Sou Shalom!

Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org/para quer saber qual é a sua história com Deus. Hoje, o testemunho é de Eryck Cecym. Confira: “Que alegria é acordar hoje e saber que sou Shalom, saber que sou feliz, saber que Deus me deu essa feliz graça, onde Deus me fez seu amigo íntimo, me deu um lugar que posso chegar e ver sorrisos estampados nos rostos dos jovens, ver jovens cansados pelo dia corrido, mas felizes; ver jovens felizes porque largaram tudo por Cristo. Cara que felicidade plena, Ser shalom é bom demais! Não quero viver um felicidade pequena não, quero uma felicidade grande, quero ter a coragem de viver uma eterna felicidade! Não importa se eu não posso está na minha comunidade diariamente, não importa se infelizmente meu trabalho me impedi de várias coisas, o que importa é que eu posso ser shalom na minha casa, no meu trabalho, entre meus amigos, ser shalom ao acorda, durante meu dia todo e até ao dormir. Ser feliz, ser shalom, ser Deus! ” Eryck Cecym Eryck é vocacionado da comunidade Católica Shalom Missão Belém e hoje faz parte do Grupo de Oração Intemeráta. Mergulhou na Comunidade à quase 3 anos através do Seminário de Vida no Espírito Santo para Jovens o ” Virada Radical.”

O musical que fascinou jovens em Belém

A Comunidade Católica Shalom de Belém (PA), representada pelo Projeto Artes, esteve presente na manhã de domingo (13) no Encontro de Crismandos e Crismados com o Arcebispo, promovido pela Pastoral Catequética da Arquidiocese de Belém no Ginásio da Universidade do Estado do Pará (UEPA). Participaram dessa manhã de oração e formação, adolescentes e jovens que estão se preparando ou já receberam o Sacramento da Confirmação (Crisma) nas cerca de 80 paróquias, distribuídas entre as seis regiões episcopais da Arquidiocese, para refletir o tema ” Eucaristia, Pão da Vida”. Segundo o Padre Antônio Farias, coordenador arquidiocesano da Pastoral Catequética, o encontro tem por objetivo proporcionar um contato daqueles que irão receber o Sacramento do Crisma com o Arcebispo. “É uma oportunidade para que se estreitem os laços, gerando comunhão com os outros crismandos e crismados das diferentes paróquias”, destacou o sacerdote. Para Lúcia Feio, da organização do evento, foi gratificante perceber a grande participação da juventude. “É prazeroso trabalhar com os jovens, pois é um serviço para Jesus, e estamos conseguindo efetivar nosso trabalho ao ver este ginásio lotado hoje”, declarou. O Ministério de Música da Missão de Belém animou o encontro. Após a Santa Missa presidida pelo arcebispo metropolitano, Dom Alberto Taveira Corrêa, a Comunidade apresentou o espetáculo “O Canto das Írias”, que fascinou a todos. .: Clique aqui e conheça a Missão da Comunidade Shalom em Belém do Pará “A Comunidade Shalom vem nos mostrar a alegria, e que é possível ser de Deus sem deixar de ser alegres”, afirmou Débora Silva, 15 anos, crismanda da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, no bairro da Pedreira, em Belém. O crismando Patrick Nogueira, 16 anos, estava ansioso pela apresentação. “Eu já ouvi falar do espetáculo e espero me espelhar na história que é contada, para buscar a santidade em minha vida”. Era possível perceber a atenção com que todos acompanharam cada cena da peça pelo silêncio que tomou conta do ginásio. Só se ouvia a fala das personagens e o olhar concentrado nos detalhes de cada cena. Após o espetáculo, a crismada Brenda Teles, 19 anos, afirmou estar realmente precisando de um encontro com Deus como o que viveu no domingo. “O Canto das Írias” é  uma história que precisa ser conhecida por todos os jovens, pois mostra os dois lados da vida, os dois caminhos que podemos escolher para seguir. Desejo que os crismandos continuem sua caminhada na Igreja de Cristo. Depois de receber o Crisma me engajei em um movimento e não saí mais” afirmou Brenda. Mergulhados na profundidade da experiência com Deus que o tema da peça apresenta, os jovens viveram um forte momento de Adoração ao Santíssimo Sacramento, onde puderam sentir o Amor do Ressuscitado, que nos convence da Verdade de que “não existem feras; existem homens feridos por terem se afastado da Verdade”, como narra o musical. .: Saiba mais sobre “O Canto das Írias” e outros espetáculos da Comunidade Católica Shalom   Edição: Emanuele Sales

Retiro de Aprofundamento vocacional

O Retiro de aprofundamento vocacional foi realizado no último final de semana de agosto em Senhor do Bonfim, contando com a presença de 101 vocacionados incluindo os da missão de Juazeiro. Muitos testemunhos e decisões vocacionais depois desse encontro. Vale a pena conferir.

Shalom participa de festival vocacional

No dia 23 de agosto a Comunidade Shalom da missão de Senhor do Bonfim participou do primeiro festival vocacional diocesano o Vocare Fest.     O evento foi destinado ao despertar vocacional por meio das artes e da feira vocacional, na qual as novas comunidades, institutos e congregações religiosas foram convidados para apresentar o seu carisma aos jovens. Pela manhã houve oficinas de música, teatro e dança, sendo esta última conduzida pela Comunidade Shalom. A grande surpresa, foi a apresentação do espetáculo Canto das Írias, feita pelos jovens da obra Shalom na cidade de Cansanção. “fiquei muito surpresa e tocada por essa apresentação” disse uma integrante da Pastoral vocacional. “Essa peça ilustra bem a nossa realidade, jovem, é exatamente isso que vivemos” afirmou um jovem da plateia. “ o que estamos para assistir é o tema de abertura de um dos nossos espetáculos da Paixão de Cristo, mas na verdade essa é a Páscoa de cada um de nós” falou ao introduzir a apresentação uma irmã consagrada da Comunidade. Essa foi uma grande oportunidade de difundirmos o carisma, estar em unidade com a Igreja e com as outras vocações, assim definiu o evento a secretária vocacional da missão.  

Vocacionados à Comunidade Shalom participam de retiro em Natal

A Comunidade Católica Shalom de Natal (RN) realizou no último final de semana o segundo retiro de aprofundamento vocacional. O missionário da Comunidade de Vida Júnior Alves coordenou os dois dias de retiro, que aconteceu na casa Discípulos da Mãe de Deus. Ao todo participaram do segundo retiro 96 vocacionados. O primeiro retiro de aprofundamento foi realizado no final de semana de 30 a 01 de agosto. “O chamado de Deus é irresistível e insistente. Não há nada maior para o homem do que a vontade de Deus. O chamado de Deus não é passageiro. É semente de eternidade”, avisou Júnior Alves no primeiro dia do retiro. No sábado à tarde, os vocacionados conheceram mais sobre a Comunidade de Vida e Comunidade de Aliança através dos estatutos. Com os temas “Comunidade de Vida Ser todo teu minha alegria minha paz” e “Comunidade de Aliança ser todo teu minha alegria minha paz”, os missionários Júnior Alves e Enne Karol falaram sobre as formas de vida dentro da Comunidade. Já no domingo, a pregação “Ser todo teu minha alegria minha paz” marcou a manhã de domingo. Ao final do dia, os vocacionados participaram de uma mesa redonda com missionários da comunidade e ainda tiveram a oportunidade de tirar dúvidas sobre o carisma.

O Vento sopra onde quer!

Prazer! Meu nome é Michael Yuri Alves Kimura, tenho 23 anos, sou natural de Naviraí (MS), e, atualmente, me encontro em Curitiba (PR). Venho hoje com o coração escancarado para partilhar um pouquinho das experiências, que, pela graça de Deus, pude vivenciar até este tempo. Durante 12 anos da minha vida, tive a oportunidade de viver no Japão (dos 5 aos 17 anos), juntamente com meus pais e minha irmã caçula. Mesmo inserido em uma realidade onde o Catolicismo é representado por apenas 0,5% da população japonesa, pela graça e zelo de Deus, consegui me preparar e receber os Sacramentos da Primeira Eucaristia e da Crisma (fui catequizado por minha mãe, com autorização do padre) ainda no Japão. Toda a vida fui fiel às missas dominicais e ao grupo de oração da RCC, em que minha mãe servia no ministério de pregação, sempre impulsionado pelas referências que tive dentro de casa, porém, ainda não havia experimentado, com intensidade o amor único, individual, gratuito e misericordioso de Deus para comigo. Um certo dia, e literalmente “CERTO”, “certeiro”, durante o momento de ação de Graças na Santa Missa, tive uma experiência tão profunda e  tão intensa com o Amor de Deus através do ministério de música, quem ao imprimir seu testemunho de amor em cada melodia e harmonia daquela canção, pôde me alcançar, e, ao me constranger, tirou de mim a capacidade de não me render a essa nova experiência do Amor de Deus, que não somente me preenchia, mas que chegava a transbordar dentro em mim, me incapacitando de contê-lo apenas para mim mesmo a partir daquele momento! Desde então, minha vida mudou de ponta cabeça e tive a certeza de que Deus me chamava a algo novo, movido pelo Amor que há tão pouco tempo havia provado e me rendido. Aos 17 anos, quando voltei para o Brasil, confesso que cheguei meio desnorteado, numa terra tão minha e, ao mesmo tempo, tão estranha e diferente. Mesmo um pouco revoltado com tudo isso, sempre estive ciente de que isso já fazia parte do “novo” preparado por Deus. Já se passaram seis anos desde que voltei do Japão. Em 2012, participei do Encontro Mundial de Jovens da RCC, com o tema “Em Jesus, as nações porão sua esperança”. Durante cinco dias, vivenciei experiências muito intensas e edificantes, e, então, percebi que aflorava e fluía dentro em mim o desejo incessante pela missão, pelo “anunciar até os confins da terra”, se necessário fosse. Esse encontro foi realmente um divisor de águas na minha vida, foi onde verdadeiramente me decidi pela Evangelização, onde decidi sair dos meus “círculos de segurança”, que ao longo do tempo fui criando, e ir ao encontro dos que realmente necessitem de “Jesus para, assim, poder depositar sua esperança” e, assim, poder esperar caminhando. Lembro que, logo quando cheguei em casa, partilhei com minha mãe o desejo pela Missão. Num tom lacrimejante, disse a ela: “ Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?” (Romanos 10:14) E, então, feliz, ela me disse: “Você pertence mais a Deus do que a nós (minha família), eu te criei pra ser águia, se Deus te chama a voar, vai e voa..” Como sempre, minha mãe me surpreendendo com tamanha docilidade à vontade de Deus. E, então, guiado pela mão de Deus vim para o Paraná, para poder estudar música e, assim, poder proporcionar um dia, na vida do próximo, aquela mesma experiência, que, láaaaaa no Japão, foi tão profunda e intensa, a ponto de mudar o rumo de uma vida inteira, apenas por um testemunho impresso em uma canção! Logo depois do Encontro Mundial, tive a oportunidade de fazer a Escola Nacional de Formação para Líderes e Missionários da RCC e tantas outras formações e experiências, que me ensinaram ao longo do caminho a ser mais configurado à imagem de Deus, gerando também, o desejo pela Vida Comunitária, de viver somente pela missão e evangelização, e foi onde me deparei com a Comunidade Católica Shalom. No dia 22 de janeiro deste ano, eu me encontrava um pouco angustiado e questionava a Deus, o que seria a vontade dEle em relação a mim para aquele tempo, e, como não conseguia me concentrar na oração, resolvi orar de uma forma diferente aquele dia, peguei meu roller (patins) e resolvi andar pela cidade e simplesmente contemplar tudo que o Senhor me permitisse. Lembro que, em pensamento, eu disse para Deus: “Preciso de algo novo!” Após andar mais ou menos 6 km de patins, parei na frente do Centro de Evangelização do Shalom em Curitiba, e meu coração ardia de curiosidade e vontade de entrar e conhecer melhor, mas como estava de patins pensei que chamaria muita atenção. Neste dia, todos estavam se preparando para ir ao Acamp´s, lembro que todos estavam de malas, colchões, enfim…  E, então, após 10 minutos parado na frente do Shalom, resolvi ir embora e voltar outro dia, mas a providencia de Deus foi maior e não me deixou voltar desamparado aquele dia, aliás, eu nem voltei. Ali mesmo, dois jovens da Comunidade de Vida (Thiago Bonfim e Tatiane Maia) me avistaram e convidaram para ir junto com eles ao Acamp´s, e eu fui! Lá me senti contagiado pelo novo que tanto desejei ao sair de casa, e decidi, então, me deixar ser surpreendido por Deus. E como fui! Ou melhor, ainda estou sendo a cada instante. Hoje faço o caminho vocacional do Shalom, olho como Deus tem conduzido a minha história e não consigo deixar de corresponder, com gratidão a esse Amor que, de forma gratuita e zelosa, me alcançou e me faz pleno! Para finalizar, quero deixar uma música que, de forma pessoal, resume a minha história, e que assim como em vários momentos me fez permanecer, também pode causar o mesmo impacto dentro do coração de outras pessoas: “Vejam só onde eu fui chegar, não imaginei ir tão distante assim Teu olhar por certo me atraiu e a tua voz ainda ressoa

Retiro de aprofundamento

Shalom: eu faço parte dessa história

É incrível como apenas uma pequena palavra pode mudar tudo em nossas vidas. “Sim”  foi o que Maria disse a Deus e dela nasceu o Salvador de toda a humanidade. “Sim” foi o que Moysés respondeu ao chamado em seu coração e, por essa pequena palavra, já somam-se 33 anos de testemunhos para serem contados, 33 anos de vidas transformadas pelo amor de Deus e pelo “sim” de um homem. Posso, inclusive, incluir o meu próprio testemunho nesta conta, não que eu ache que a minha história seja digna de ser contada. Na verdade, acredito que toda história com algo de extraordinário em sua trajetória deve ser compartilhada, eu conheci Jesus e não há nada mais extraordinário que isso. Aos 14 anos, tive minha primeira experiência com o amor de Deus. Aconteceu no vocacional aberto de 2014, eu nem sabia o que era o vocacional, mas desde o Renascer (retiro de carnaval realizado pela Comunidade Shalom em várias cidades do Brasil) daquele mesmo ano, havia algo diferente em mim, algo que me abriu ao novo, algo que me fez acordar cedo em um domingo. Lembro-me muito bem do momento de adoração, a música era “Único Amor”. Eu só conseguia pedir para sentir aquele amor do qual eu ouvira falar durante as pregações no Renascer, eu não queria mais duvidar, eu não queria mais me sentir tão angustiada, como um navegador sem bússola. Nunca havia participado de uma adoração antes, mas estava de joelhos, a exemplo dos outros, suplicando a graça de Deus. Naquele momento, todo o meu conceito sobre Deus e a Igreja foi destruído. Aquela Igreja em que eu acreditava, essa que “rouba” os fiéis, foi apagada da minha mente. Esse Deus que condena, castiga e ignora deixou de existir para mim no momento em que provei de Seu amor. Jesus nunca precisou de mim para nada, nunca precisou que eu acreditasse no sacrifício d’Ele, mas me amou tanto que me permitiu tocar, como Tomé tocou, para que eu pudesse ser feliz. Não precisei viver muitas coisas mundanas para hoje compreender que Deus é a felicidade. Eu vivia para os estudos, para os meus amigos e para a minha família e eu não era feliz. Hoje vivo para Deus e sei que não preciso experimentar nada fora d’Ele, tenho a plena certeza de que nada fora da Sua vontade me fará feliz. Sou vocacionada, tenho 15 anos, sou Shalom, sou feliz. E posso lhes garantir que mesmo jovem posso dar o meu pequeno “sim” a Deus, mesmo jovem não preciso esperar para daqui a alguns anos, quando eu for mais madura. Posso dar o meu sim hoje, eu quero dá-lo hoje, não quero adiar a minha felicidade para amanhã. Bendito seja Deus por essa vocação que me salva e que sustenta o meu pequeno “sim” todos os dias. Bendito seja Ele por todo o amor dedicado a nós, vasos de argila.   Maria Mont’Serrat Bomfim Mariano Comunidade Shalom – Crateús (CE)  

Das minhas lutas com Deus, perdi todas!

Meu nome é Nathalia, tenho 19 anos, sou estudante de música e vocacionada da Comunidade Católica Shalom. Minha vida toda foi bem simples. Nunca me perdi completamente no mundo, nunca usei drogas, nunca me viciei em nada ilícito ou até mesmo lícito. Era uma menina normal, que estudava, saía com os amigos, às vezes até frequentava a igreja, mas o meu maior problema é que não havia um sentido na minha vida, não enxergava um diferencial na minha história, não sentia a presença de Deus e, por isso, achava que Ele não olhava para mim. Havia um vazio que eu não entendia pois, humanamente falando, nada me faltava. Tinha “tudo”. Esse é o nosso maior erro: achar que temos tudo e, assim, não precisamos de Deus. Fui vivendo, então, num ateísmo prático, enchendo meus dias de nada, ignorando a possibilidade da presença Daquele que é capaz de preencher todo o meu vazio. Em janeiro de 2014 o Senhor não se conteve em amor e se revelou através de um sonho onde, claramente, falava dessa tal de “Comunidade Shalom”. Ao colocar meus pés na Comunidade, eu soube que aquele era o meu lugar. Naquele final de semana, providencialmente, aconteceu o Acamp’s. Lá encontrei com pessoas diferentes, que não estão presas as alegrias passageiras do mundo, mas se firmam no eterno. Quando fui conhecendo o modo de vida e a dimensão do que era a Comunidade, meu coração se encheu de alegria, como quem finalmente encontra a sua paz. Fui percebendo no olhar dos missionários, nos gestos dos que serviam, nas pessoas da obra, em tudo, a alegria de pertencer a Deus, a alegria de ser amado por Deus e mais ainda, a alegria de amar a Deus. Nesse momento, notei que eu, em toda a minha vida, nunca havia amado a Deus. Foi um choque! Ele tinha sede do meu amor! Eu precisava saciar a sede Dele. Mas como? Eu sabia que o amor se construía e que só amamos aquilo que conhecemos, automaticamente, senti um desejo muito forte por conhecer melhor a Deus e a Comunidade Shalom para poder, finalmente, corresponder ao seu amor. Ingressei no Vocacional. Descobri em Deus, através da Comunidade, o sentido da minha vida, a razão de toda a minha história, o preenchimento para os meus vazios, o descanso da minha alma, a paz do meu coração. Descobri um amor que é maior que as minhas fraquezas, que os meus medos, que os meus erros, que minha inconstância; um amor que venceu a própria morte e diariamente vence as minhas misérias. Das minhas lutas com Deus, perdi todas! Perdi pra ganhar. É impossível O conhecer verdadeiramente e não se apaixonar, e não se render, não se deixar conduzir. Há um ano e quatro meses, conheci o Amor da minha vida. Há um ano e quatro meses, Ele e eu nos encontramos diariamente num ósculo de amor que, felizmente, não é possível pôr em palavras, pois transcende qualquer explicação. Há um ano e quatro meses, compreendo que ser toda de Deus é a minha alegria, minha paz. Há um ano e quatro meses anseio o para sempre ao Seu lado.

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