A eutanásia: morrer não é o mesmo que matar
Não se pode deixar de dar assistência a um doente terminal. Não podemos estar na sua pele e não podemos matá-lo. A única coisa digna que podemos fazer é proporcionar-lhe cuidados paliativos de qualidade, os quais devem ter em conta as dimensões biopsicossocial, espiritual e familiar da pessoa. É por este caminho que se deve avançar. A eutanásia mata a liberdade: trata-se de uma suposta decisão livre que fará com que a pessoa nunca mais tome decisões livres. Nem sequer a tão humana decisão de corrigir. A eutanásia, a sua banalização ou despenalização, é uma questão que se enquadra no lado escuro da profissão de médico, seja ela promovida de que maneira for. São muito frequentes os casos de consultas ...