Éramos 6 amigos tomando café da manhã. Dentre assuntos aleatórios chegamos ao tema mais falado das férias: Acamp’s! Cada um com suas histórias relatava com certa nostalgia casos, desafios e alegrias vividas no Acampamento de Jovens Shalom.
Da saída do local de encontro até o retorno, inúmeras aventuras são vividas, externa e internamente falando. Há uma viagem para dentro de si, há uma viagem para o coração de Deus. Em cada momento é possível perceber a presença Dele, nos pequenos detalhes, nas brincadeiras, no serviço, nos shows e, é claro, nos momentos de oração. E isso não se descreve, se sente.
Além disso, é uma oportunidade única de conhecer gente nova: nas filas, nas barracas, nas famílias, nas disputas. Tudo uma desculpa de Deus para amar através das pessoas. Há amizades iniciadas ali que permanecem ao longo dos anos, que se fortalecem a cada Acampamento. Mas isso não se descreve, se sente.
É fascinante entrar naquele lugar, observar as pessoas e contemplar concretamente a mudança em tão pouco tempo. Tem pessoas que vão sem querer ir, com receio do que vão viver, mas que descobrem a alegria em meio as adversidades. Há um brilho no olhar no último dia que é impagável. De fato, não se descreve, se sente.
Ir ao Acampamento é uma experiência de encontro. Encontro com os outros, encontro consigo mesmo e encontro com Deus. É descobrir que Ele não está tão distante quanto imaginávamos, é ganhar lentes novas para ver o mundo, para sonhar, para constatar o mais profundo desejo pelo que é eterno. Não! Não se descreve, se sente!
Acredito que em algum momento da vida você tenha tentado expressar com palavras o seu amor, admiração e gratidão por alguém, mas terminou sentindo que tudo o que falava era ainda muito pobre se comparado ao que, de fato, aquela pessoa representa. Sinto-me assim sempre que tento explicar o que é o Acamp’s. Por que ele, caro leitor, não se descreve, se sente.
