Rafael “Gota” tem 28 anos, é natural de Brasília – DF. Casado há apenas dois meses com Adriana, é um dos muitos jovens da Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Comunidade Shalom que acontece a cada seis anos com o objetivo de definir as diretrizes do próximo sexênio e eleger seu novo Conselho Geral.
Consolidação da primazia dos jovens
“Em 2013 eu era vocacionado à Comunidade e lembro que a gente participou de uma mobilização de intercessão pela Assembleia Geral daquele ano. Estávamos implantando a adoração perpétua na missão (Brasília) e lembro da gente rezando pela eleição do Conselho Geral. Estar agora participando da Assembleia neste ano é incrível, jamais imaginei!
Aqui na Assembleia tenho crescido muito no conhecimento do Carisma, na mentalidade do fundador e com a vida dos irmãos. Acho que posso contribuir um pouco com essa experiência que Deus tem providenciado entre os jovens. Deus me deu o privilégio de trabalhar sete anos no Projeto Juventude para Jesus (PJJ) e, ao longo desses anos, a maior parte dentro do pastoreio. Trago um pouco dos nossos anseios como juventude, os desafios e as bênçãos.
Acredito que uma das grandes graças destes últimos seis anos foi a consolidação da primazia dos jovens, mas também o crescimento no ingresso de jovens na Comunidade e o protagonismo dos jovens em todos os setores”.
O encontro com a verdade
“Eu tinha 21 anos. Meu Seminário de Vida no Espírito Santo aconteceu no dia primeiro de abril. Lembro muito bem porque foi o dia da mentira, o dia em que eu encontrei com a Verdade. Isso ficou muito marcado dentro da minha história. Foi quando ingressei na Obra Shalom em Brasília.
Em 2013, tive a oportunidade de ser “Jovem em Missão” no Governo Geral, quando trabalhei em vista da JMJ. Em seguida, terminei meu processo vocacional em Brasília, me formei e fui me consolidando dentro do Carisma como Comunidade de Aliança. Foram todas experiências muito importantes pra mim.
Acho que essa experiência de ir em missão é algo que todos nós da Comunidade de Aliança deveríamos fazer, seja como família, como jovem. Alguns não tem o privilégio de poder passar muito tempo, mas uma missão de quinze dias, ou por ocasião de um evento como o Renascer, por exemplo, é incomparável. A oportunidade de tocar nessa dimensão missionária de uma maneira mais concreta, saindo do local onde estamos e indo para um outro povo, um povo diferente”.
O apelido
“Quando eu tinha 12 anos, fui com um casaco branco muito grande para me vacinar e quando eu saí as outras crianças gritaram ‘Meu Deus, olha o Zé Gotinha’… Desde então, tenho esse apelido!”
