Renascer “itinerante” leva sacramentos a comunidades ribeirinhas

O município de Chaves (PA), localizado às margens do Rio Amazonas, também contou com a realização do Renascer. O tradicional evento de carnaval promovido pela Comunidade Católica Shalom em várias lugares do Brasil ganhou formato “itinerante” na cidade paraense. “Após 26 horas de viagem até a Ilha da Caviana, realizamos um encontro com quatro comunidades ribeirinhas, que só contam com a presença de um sacerdote uma vez por ano”, informa Edionê Cristina, missionária responsável pelo Shalom em Chaves. Desde sexta-feira (28), o padre Jean Fernandes, também missionário da Comunidade, está no município para ministrar sacramentos. Ele mora em Aquiraz (CE) e deve retornar na próxima semana. “Durante a viagem, passamos em duas comunidades para celebrar a Santa Missa e dar ânimo a essas pessoas que são sustentadas pela Palavra de Deus. Para nós, missionários, é desafio e graça”, conclui Edionê. A atuação do Shalom em Chaves se dá principalmente através de projetos da Promoção Humana, promovendo a dignidade do homem necessitado de bens materiais básicos e do “pão espiritual”. Clique aqui e saiba como ajudar.         Emanuele Sales

Natal da Promoção Humana

Um milagre em família

Eu me chamo Cátia Cilene. Eu e meu esposo, Manoel Raimundo, somos discípulos de segundo ano da  Comunidade de Aliança Shalom. Conheci o Shalom em um tempo de tribulação, quando meu esposo estava mergulhado no vício das drogas e resolvi buscar ajuda, clamando a Deus em sua infinita misericórdia. Ele veio em meu auxílio. Em uma evangelização “porta a porta” na casa de minha irmã, fui convidada a conhecer o Shalom. Foi quando meu esposo começou a frequentar as noites de oração e aconselhamento. Em uma vigília de adoração a Jesus Eucarístico, ele teve uma forte experiência com amor de Deus, foi então que começamos um rumo novo na nossa história, mas meus questionamentos não acabavam por aí. Não tínhamos filhos, não conseguia chegar ao final de nenhuma gravidez, pois tive sete e todas resultaram em abortos espontâneos. Começamos a caminhar no grupo de casais em 2007. Em 2008, entramos no vocacional. Em 2010, ingressamos no postulantado. Começamos um caminho de grandes descobertas. Em 2008, engravidei novamente e, aos quatro meses, perdi todo o líquido amniótico, mas o bebê continuou vivo. Ao internar-me na maternidade, o médico de plantão procurou meu esposo e pediu autorização para me aplicar um medicamento para induzir um aborto, pois o bebê não tinha mais chance de vida e eu poderia ter uma infecção generalizada que me levaria à morte. Meu esposo buscou forças em Deus e disse “não”, porque permitir isso seria um ato contra sua fé, contra o valor da vida. Três horas depois perdi o bebê, mais uma vez. Foi um tempo difícil. Em 2009, engravidei novamente, era a minha sétima gravidez. Fui às consultas do pré-natal e em uma delas o médico descobriu, através de uma ultrassonografia, a causa das perdas: eu tinha incompetência cervical, ou seja, abertura no colo do útero, que levava ao aborto espontâneo. O médico falava que tinha uma notícia boa, porque acabava o mistério, e outra notícia ruim, porque o colo do útero já estava no processo de dilatação. O procedimento era fazer uma cerclagem, ou seja, a amarra do colo do útero para impedir a dilatação. Mas como já estava dilatando, não tinha muita chance de salvar o meu bebê. Depois do procedimento, dois dias depois da cerclagem, voltei para casa e fiquei esperando, e sempre me voltava para Nossa Senhora, para que me encorajasse e me ajudasse a não tirar os olhos de Jesus e não perdesse a fé, mas sempre acreditasse que Deus estava à frente e que não cabia a mim entender, mas confiar no Senhor e no que Ele tinha para nós. Depois de alguns dias, comecei a passar mal, voltei para a maternidade e, novamente, a minha gravidez foi interrompida no momento em que o médico fazia todos os procedimentos para que eu não perdesse o bebê. Meu esposo intercedia na capela do hospital, pedindo a Deus que Ele fosse à frente, e que eu e nosso bebê estivéssemos em Suas mãos. Que fosse feita a vontade de Deus, porque Deus é fiel, jamais nos abandona. O Senhor colocava no seu coração que Ele era a nossa luz.  Deus seja louvado! Ele nunca nos deixa! Passadas algumas horas, acabei perdendo o bebê. Era uma menina. Mas Deus nos consolava e nos amava diante a dor. Em minhas orações, pedia muito ao Senhor que não me deixasse passar por mais esta dor. Um dia, Ele me deu uma palavra que eu guardei em meu coração e que serviu de sustento e de esperança nos momentos em que eu estava desanimada. Que alegria pelo Seu cuidado e amor! O Senhor me dava a palavra de Isaías 51, 22: “Eis o que diz o Senhor, teu Deus, que toma a defesa de seu povo: vou retirar de tua mão a taça que dá a vertigem, não mais terá para beber o cálice de minha cólera”. Em 2011, tendo as orações da Comunidade, o Senhor começou a falar através das minhas autoridades, dos irmãos e nas minhas orações, sobre filhos que eu teria. Na reciclagem (retiro de 10 dias realizado por membros do Shalom) desse mesmo ano, Deus continuou a falar de suas promessas. Em uma das minhas formações pessoais, Deus falava que realizaria um milagre em minha vida e, no mesmo momento, eu tomei posse e comentei com minha formadora, Verastela, que o Senhor dizia que eu teria um filho, mesmo com minhas limitações. Eu tomava posse de Suas promessas. Um mês depois, descobri que estava grávida de um mês e meio. Aí começou um tratamento, no pré-natal, de gravidez de alto risco. Durante minha gestação, pude ver a mão de Deus sobre cada momento. No quarto mês, foram feitos os procedimentos de cerclagem no colo do útero. Pude viver também de forma muito concreta a providência de Deus em tudo. Ele ia à frente, Ele foi realmente a nossa luz, a nossa única luz. Durante os procedimentos do pré-natal, a médica que me acompanhou, Dra. Cristiane, dizia para mim que Deus faria um milagre na minha vida, que era ter a minha filha e que já tinha realizado outro milagre, quando não permitiu que outras complicações surgissem nas outras gestações devido ao meu sangue e do meu esposo não serem compatíveis. Isso não deixava de ser outra provação a ser superada pela graça de Deus. Em toda a minha gravidez, o que sustentou a mim e a meu esposo foram a oração, a Eucaristia e o rosário. Podíamos perceber o quanto Deus cuida, ama, e nos dá além do que imaginamos. O Senhor nos dava um caminho de abandono em Suas mãos e Nossa Senhora nos ajudava a acreditar, acolher e trilhá-lo. Passaram-se os nove meses e Maria Letícia nasceu linda, cheia de saúde, um dia depois de recebermos a resposta para ingressarmos no discipulado da Comunidade de Aliança Shalom, em uma sexta-feira santa, onde a cruz é a vitória de Deus sobre nossas misérias e sua ressurreição é o fruto. Eu, meu esposo e todos aqueles que nos acompanharam fomos

Campanha de combate às drogas em São Luís

A Comunidade Shalom em São Luís deu início, na terça-feira, 19 de novembro, à Campanha Vida Quero Mais, que consiste na realização de uma série de atividades em escolas públicas com foco no combate às drogas. As primeiras atividades foram realizadas no Centro de Ensino Bernardo Coelho de Almeida, no Centro, nos turnos da manhã, tarde e noite. Lançada em Fortaleza no mês de junho, em alusão ao Dia Internacional de Combate às Drogas, 26 de junho, a Campanha tem como objetivo para este ano atingir jovens, colégios, pais e formadores de opinião através de momentos de partilha, testemunhos e apresentações artísticas sobre o assunto que é caso de saúde pública no país. Membros da Comunidade de Aliança e Vida, vocacionados e jovens da obra Shalom se mobilizaram para proporcionar, aos alunos da escola conhecida como BCA, momentos de louvor, testemunhos, apresentações de dança e teatro. Após serem calorosamente recepcionados, os alunos foram aderindo às atividades, que culminaram num forte momento de oração por cada um dos participantes. Segundo a consagrada da Aliança e uma das coordenadoras da Campanha em São Luís, Conceição Sousa, em todas as missões do Shalom as atividades foram realizadas na semana de combate às drogas, em junho, mas em São Luís, onde as manifestações culturais no período junino são muito fortes, optou-se por realizar a Campanha somente em novembro. “A proposta é alcançar a juventude mostrando como a vida sem drogas é possível a partir de uma experiência com Cristo e a alegria de ser um jovem saudável, livre das drogas, jovem que gosta de viver a vida pelo dom que a vida é”, explica Conceição. As atividades da Campanha serão realizadas também nas escolas Gonçalves Dias, nos dias 20 e 21, e na escola Newton Neves no dia 21 de novembro. Está marcado também para este sábado (23), no Centro de Evangelização do Calhau (rua dos Socós, nº 44 – próximo à Pizza Hut), a partir das 15h, um momento de reencontro e partilha com todos os alunos das escolas envolvidas na Campanha.

Histórias de fé e superação no albergue São Francisco

Durante a celebração de Natal no albergue São Francisco, na capital cearense, foram reveladas histórias de fé e superação. A instituição, que é administrada pela Comunidade Católica Shalom, acolhe 56 moradores de rua que livremente pedem ingresso na casa. No dia 24, eles participaram da Missa celebrada pelo bispo auxiliar de Fortaleza, dom Vasconcelos. Geraldo Vieira, que está há dez dias na casa, afirma que demorou 63 anos para descobrir o verdadeiro sentido do Natal. “Antes o meu Natal era um bom whisky, uma bagunça, namoro. Hoje não, eu vejo que o Natal é isto: eu não conheço você, não conheço ele, mas estamos juntos, comemorando algo realmente importante”, afirma, ao olhar o albergue cheio de moradores e visitantes. Na casa São Francisco, os moradores dispõem de alimentação, moradia e atividades que visam à reinserção no ambiente familiar e no mercado de trabalho. “Eu vivia na rua porque a minha família havia me abandonado, por causa das drogas. Eu trabalhava, pegava o dinheiro e ia usar drogas. Minha família ficou decepcionada comigo, eu vim pra cá e fui muito bem recebido”, afirma Antonio Vagner. O albergue existe há 13 anos e já atendeu cerca de 10 mil pessoas. A meta anual é que ao menos 20% dos moradores saiam da casa para retornar às suas famílias ou reinseridos no mercado de trabalho. Mas essa expectativa foi superada no mês passado, com o número de  63%. “Vir aqui e ajudar as pessoas carentes, o irmão em Cristo, é muito gratificante, enriquecedor. Para nós, do Shalom, é uma grande graça termos grande parte da Comunidade empenhada pra executar esse trabalho”, comemora Tarcisio Brilhante, missionário da Comunidade de Aliança Shalom. Ele colabora com o setor de Promoção Humana Shalom, responsável por projetos como este. “A resposta que hoje estou dando pra tudo isso é amar o próximo, amar o meu irmão, amar-me, aprender a me amar, caminhar com Deus, conhecer dia a dia um Deus que eu aprendi a conhecer de forma diferente, porque pra cada momento que eu tive de dor, eu tive de amor também, uma experiência de amor”, conclui Carlos Alberto, morador da casa. Confira aqui reportagem na íntegra, produzida pela TV Verdes Mares.

Dom Vasconcelos celebra Missa de Natal no Albergue São Francisco

A noite de Natal será esperada no Albergue São Francisco com festa. No dia 24, o bispo auxiliar de Fortaleza, dom Vasconcelos, celebrará missa para os 56 albergados, às 17h. Em seguida, será oferecido jantar comemorativo no abrigo, que é administrado pela Promoção Humana da Comunidade Shalom e acolhe moradores de rua que livremente pedem ingresso na casa. “Será um grande momento de conversão”, afirma Antonio Pereira, coordenador da instituição. Ele fala um pouco sobre o Natal e os albergados. – Como os albergados vivem este tempo do Advento? No Advento, direcionamos toda a formação para a expectativa da vinda do Menino Jesus. Os albergados percebem que acontece algo extraordinário em nossa vida neste tempo e participam, mais ardorosamente, de cada momento que a casa propicia. Ficam mais abertos a acolher a Palavra de Deus e se alegram quando vem irmãos de fora celebrar com eles. Sentem-se valorizados com a visita de pessoas da comunidade. – Como é celebrada a noite de Natal na casa? Fazemos uma celebração voltada para o valor da família, quando motivamos os irmãos a desejarem se reconciliar com suas famílias. Procuramos também convidar as famílias a participarem, aproveitando a oportunidade para evangelizá-las. Neste ano, teremos a benção e a presença do bispo auxiliar de Fortaleza, dom Vasconcelos, que virá presidir a Celebração Eucarística às 17 h, em 24 de dezembro. Após a Missa, será servida uma ceia natalina e serão distribuídos presentes para todos os albergados. Tamyres Vasconcelos

Natal da Crianças do Parque Estevão

Moradores do Albergue São Francisco participam de Seminário de Vida no Espírito Santo

Moradores da Casa São Francisco, albergue administrado pela Comunidade Shalom, em Fortaleza, participaram nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro de Seminário de Vida no Espirito Santo.  O abrigo acolhe 56 moradores de rua do sexo masculino que livremente pedem ingresso na casa. Esse fim de semana foi marcado por muita alegria, pois o Projeto Mundo Novo, Projeto Juventude e Centro de Evangelização Shalom de Fátima muito se doaram para que eles também fossem tocados pelo amor de Deus a partir do Seminário. Ministraram pregações os missionários Pe. Denys, Pe. Rômulo, Eveline Montenegro, João Patriolino, Cassiano Azevedo, Delcy e Fabiano Landim. Já Marcelo Braga e Banda E3 forma responsáveis pela música e animação. “A Promoção Humana juntamente com seus assistentes vivem um tempo novo. Um tempo de resposta a tudo que o Papa Francisco vem falando sobre a Nova Evangelizaçao, sobre o pobre, sobre o ‘tocar a ferida’. Grandes libertações, principalmente de perdão, e curas foram realizadas. Mais de 25 moradores se confessaram”, informa Daniel Landim, um dos organizadores dos Seminários. Ele nos fala um pouco da sua experiência como assistente de Promoção Humana, vocacionado da Comunidade Shalom, casado, pai e advogado. – Como e onde foi a sua experiência com os mais necessitados? O meu grande encontro com o pobre ocorreu na Praça dos Leões. Já servia há algum tempo na Promoção Humana, especialmente na parte de planejamento, finanças e benfeitores das Casas, mas nunca tinha, realmente, tocado ou reconhecido o rosto de Jesus em um destes pequeninos.  E em um dia, após uma reunião no Albergue, resolvi confessar-me na Igreja que fica naquela Praça. Enquanto caminhava, avistei uns cinco moradores de rua deitados no chão. Com bastante indiferença, baixei minha cabeça e apressei o passo para entrar na Igreja. Quando entrei, veio o arrependimento e a pergunta: por que estou na Promoção Humana se sequer olhei  os rostos daqueles pobres? Então, resolvi voltar e conhecê-los. Foi uma das mais belas e dolorosas experiências que tive com o sofrimento de Jesus. Conheci uma criança de apenas 30 dias, com a mãe viciada em crack e portadora do HIV. Uma menina chamada Maria Clara.  Naquele dia, descobri que naquele grupo de moradores, por mais que estivesse devastado pelas drogas e pelo abandono, ainda havia esperança e belas virtudes como: a ajuda e companheirismo de todos com a criação e proteção da criança.  Inclusive, eles já haviam colocado suas vidas em risco para defender a mãe e a criança. Depois desse dia, passei a me dedicar mais, pensando nas pessoas e não mais, simplesmente, nas estruturas. – Que frutos você percebe ao final de um Seminário de Vida no Espírito Santo, realizado na Promoção Humana? Diante dessa nova mentalidade de juntar os outros projetos (Mundo Novo, Família, Juventude) com a PH, estou vendo uma chuva de graças que não via há muito tempo nos Seminários. As orações de cura e efusões não são mais as mesmas. É sempre um forte encontro com a eternidade. Normalmente, as pessoas que servem nesses momentos estão saindo mais tocadas e mais fortes em Cristo, até testemunhos deles estamos vendo. E desse encontro com os pobres, vemos que os servos de Seminário acabam se importando com o grito desses pequeninos. Já existe um grupo do Projeto Mundo Novo que acompanha individualmente cada interno da Casa São Padre Pio. São frutos de vida eterna para ambas as partes. – Qual o maior desafio da Promoção Humana? Pessoas para acompanhar pessoalmente, para ministrar formação, coordenar grupos, acompanhar as famílias… Resumindo, precisamos de gente disposta a ir além.  Na verdade, precisamos que haja uma mudança de mentalidade em toda obra. O pobre não é uma “causa” da Promoção Humana, e sim de todo cristão. Ora, se devemos ser imitadores de Cristo, não podemos terceirizar o amor ao pobre! – Como conciliar uma vida agitada com esse “olhar” para o pobre? Depois que comecei a reconhecer Cristo nele, deixou de ser uma questão de tempo e passou a ser uma questão de prioridade. É o termômetro da minha vida de oração. – Em quem você se inspira? Papa Francisco. Ele não só fala, mas, principalmente, vai ao encontro e toca. – Deixe uma mensagem para todos aqueles que se sentem chamados a esse serviço. Se você é cristão, o chamado já está na sua alma. Todo imitador de Cristo deve servir aos pobres necessitados (moradores de rua, idosos, doentes, drogados, crianças abandonadas, etc.). Como diz o Papa, não se trata de uma questão social ou cultural, mas teológica.  Uma grande maneira de começar é visitando nossas Casas e acompanhando um atendido. Ou venha servir nos próximos Seminários da PH. Será um encontro que, por incrível que pareça, mudará sua vida. Você, após esse encontro, viverá e encontrará na sua vida a verdadeira pobreza evangélica. Quer saber como ajudar a Promoção Humana Shalom? Clique aqui. Tamyres Vasconcelos

Conheça o Projeto José do Egito em São Luís

Evangelizar crianças e adolescentes entre 6 e 14 anos em situação de vulnerabilidade social. Essa é a missão do Projeto José do Egito, uma das ações desenvolvidas pela Comunidade Católica Shalom em São Luís. É por meio de atividades recreativas e momentos de espiritualidade que as crianças e adolescentes envolvidos no projeto têm sua primeira experiência com o amor de Deus. Com boa parte das atividades desenvolvidas no Centro de Espiritualidade Santa Teresa (CEST), localizado no bairro da Vila Palmeira, o Projeto José do Egito conta com o trabalho de cinco grupos de evangelização formados por membros da Comunidade Shalom, os quais proporcionam às crianças e adolescentes, às quartas-feiras, brincadeiras, momentos de oração, adoração, formação e partilha. São dois grupos voltados para crianças com faixa etária entre 9 e 11 anos, dois com adolescentes entre 12 e 14 anos e um grupo de crianças com idade entre 6 e 8 anos. Os grupos de evangelização também realizam visitas com o objetivo de conhecer, estabelecer vínculos e evangelizar as famílias das crianças e adolescentes atendidos no Projeto. As terças e quintas-feiras são reservadas às oficinas de leitura, atividades voltadas para o desenvolvimento da leitura e oralidade, envolvendo gêneros textuais diversos, debates, narração de historias, atividades em grupo além de apresentações artísticas e culturais. O Projeto José do Egito é mantido através de doações e de atividades desenvolvidas pela Promoção Humana com o objetivo de angariar fundos. VISITA À ALUMAR  Uma das últimas atividades externas realizadas pelo Projeto José do Egito foi a visita ao Parque Ambiental do Consórcio de Alumínio do Maranhão (Alumar), com a participação de cerca de 40 pessoas, entre adultos em crianças. Os participantes da visita contaram com transporte de ida e volta, fornecidos pela empresa. Logo no início do passeio, os visitantes assistiram a uma apresentação com informações sobre a reserva, quem tem 1,8 mil hectares de manguezais, mata de capoeira e mata de várzea, abrigando centenas de espécies de aves, mamíferos, répteis e anfíbios. Bastante entretidas e animadas, as crianças tiveram também um momento de lanche e convivência, seguido de uma trilha pelo Parque, conhecendo alguns animais e árvores como o pau-brasil. Na oportunidade, as crianças também contaram com a exibição de um vídeo sobre o meio ambiente e uma pequena gincana recreativa.

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