Alguma vez passou pela sua cabeça que, deliberadamente e de sã consciência, você pode ter levado uma outra pessoa a pecar? Tipo, você foi ou é o motivo do pecado do irmão, amigo, conhecido ou familiar?
Pois eh… Sério isso, não? Existem várias maneiras de ser cúmplice. Portanto, no próximo exame de consciência antes de se confessar e se reconciliar com Deus, que tal refletir a respeito disso e analisar cada ponto e atitudes que podem nos tornar coniventes com o pecado do próximo.
1 – Aconselhando – Em conversas, dei ideias, sugestões ou recomendei algo fora dos conselhos evangélicos e da Igreja?
2 – Mandando – Pedi ou mandei alguém subordinado a mim fazer algo errado que o levasse a malevolência?
3 – Consentindo – Permiti, aprovei ou concordei com atitudes que violassem algum preceito religioso em vez de alertar?
4 – Provocando – Despertei, convidei ou armei alguma situação para alguém conduzindo-o a fazer maldades?
5 – Lisonjeando – Agradei ou bajulei pessoas em meu próprio benefício motivando-a ao pecado?
6 – Ocultando – Escondi alguma coisa ou informação que levou o outro a atitudes injustas e pecaminosas?
7 – Compartilhando – Falei, contei segredos ou fiz fofocas expondo o pecado ou o erro de alguém?
8 – Silenciando – Omiti ou me calei diante de alguma situação provocando o outro a cometer erros?
9 – Defendendo o malfeito – Mesmo sabendo do erro e do malfeito, encobri tudo, sendo cúmplice do pecado alheio?
Essas são algumas situações que merecem muita vigilância e oração de nossa parte. Devemos zelar, cuidar e dar bons conselhos criando relações sadias nos relacionamentos de amizade, de trabalho ou de afetos em prol do crescimento espiritual de todos.
Diante de Deus, o perdão é dado e tudo recomeça. Mas Deus exige prova do nosso arrependimento. Qual? Não pecar mais.