A poeira vai sair um dia do corpo e do cabelo. As noites mal dormidas, em breve, estarão curadas. As pernas doídas também voltarão ao normal, a gente espera! Próximo ano, ninguém nem lembra mais o engarrafamento da sexta ou a fila do caixa, porque se dispõe a viver tudo de novo. E mesmo com tantas opções de eventos em um final de semana só, o caminho do CEU fica cada vez mais claro, literalmente. E por que o Halleluya é assim? Porque é realmente a festa que nunca acaba. E não termina porque transforma por dentro.
É a experiência que o tempo não rouba. É a alegria que não passa. O Halleluya não é um espaço, é um terreno sagrado que promove o encontro mais desejado, mesmo para quem não espera: o encontro do homem com Deus. Do homem consigo. O som, as luzes, as mil atrações são coadjuvantes no cenário dessa experiência. A experiência. E mesmo em meio à multidão, o sentimento é o de ser encontrado. A força da presença de Jesus que santifica cada pedacinho daquela arena.
E ainda tem o silêncio da Adoração que comove qualquer coração. Um convite ao retorno à oração, caminho que muitos há tempo não trilhavam. Mesmo com tanta gente diferente: idades, tribos e cores de cabelo. Deus junta. Deus faz. Uma Paz que só Ele traz. Amor espalhado por metro quadrado! Esperanças que se renovam na madrugada que parece não ter fim. Vida nova que vai brotando em meio a lágrimas e ofertas. Cansaço que não cansa. Recomeço. E o Halleluya continua…
Denise Landim
