Caia na Real…Caia no samba!

O que você espera de um Sábado a noite? A noite “Caia na Real”, que será realizada neste sábado (26.04), no Shalom Brasília, traz uma banda de samba do Projeto Juventude como atração. Além de muita música e animação, a noite contará ainda com um cardápio diversificado na lanchonete, na qual serão vendidos pratos com feijão tropeiro, carne de sol, macaxeira(mandioca) e salada vinagrete. O prato custará apenas R$7,00 (sete reais) e o ticket já pode ser adquirido no próprio Shalom Brasília (W3, 507 Sul). Não fique fora dessa, venha e traga seus amigos. Caia na real… Caia no Samba… Se joga com a gente!  

Retiro de Semana Santa Shalom é realizado em Brasília

A Comunidade Católica Shalom de Brasília, realizará entre os dias 17 e 20 de Abril, o Retiro da Semana Santa, no EAPE (907 Sul) com oração, preagação e momentos motivacionais que aprofundarão o tema central do Retiro: “Por suas chagas fomos curados”. Começando na quinta-feira (17) às 14h30, sendo os atos litúrgicos realizados na Catedral em unidade com a Arquidiocese de Brasília. Na sexta-feira iniciaremos às 8:30 da manhã com motivação e a Via Sacra “Encontro com a misericórdia” escrita pelo Projeto Artes Shalom Brasília. Sábado e Domingo iniciará às 14h. A entrada é franca. Abaixo programação completa do Retiro de Semana Santa e as atividades que serão realizadas na Catedral.  

Curso de Namoro | BSB

Missa São José | BSB

Vocacional Aberto | BSB

Missa Dom Aparecido | BSB

Uma lanchonete para evangelizar

1º de fevereiro. “A casa está cheia. Há gente na calçada e na rua. Muitos são jovens. O som de músicas alegres de louvor toma conta do ambiente.”* É este cenário, do reencontro dos participantes do último Acamp’s Brasília, que atrai a atenção de um homem, um passante, que se impressiona ao ver o sorriso dos jovens: rostos tomados de uma alegria diferente, inexplicável. Ele, então, se sente impelido a entrar. Chamaram-me para recebê-lo já que não falava português.  Ao acolhê-lo, descobri muitas coisas: seu nome ocidental era Jackie, já que seu nome mesmo era muito difícil para nós, no Brasil, pronunciarmos. Jackie é um chinês que veio para o Brasil há um ano para trabalhar. Pouco sabia sobre fé, sobre a Igreja ou sobre o Papa. O que mais me impressionou, porém, era o fato de ele não saber quem era Jesus Cristo. Conversamos por um tempo e pude explicar o que fazia sendo missionária, como tinha deixado minha família no Canadá para anunciar esta pessoa que ele até então desconhecia. Ele então participou da missa e fui explicando, parte por parte do rito e porque fazíamos aquilo, em que acreditávamos. Por mais de uma vez ele me pediu para explicar o que era a Eucaristia e o que o fazia o padre. Ao final, ele agradeceu com um sorriso, dizendo que tinha aprendido uma grande lição naquele dia. Eu, porém, sentia que tinha aprendido uma lição ainda maior com a visita dele ao nosso Centro de Evangelização. Percebi, o quanto é urgente a nossa evangelização. O quanto ainda estamos fechados em muros e estruturas, enquanto há gente, (muita gente!) lá fora, que nunca ouviu falar da única pessoa que pode salvar. Percebi que não é preciso ir muito longe para conhecer, de fato, pessoas com total desconhecimento de Cristo e da fé cristã. E mais: que há um grito. Um grito ensurdecedor daqueles que sofrem este desconhecimento, que não somos capazes de ouvir, porque este grito é abafado pelas correrias dos homens que vivem ignorando a presença Daquele que nunca deixou de existir. Abafado por mim que tantas vezes silencio no anuncio de Cristo por respeito humano, retendo a oferta da minha vida. Abafado, mas não extinguido, pois o Espírito Santo de Deus, no mistério da sua infinita sabedoria, não deixa de inflamar os corações que desejam se abrir para ver a ação da sua graça e não deixa de atrair os corações para aqueles que podem anunciá-Lo. Amanda Passos, missionária da Comunidade de Vida em Brasília *Trecho retirado do livro Escritos, da Comunidade Católica Shalom.

De coração de ovelha para coração de pastor

“Deus em sua misericórdia, transforma o coração da ovelha em coração de pastor, fazendo dela um acolhido, mas se tornar um acolhedor”.   Com essa simples frase começo meu testemunho do retiro de mudança de fase do meu grupo Discípulos de Emáus. Desde o celeiro meu coração ainda não havia abraçado o pastoreio, mesmo sabendo que era onde Deus me desejava. Ao entrar no grupo não foi diferente, me via apenas como um “auxiliar”. Me senti um estranho, tão acostumado com meu primeiro grupo, o Obra Nova, me via muitas vezes perdido, conduzia o grupo, mas o coração se questionava: “Qual o meu lugar aqui?”.  Preso em mim mesmo, nos meus questionamentos, eu ia me perdendo, buscado respostas em mim mesmo, mas tem coisas que só um retiro é capaz de nos mostrar, como bem me disse meu grande irmão Vander.   Nas orações pelo retiro, Deus disse que realizaria o impossível, que seria o separador de águas em muitas vidas, só não imaginava que seria na minha também.   Ao chegar no lugar do retiro, meu primeiro pensamento foi: “Sou apenas um auxiliar aqui!” Indo logo ao concreto, o retiro foi o “És Precioso!”, então foi preciso acompanhar toda a macheza. Ao acompanha-los, ao silenciar meu coração para ouvi-los, eu pude ouvir a Deus. Parece impossível de acreditar, mas a história de vida deles se parece com a minha, cada um é como se fosse uma parte da minha história. A partir dali compreendi o porque de esta ali, de ser núcleo, de ser pastor.  Em mim brotou um tamanha alegria e gratidão, as correntes que me prendiam haviam se quebrado, aquele é o meu povo.   Deus de fato sabe a quem nos enviar, de fato Ele sabe quais vidas pode confiar a nós. Hoje, com gratidão posso dizer que sou núcleo, que sou do pastoreio, não por orgulho, mas pela misericórdia de Deus que deseja me salvar.   Amados irmãos e irmãs, eu ainda nada sei, mas, vale a pena oferta a vida pelos jovens, pelas ovelhas. Deus não necessita de você e nem de mim, Ele pode salvar a todos, pois nada somos, mas Deus conta com você, conta comigo, conta com todos nós para ir de encontro a ovelha ferida, e leva-lá a Ele, o Bom Pastor.   A ovelha sou eu e não conheço outra voz por isso quando eu fugi me cansei, me perdi, eu procurava outra voz mas não pude encontrar hoje posso ouvir de novo a voz do pastor a me chamar e assim eu compreendi se de ti eu fugir 99 ou mais deixarás para trás e irás me buscar!

Testemunhos da alegria que não passa | Renascer Brasília

Cerca de duas mil pessoas passaram no ginásio poliesportivo da Universidade Católica de Brasília para participar do Renascer 2014. Os três dias de oração transformaram inúmeras vidas, proporcionando profundos testemunhos. Gostei do Renascer porque me ensinou a caminhar com Cristo, continuar com Ele na direção que Ele me deu, através dos sacramentos – que a Igreja nos deixa pra que possamos continuar caminhando. Falaram dos passos a serem dados na caminhada: pra mim isso foi muito bom, porque tive uma direção pra orientar minha vida de oração novamente. O que aprendi foi isto: perseverar com Cristo através da oração, dos sacramentos, com os irmãos. Maria Celeste, paróquia Maria de Nazaré – Samambaia Gostei muito porque servi na acolhida e pude colocar em prática aquilo que tanto se fala: a oferta da nossa vida. Pude viver momentos bons de fraternidade com meus amigos lá. Mas algo que me tocou bastante – e foi o que me fez ganhar o carnaval – foi ver uma amiga que eu trouxe, na Adoração do Santíssimo, conversar com Deus. Ela me falar que se sentiu muito tocada pelo amor de d’Ele, me deixou muito feliz. Ela não queria vir. Mas se decidiu por vir no domingo e gostou bastante. Veio na segunda também e se apaixonou. A felicidade dela me deixou muito feliz. Gustavo Henrique, 19 anos, Comunidade Shalom Gostei da experiência de renascer e de conhecer mais sobre o amor do Espirito Santo. Foi uma experiência maravilhosa de reconhecer que o amor de Deus por nós é incondicional. Não podemos comparar o nosso amor com o d’Ele. Aqui eu pude realmente renascer e ser uma nova pessoa. Tainara, 16 anos, paróquia São Miguel Arcanjo – Recanto das Emas Tive uma experiência maravilhosa com Deus. Senti mais e mais o chamado de Deus para a missão! Aline, 28 anos, paróquia Santo Antônio – no entorno do DF Nos momentos de Adoração ao Santíssimo eu realmente tive um encontro com a pessoa de Cristo. O que ficou muito forte pra mim foi a primeira palestra sobre a misericórdia do Pai. O Pai esperava o filho pródigo todos os dias – e da mesma forma é comigo. Deus me espera todos os dias para que eu volte ao encontro d’Ele, para o abraço do Pai. Maria do Socorro, 47 anos, paróquia Nossa Senhora Aparecida – São Sebastião Gostei de tudo, principalmente do Seminário de Vida no Espírito Santo, que tinha vontade de fazer há muito tempo. No Renascer tive essa oportunidade. Leia, 35 anos, paróquia São José Operário – Candangolândia   Por Lilian da Paz e Mayara Oliveira       

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