Seis stands, Seminário de Vida no Espírito Santo (SVES), cursos, aconselhamento e oração, lanchonete, engajamento, liturgia, ambulatório e Espaço Kids: esses são os serviços que essencialmente constituem a base do Renascer. Neles, pessoas da obra e da comunidade trabalham para proporcionar o melhor ambiente à pessoa que faz a opção de viver um carnaval diferente, na busca por uma experiência com Deus, com a alegria que não termina nas cinzas da quarta-feira.
Há algo a mais na experiência do servir. É o que reafirma Antônio Jonas Bezerra da Silva, consagrado e membro da comunidade de aliança, que há dez anos serve no SVES do Renascer. Mesmo com tanto seminário na bagagem, Jonas enfatiza que nunca é mais do mesmo: “a experiência é sempre nova, como se fosse a primeira. Todo dia tem uma, duas, três ou mais pessoas que estão vindo pela primeira vez e, ao final do dia, aquela pessoa sai de outro jeito. É visível, a gente percebe claramente”.
Nas filas da lanchonete, entre um atendimento e outro, é também possível tocar na ação de Deus durante o Renascer. Servindo na lanchonete pela primeira vez esse ano, Aslan Almeida Filho, membro da comunidade aliança, comenta que percebe a diferença no modo da pessoa falar, na sua expressão. “Às vezes a pessoa chega estressada, séria. Aí ela vai para a pregação, pro curso… Quando chega o intervalo, a mesma pessoa já volta diferente. Com um sorriso no rosto, mais paciente na fila pra receber o lanche… São pequenas coisas, é claro, mas a gente consegue perceber sim”.
No aconselhamento é que se toca diretamente no coração fragilizado, sedento de Deus. Servindo pelo segundo ano nesse setor, Francisco Tavares diz que a diversidade de casos e situações das pessoas que chegam pedindo oração e aconselhamento é sempre imprevisível: “elas vêm procurando Deus; vêm procurando aquilo que elas nem sabem nomear ainda, mas a gente sabe que é Deus. É muito bom poder ser um canal de Deus pra elas nesse momento”.
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