Cabelo black power, calça rasgada. Bota cano curto, tinta neon no rosto e boné para trás. Um estilo diferente e único de ser. Celular ao alto: faz um storie. Skate na pista, concetra para não errar a manobra. Essa é a marca do jovem, essa é a pegada do Halleluya, um festival para todas as idades, gostos e jeitos.
No Espaço Adenture, próximo a pista de skate, na arquibancada o público acompanha cada movimento. “Uuuuhh”.Gritam quando o “cara” cai. “Uhuuulll”. Apleudem, vibram quando a manobra sai conforme planejada. A competição é acirrada. No palco, o narrador fala vários nomes diferentes e descreve a performance dos jovens skatistas.
“Essa festa aqui é muito boa. A vibe do pessoal é boa. Meus amigos me chamaram, mas eu pensava que era só oração. Achei legal quando vi esse espaço todo diferente”, relata o jovem skatista Natanael da Silva, 12, que competiu na categoria iniciante. O menino cheio de talento, que treina para se tornar um profissional no esporte, já curte a terceira noite de Halleluya.
Do lado de fora do Adventure uma fila quilométrica se forma. De novo os estilos se misturam. Uma tenda preta com o nome Never End chama a atenção das pessoas. “O que tem ali dentro?”. Perguntam. “Deve ser legal”. Apostam.
Jogo de luzes, Dj e música eletrônica. No espaço, com capacidade para 100 pessoas, e no ritmo da batida, os jovens gritam: “Uh é o Halleluya!”; “Rei, rei, rei, Jesus é o nosso Rei!”. Batalha de coreografia e a eleição do lado mais animado faz a galera “pirar”. A tenda Never End oferece, ainda, outras atrações que não podem ser descritas, apenas sentidas, vivenciadas. Ficou curioso? Passa aqui amanhã. Vale ressaltar que essa é a festa que nunca acaba.
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Priscila Macêdo

