
“Somos uma família de almas esposas”, disse a cofundadora da Comunidade Shalom que levou a todos a refletirem pontuando de que maneira podemos nos unir e acompanhar o esposo de nossas almas em seus últimos momentos, sabendo que é impossível para uma alma apaixonada por Deus achar que deu tudo que deveria dar.
Segundo Emmir, o primeiro passo é a graça do arrependimento perfeito que deve ser tão constante quanto o nosso louvor, pois somos chamados a permanecer aos pés de Jesus que ensina as almas esposas a linguagem da gratidão. “Esse tempo é favorável para suplicar a graça do arrependimento de metanóia e crer que é possível voltar para Deus por um caminho novo”, explicou a pregadora.
Outro ponto a ser vivido é o silencio, onde devemos parar e ouvir as últimas palavras do esposo que caminha para a morte. É tempo de falar menos e ouvir mais, de meditar nos evangelhos da Paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo e escutar o silencio do esposo diante de Pilatos.
A oração pura e humilde, no silencio interior de nossa alma, “dará espaço a Deus, fazendo sair o nosso Eu do protagonismo”, aprofundou Emmir destacando também nesse tempo de conversão, a palavra de Deus que se fez verbo e a união com Maria, aquela que em seu silencio entendeu os planos de Deus para a salvação da humanidade.
Para mergulhar mais nesse mistério a Comunidade Católica Shalom estará promove no Paulo Sarasate o Retiro de Semana Santa. Confira a programação! Você é nosso convidado.
Confira [Aqui] a galeria de imagem
Por Ângela Barroso
