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Capitão Sebastião: o soldado de Cristo

Denunciado e perseguido, optou em não renegar a sua fé sofrendo um martírio cruel, imposto pelo imperador, que ordenou aos arqueiros deixarem o jovem sangrar amarrado até a morte devido as flechadas.

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Evangelizar em tempos modernos, com excessos e acessos de informações cada dia mais rápidos e, redes sociais liberadas para se expor deliberadamente, cada um sua opinião e pensamentos a respeito de tudo, falar de Jesus anda cada vez mais complicado.

No trabalho, na faculdade, entre amigos e até mesmo no seio da família, há sempre quem discorde, discurse e até mesmo tente te convencer de alguma nova doutrina ou filosofia, deixando a margem a verdade do Evangelho.

A Arquidiocese do Rio de Janeiro, em prol dos festejos de São Sebastião, que tem o santo guerreiro como patrono da cidade, realizou uma trezena, peregrinando com a imagem do homenageado em vários locais do Rio. Foram visitados hospitais, presídios, asilos, inclusive repartições públicas, iniciativa essa, evangelizadora e, provavelmente, inspirada no testemunho de vida e coragem do próprio santo e mártir que é comemorado 20 de janeiro.

De origem francesa, Sebastião seguiu a carreira militar de seu pai. Muito empenhado no serviço, logo alcançou um cargo ilustre, bem como o reconhecimento de seus superiores. Como cristão, conta-se que o capitão teria se alistado no exército romano, com o propósito de viver sua fé dando forças aos cristãos enfraquecidos diante das torturas. Sem deixar de cumprir seus deveres militares, ele não participava dos martírios nem das manifestações de idolatria dos romanos, além de visitar os cristãos presos e levar ajuda aos mais necessitados.

Denunciado e perseguido, optou em não renegar a sua fé sofrendo um martírio cruel, imposto pelo imperador, que ordenou aos arqueiros deixarem o jovem sangrar amarrado até a morte devido as flechadas.

Como nosso amigo do céu, São Sebastião é conhecido também por ter servido a dois exércitos: o de Roma e o de Cristo, não perdendo nenhuma oportunidade de anunciar a Cristo, com palavras e gestos, mesmo em meio a tantas perseguições aos cristãos de sua época.

Não caberia também a nós, como cristãos, nos inspirarmos e seguirmos o modelo de São Sebastião? Vencer desafios e perseguições próprias de nossos dias, assim como ele, também lutarmos como um soldado de Cristo, e combater com amor no meio em que vivemos, tantas injúrias pessoais, sociais e virtuais, que tantas vezes nos torturam o exército da vida, do trabalho, da família e por que não, o exercito on-line.

São Sebastião, rogai por nós!


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