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Deus é o centro de tudo

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Vânia Nunes, celibatária e consagrada da Comunidade de Aliança

No segundo dia de Seminário de Vida no Espírito Santo, Vânia Nunes, celibatária e consagrada da Comunidade de Aliança, partilhou sobre o Senhorio de Jesus. O Seminário é uma das grandes programações do Renascer 2016, promovido pela Comunidade Católica Shalom, na Universidade Católica de Brasília.

Vânia Nunes, celibatária e consagrada da Comunidade de Aliança
Vânia Nunes, celibatária e consagrada da Comunidade de Aliança

Há 15 anos na comunidade, destes 4 como consagrada, Vânia começou a palestra destacando que o coração que tem Jesus como Senhor é sempre agradecido. “Precisa haver sempre a gratidão por Deus ter me criado, Ele me criou por amor e para o amor, só para ser amado”, disse.

A gratidão brota do reconhecimento do amor que salva, transforma a nossa vida e se torna o centro de nosso ser. Vânia passou por esta transformação em 1999, ao fazer um Seminário de Vida no Espírito Santo. Lá ela foi salva.

“O senhor da minha vida era o alcoolismo. Minha mãe chegou a até me levar em centros espirítas para eu deixar o vício. Eu chegava em casa tão bêbada que não conseguia andar”, conta. Depois do encontro com Deus ela também encontrou um sentido para a própria existência e hoje consegue identificar que se Deus não está do centro tudo é em vão.

“Existe o senhor da moda, o senhor das afetividades, do dinheiro, os senhores da Internet e da modernidade.
E as pessoas são indiferentes a Deus. Mas é Deus que nos dá tudo. Queiram dar tudo a Ele, porque Ele dá tudo!

Ser de Deus

Eudes Rodrigues, consagrado de aliança da Comunidade, complementou a partilha de Vania com a palestra ‘Serás inteiramente do Senhor teu Deus‘. Eudes fez a experiência com o amor divino há 18 anos. Antes tinha apenas uma experiencia moral: fazer ou não fazer. No encontro com o Amado, Eudes percebeu que tudo deveria ser para Ele, das pequenas às maiores coisas.

Nesta vivência de lutar contra o pecado para fazer a vontade de Deus, Eudes sublinhou três itens em três graus que devem estar bem longe daqueles que pertencem a Deus.

1º grau – Supertições
“São tantas. E que incoerencia com a fé em Deus: quebrar o espelho dá sete anos de azar, ter pés de coelho pra dar sorte, ter pirâmide pra ter boas energias, gato preto não dá sorte – essa além de superticiosa é racista (risos)! Como eu posso deixar de acreditar em Deus, que é pessoal, pra acreditar em coisas, em objetos?”

2º grau – Idolatria
“Só passa para idolatria quem não fechou as portas para as supertições. Tudo aquilo que coloco no lugar de Deus é idolatria. São Bernardo já dizia: ‘Malditas são as coisas que colocamos no lugar de Deus’. Meu trabalho, meus amigos são coisas boas, mas que também podem se tornar uma idolatria se assumem o lugar de Deus. O meu próprio pecado pode ser uma idolatria. Tenho que lutar contra eles por meio da confissão”.

3º grau – Falsas religiões
“Lemos em Deuteronômio 18: ‘Serás inteiramente do Senhor teu Deus’. Quiromancia, necromancia, cartomancia, astrologia, magia, invocação aos mortos. A religião verdadeira e autêntica é uma, a Católica”.

O dia terminou com um forte momento de adoração a Jesus Eucarístico em que os fieis puderam tomar a decisão de se abandonar em Deus.

Por Lilian da Paz


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