
Me recordo muito das palavras do pregador que dizia que a CB era uma forma de viver a pobreza, esta que é uma graça de Deus. Aquilo ecoava em mim, “viver a pobreza” e eu pensava como ia fazer pra viver isso, aí Deus vinha falar que era uma pobreza radical, uma pobreza de total abandono nas mãos Dele. E ai no mês seguinte dessa formação eu comecei a devolver a comunhão de bens, eu lembro que fui toda sem jeito porque não era muita coisa mas era o que eu tinha. E foi muito forte pra mim, muito mesmo. Eu via como que Deus ocupando um lugar que de fato era/é Dele.
Desde então venho experimentando muito da providencia de Deus, uma providência fruto desse abandono. Uma providência que ultrapassa os meus limites quando Deus chega para me pedir não o que sobra, mas o tudo. E acredito que isso é o que há de mais concreto em mim: essa obra de abandono e confiança. Já faz oito meses que vivo isso, é muito desafiante mas é muito alegre ser fiel. É desafiante achar que não vai conseguir ajudar a missão a suprir suas necessidades, mas é muito alegre saber que a cada mês o próprio Deus vai nos ajudando na fidelidade. É muito alegre ser testemunha disso, de quando alguém perguntar você ter concretamente o que falar sobre essa grande graça que é a CB. E não só quando perguntarem sobre, mas quando você deseja que outras pessoas também vivam isso, também experimentem de Deus através da CB.
“Há mais alegria em dar do que receber”. Que Deus nos faça experimentar dessa alegria que é dar o tudo. Que o próprio Deus nos faça ver, como diz nos Escritos, que o novo que Ele quer realizar em nós é um novo baseado na pobreza.
Shalom!!
Quero participar de um grupo de oração aberto.quais são os horários?
Olá Flávio! Onde vc mora?