A Comunidade Católica Shalom no Rio de Janeiro reuniu, nesta segunda-feira (21), membros da Comunidade de Vida e da Comunidade de Aliança em uma assembleia dedicada ao Halleluya Rio 2026. O festival acontece este ano na Praia do Guido, no Recreio dos Bandeirantes, e integra as celebrações dos 30 anos da presença da Shalom na cidade.
A noite começou com a partilha do Responsável Local, Pe. Rômulo dos Anjos, a partir do salmo da liturgia do dia, festa de São Mateus: “Seu som ressoa e se espalha em toda a terra”. “Toda vez que a gente mergulha na Palavra de Deus (…) é impressionante como ela tem algo a nos dizer no dia em que estamos, diante da situação em que nos encontramos”, afirmou.
Da vida do apóstolo, ele tirou a palavra que guiou sua oração. “São Mateus e todos os santos fizeram uma só coisa: espalhar. Hoje eu rezei com esse termo. Existe um som, uma música, uma melodia que não é nossa.”
O padre lembrou que não existe vocação Shalom sem oração e sem evangelização, e que a missão nasce do ser, de uma vida autêntica que se traduz no trabalho de cada um. E pediu que o Senhor conceda aos membros um profundo amor a Ele, à cidade e à evangelização.
Na sequência, o coordenador executivo, Emanuell, apresentou a principal novidade da edição. “A grande novidade desse ano é que o Halleluya encontrou o mar”, disse. Ele usou a imagem da pesca milagrosa para falar do momento da comunidade e retomou uma palavra recebida pelo Pe. Rômulo durante a preparação: fazer um evento do tamanho da providência de Deus.
O festival terá forte presença mariana, com Nossa Senhora presente durante todo o evento no Espaço da Misericórdia, onde padres atenderão confissões. A família do Guido estará presente nos dois dias.
Júlio, da gestão operacional, mostrou como a Praia do Guido vai se transformar em arena para receber o público nos dois dias, da montagem da estrutura ao transporte e às caravanas.
Glauciane e Carol, da evangelização, lembraram que o Halleluya acontece em um tempo de graça, marcado pelos 30 anos da Shalom no Rio, pelo Ano Jubilar Franciscano e pelo Jubileu da Arquidiocese. Com a imagem de um jovem que procura entre os entulhos a peça que falta em sua vida, mostraram o que move o festival: essa peça é Deus.
Cleiton, da comunicação, apresentou a narrativa do festival e o alcance que a comunicação quer atingir, e fez um pedido direto: que cada membro seja um canal do Halleluya nas redes, curtindo, comentando e compartilhando.
A preparação segue com a Missa de Envio para todos os servos, em 9 de outubro, às 20h, no Quiosque do Guido.