A arena do Festival Halleluya recebe muitos avós – pessoas de significativa importância no nosso crescimento pessoal. Sempre os encontramos acompanhando seus netos e filhos, numa festa que aparentemente não acompanha seus gostos musicais, mas basta fixar o olhar no público e ver que estão todos se divertindo nos momentos mais animados, e já não se pode perceber diferença nenhuma de idade.
Dona Jacinta Sales, 48, confeiteira, é presença cativa no festival. Bem instalada na arena com sua filha, irmã e neto, ela conta sorrindo sobre quanto lhe alegra estar no festival. “É a terceira vez que eu venho! Aqui a gente sente um calor maior, a fé aumenta, o amor aumenta, é um evento muito bonito! Faz a gente se chegar mais a Deus, ter mais fé, mais força pra enfrentar a vida”, partilha.
Para ela, tudo o que acontece no Halleluya é especial, mas nada se compara ao momento que Jesus caminha pelo meio do público. “Um momento que me emociona muito é a adoração, porque ali você se sente junto com Ele, com aquele amor. Aquela fé me comove demais. Nesse momento, é como se todos os nossos problemas sumissem. Ele passa pra gente essa força, essa fé, é uma sensação de liberdade”.
A irmã de dona Jacinta, Maria dos Navegantes, 55, costureira, afirma que fica bastante feliz de participar do Halleluya e de ver o engajamento dos jovens. Ele lembra ainda um momento difícil em sua vida: “Quando me percebi sozinha, sem chão, Deus foi o meu sustento e só tenho a agradecer a Ele e à Comunidade Católica Shalom por trazer esse amor para mim no momento que passei”, recorda.
As irmãs desejam no festival agradecer a Deus por todas as graças e se encher cada vez mais dEle.
Marília Monteiro