Institucional

Um Acamp’s pra recordar

O Acamp’s 2017.2 bombou, certo? Ceeeeeerto! Então você não tem o direito de perder o Reencontro que acontece às 15h deste sábado, 22 de julho. O centro de evangelização do Shalom na 507 Sul vai receber você e toda a galera que teve um encontro inesquecível com o Amor de Deus. Simbora!

Mas enquanto o Reencontro não chega, vamos recordar os principais acontecimento do Acamp’s. Se liga!

O melhor acampamento de Brasília teve início na noite da terça-feira, 11 de julho, com a Santa Missa e um super momento de animação conduzida pelo Tiago Souza, vulgo Tico, missionário da Comunidade de Vida de Guarulhos (SP) – ele veio justamente para alegrar a festa.

Na quarta-feira, o dia também começou com muita dança e fraternidade, seguido de um forte momento de adoração, em que Deus se manifestou com o seu amor e a sua misericórdia infinita por cada um que ali estava.

A missionária da Comunidade de Vida Gabriella Dias também marcou presença no Acamp’s para pregar no Seminário de Vida no Espírito Santo (SVES), falando primeiramente sobre o amor de Deus, que é pessoal, apaixonado, eterno, gratuito e misericordioso:

“Toda vida é fruto de um plano de Deus. Seu amor é de sempre e para sempre. (…) Ele é um Deus que se declara por meio da Sua Palavra, por meio da Igreja, de um evento como este, da natureza… Ele diz ‘eu te amo’”.

Os jovens ainda escutaram, entre as pregações do SVES, alguns testemunhos de membros da Comunidade. E para os participantes que já haviam feito seminário, foram oferecidos cursos para aprofundar a experiência de Deus.

Na sexta-feira o Senhor realizou milagres e prodígios nos acampistas por meio da oração de renúncia e a Missa de Cura, com o Santíssimo Sacramento passando pelo meio dos jovens e derramando toda a Sua Misericórdia. E, claro, clímax do Acamp’s se deu no sábado à tarde, com o momento de efusão do Espírito Santo.

Padre Célio, coordenador apostólico da Missão de Brasília, foi o responsável pela pregação que antecedeu o momento. Ele aproveitou para falar brevemente seu testemunho, sobre os dons do Espírito Santo e a mudança de vida daqueles que se deixam encontrar por Cristo. “Como andavam os discípulos de Emaús? Tristes. E o que Jesus fez? Entrou na vida deles. É o que Ele faz com a gente, mesmo com nossos pecados, nossas fraquezas, Ele entra na nossa vida e o nosso coração se alegra.”

A galera também se divertiu bastante nas gincanas entre equipes, futebol de bolha, trilhas, rapel, piscina e cachoeira. E as noites não deixaram a desejar… Na quarta-feira, a alegria ficou por conta do The Voice Shalom, que levantou a galera e gerou gargalhadas com os apresentadores Tico Leifert e Priscila Brown.

Na quinta-feira, o Ministério de Artes da Missão de Brasília emocionou a todos com o espetáculo O Canto das Írias; na sexta-feira a grande atração foi o show da cantora pop Ana Gabriela e no sábado aconteceu a grande final do The Voice e um luau com direito a fogueira e comida boa.

Além de toda programação do acampamento, os jovens ainda puderam contar com a presença de diversos sacerdotes atendendo confissões e com irmãos disponíveis para oração e aconselhamento. Foram, verdadeiramente, dias de muita graça onde os jovens puderam, além de viver férias diferentes, descobrir que a felicidade é uma pessoa: Jesus Cristo. Cabe a eles, agora, perseverar até o fim.

O padre dos jovens

 

Presença garantida no Acamp’s Brasília desde 2009, Padre Célio deixou de ser um ilustre convidado para viver mais intensamente o acampamento de jovens através da coordenação apostólica da missão de Brasília. Na capital desde maio deste ano, pôde presenciar mais de perto toda a preparação do evento e, ao final, não terá mais que voltar para casa.

“É uma responsabilidade bem maior que eu sinto agora pelo fato de estar aqui, mas também uma alegria em poder dar continuidade, acompanhar esses jovens mais de perto. Porque antes eu tinha um contato com eles via internet, alguns eu acompanhava mensalmente mesmo morando em Fortaleza, mas é bem mais difícil”.

Para ele, a grande diferença é que, agora que está aqui, se sente mais motivado em dar seguimento a essa experiência que é o pastoreio. “É como falamos na nossa linguagem: nós lançamos a rede para a nossa pesca, pescamos e agora é tratar o peixe. Estando aqui como coordenador apostólico e tendo essa possibilidade maior de tratar o peixe”, explicou.

Sobre a edição de julho, Padre Célio acredita que o número de jovens foi um ponto positivo, pois assim é possível estar mais perto deles. “Como foi menos que em outras edições, a gente fica achando ruim porque não alcançou nosso objetivo, mas por outro lado a gente consegue tocar nos jovens, isso favoreceu um pouco”, frisou.

 

 

Testemunhos

 

Eu fui evangélico por três anos. Me decepcionei com o homem e achava que eu era Deus. Criei uma falsa fé de Deus.

Para vir pra cá foi muito difícil. Teve ônibus roubado, perdi coisas, briguei com família. Um dia antes desisti de vir, já tinha desistido de tudo. Aí acordei, olhei pra cima do guarda-roupa, vi a minha mala: “Oi, mala! Tudo bom, mala?”.

Aí olhei pra minha irmã e falei: “Tô indo pro Acamp’s”. Ela perguntou: “O que é isso?”. Eu respondi: “O Acamp’s! Tchau!”.

Quando cheguei aqui, eu não imaginava que era do jeito que é. Eu pensei que iria pra cachoeira, pra piscina, pro lazer. Não sabia que tinha Missa… No primeiro dia a minha amiga falou: “Vamo pra Missa”. Aí eu olhei pra ela e falei: “Missa?! Que missa? Eu sou evangélico, garota”. Cheguei na Missa morrendo de sono.

No outro dia, na adoração, o padre falou: “Abra o seu coração”. E eu falei: “Tá aberto”. Durante uma partilha eu senti para abrir o meu coração de verdade e, no outro dia, durante a adoração, eu senti algo que há muito não sentia. Saí com a vontade de orar, com uma ansiedade, cheio do fogo do Espírito Santo.

 

Kelven Alves, 17 anos

Fiz minha inscrição com um mês de antecedência. Chegou na quinta-feira que antecedeu o Acamp’s… e eu quebrei o pé. O médico e minha mãe falaram para não vir, mas eu vim com as minhas muletas. Cheguei com o pensamento: “O que vim fazer aqui? Não vou pra cachoeira, não vou pro lazer… vou embora. Tô com dor, meu pé tá inchado”. Mas foi muito maravilhoso estar aqui! Muita gente chegou em mim comentando que eu era um exemplo de coragem e isso foi enchendo o meu coração. Deus colocou pessoas maravilhosas aqui e eu to tendo um ensinamento maravilhoso.

Tainá Ornelas, 21 anos

 

Por Victoria Arruda


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