Santa Foi por iniciativa de Dom Pierre que a Comunidade abriu sua primeira casa na Terra Santa, no vilarejo de Rameh, na Alta Galileia, norte de Israel. Sua confiança tornou possível a implantação da missão e o desenvolvimento de uma presença que, ao longo dos anos, alcançou peregrinos, jovens, famílias e cristãos locais. Mesmo após tornar-se bispo emérito, Dom Pierre permaneceu próximo da Comunidade, acompanhando os missionários com amizade e carinho paternal. Conservava com alegria a lembrança de ter sido aquele que convidou a Comunidade para a Terra Santa e se alegrava ao contemplar os frutos da missão. Em carta enviada a Monsenhor Yousef Matta, Arcebispo Melquita de Acre, Haifa, Nazaré e toda a Galiléia, por ocasião do falecimento de Dom Pierre, Moysés Azevedo expressou a gratidão da Comunidade. “Para a Comunidade Shalom, Dom Pierre sempre foi um pastor muito próximo e amigo. Guardamos com gratidão sua acolhida generosa, seu carinho pela missão e, de modo especial, o fato de ter sido ele quem, ao conhecer a vocação Shalom, manifestou o desejo e fez o pedido para que a Comunidade viesse à Terra Santa.” Neste tempo pascal, a Comunidade Shalom une-se à Igreja da Terra Santa em oração e gratidão pela vida de Dom Pierre Mouallem, testemunha da esperança do Ressuscitado e pastor que abriu caminhos para que o carisma Shalom florescesse na terra de Jesus. Biografia Dom Mouallem nasceu na Palestina. Estudou no Líbano e em Paris, e falava oito línguas – árabe, inglês, francês, italiano, português, grego, hebraico e latim. Foi ordenado em 21 de novembro de 1955, como padre da Sociedade dos Missionários de São Paulo (greco-melquita). O Papa Paulo VI o nomeou membro da Comissão Católica para o Diálogo Teológico, Católico e Pan-Ortodoxo. Em 1992, presidiu o Colóquio Islamo-Cristão, em Paris. Em 20 de abril de 1990 foi nomeado bispo (eparca) de Nossa Senhora do Paraíso. Recebeu a ordenação episcopal em 29 de junho de 1990, através do Patriarca Greco-Melquita de Antioquia Máximo V Hakim. Foi nomeado em 29 de julho de 1998 como Arquieparca de Acre, Haifa e Galileia, jurisdições da Igreja Melquita, tornado-se emérito em 18 de julho de 2003. Igreja Greco-Melquita A Igreja Greco-Melquita Católica é uma das 23 Igrejas sui iuris (do latim “de direito próprio”) que compõem a Igreja Católica, cada uma com autonomia para governar seu rito e sua disciplina, todas em plena comunhão com o Papa e a Sé de Roma. Suas circunscrições eclesiásticas são chamadas de Eparquias — e não dioceses, como na tradição latina — e Exarcados, presentes em diversas partes do mundo. À frente de cada Eparquia está um Eparca, bispo responsável pela vida pastoral e espiritual do povo que lhe foi confiado. A Igreja Greco-Melquita Católica chegou ao Brasil trazida nos corações dos imigrantes sírios e libaneses que aqui lançaram raízes de fé. Em todas as Igrejas da Eparquia Greco-Melquita Católica no Brasil, no próximo domingo, 17 de maio, haverá Celebração em sufrágio das almas de Dom Jean-Clément Jeanbart (Arcebispo Emérito de Alepo dos Melquitas) e Dom Pierre Mouallem (Arcebispo Emérito de Acre, Haifa, Nazaré e toda a Galileia). Com informações da Eparquia Greco-Melquita Católica do Brasil.
Karol e Teury Carvalho transformaram o desejo de estar na Convenção Shalom em Roma em uma missão de fé e empreendedorismo; confira o testemunho deles.
Encontro na sede da Comunidade Shalom reforçou a comunhão entre o clero paraense e os setores que sustentam a evangelização na Amazônia.
Em catequese, o Santo Padre partilhou testemunhos marcantes da viagem apostólica ao continente africano e convocou os fiéis a serem instrumentos de reconciliação e diálogo.
Em missa para 30 mil fiéis na Guiné Equatorial, o Santo Padre concluiu sua terceira viagem apostólica internacional com um forte apelo à alegria missionária.
A história da Comunidade Shalom em São Luís é construída através de muitos irmãos, aqueles que sentem o desejo de amar a Deus e corresponder a esse amor. A história que começou em 1995 e perdura até hoje.
Na manhã desta quinta-feira, 2 de abril, o Pontífice presidiu a bênção dos Santos Óleos e refletiu sobre as três dimensões da missão cristã: esvaziamento, encontro e a fecundidade da cruz.
No dia 19 de março, a Igreja celebra São José, o pai adotivo de Jesus e esposo da Virgem Maria. Veja como sua vida foi marcada por virtudes!
As composições musicais do Shalom sempre foram um marco espiritual entre os tesouros e presentes que, como comunidade, ofertamos à Igreja. Isso se torna muito evidente quando, mesmo sem nos conhecerem, nossas canções litúrgicas, de louvor e de adoração chegam a diversas regiões do Brasil e são tocadas em inúmeros grupos de oração. A música pode marcar momentos históricos na vida das pessoas. Não é incomum encontrar testemunhos de irmãos que têm canções que marcaram profundamente sua experiência com Deus, seja no tempo de preparação para as primeiras promessas, na mudança de fase dentro do grupo de oração ou naquela música de adoração que, até os dias de hoje, é capaz de fazer transbordar até mesmo o coração mais duro. “As melodias desses cantos fixam-se na memória quase sem esforço e, ao mesmo tempo, as palavras e os conceitos se imprimem na mente.” (cf. Musicae Sacrae Disciplina) A força espiritual da música sacra A explicação para isto é que, na música religiosa, reside uma intenção muito além do que nas músicas seculares, pois ela tem a capacidade de exercer, nas almas dos fiéis, uma grande e salutar influência, quer seja usada nas igrejas durante as funções e as sagradas cerimônias não litúrgicas, quer fora da igreja, nas várias solenidades e celebrações. De fato, a música sacra, como parte integrante da Liturgia solene, participa do seu fim geral, que é a Glória de Deus e a santidade dos fiéis. É somente como auxílio da graça de Deus que, com Seu Santo Espírito, Ele inspira o seu povo a compor músicas, excluindo todo o profano, para que seja arte verdadeira que manifeste a beleza da liturgia. “A música sacra deve possuir santidade e bondade de formas.” (cf. Tra Le Sollecitudini) Missão Shalom de Quixadá celebra 35 anos com CD litúrgico inédito Sabendo de tais definições, a missão Shalom de Quixadá, que no ano de 2026 completa 35 anos de fundação, preparou um grupo que, encontrando-se em retiro para a escuta de Deus, dedicou-se à composição do CD litúrgico para a celebração dessa festa. E era justamente isso que o Senhor já nos falava na abertura do ano formativo da missão: é tempo de fazer festa! É tempo de júbilo! O esplendor da beleza, majestade e glória de Deus se manifesta na festa da gratidão por ter Ele semeado, entre os monólitos do sertão central, este carisma de paz, que já concedeu à Igreja de Cristo muitos frutos de santidade. Um retiro de escuta e unidade Com o coração cheio de louvor, mas também de certo temor, afinal, esta foi a primeira experiência de composição para a maioria de nós, iniciamos o retiro louvando a Deus, escutando o que o Magistério da Igreja orienta sobre a música sacra e celebrando o dom da unidade. Nos colocamos diante d’Ele, o Senhor, o Divino Compositor, para que das cordas do Seu coração nascessem em nossa inteligência as letras e os acordes que trariam ainda mais beleza à excelência da celebração eucarística. E, como havia prometido, Ele não nos decepcionou. Pelo contrário, concedeu-nos muito mais do que pedimos. Um simples projeto de EP tornou-se um CD litúrgico completo. A experiência da composição Reunimos inspirações, moções e palavras concedidas por Deus e, suplicando a graça da humildade, dividimo-nos em grupos para compor as músicas das partes da celebração eucarística. Duas coisas surpreenderam profundamente: O curto tempo de composição, considerando nossa inexperiência; A profunda unidade entre nós, mesmo trabalhando em grupos distintos. As letras e melodias seguiam uma linha muito similar entre tons, ritmos, intencionalidade e harmonia. Pareciam ter sido construídas por uma única mente. E, de fato, foram: pela mente de Deus. Gratidão pelos 35 anos da Missão Shalom de Quixadá Por tudo isto, fica cravado em nosso coração um grande louvor de gratidão a Deus, que sabe trabalhar e agir também com instrumentos insuficientes. Ele fez de nós os primeiros a ouvir e nos emocionar com essas músicas. Ele enche as talhas do nosso coração com vinho novo, vinho de eternidade, e nos concede o olhar atento de Sua Mãe para interceder por nós e por toda a missão de Quixadá, que caminha para um novo tempo ainda mais fecundo. Assim, a Missão Shalom de Quixadá celebra 35 anos com CD litúrgico inédito, testemunhando que a beleza da liturgia continua gerando frutos de santidade no coração da Igreja.