Na noite desta quinta-feira, 26, no Theatro Via Sul em Fortaleza, aconteceu a apresentação do novo espetáculo da Cia de Artes Shalom, Para Onde Correm os Rios. A plateia de aproximadamente 700 pessoas, pôde se emocionar com os três núcleos de personagens que, em crises particulares, buscam encontrar o sentido de suas vidas.
No final da apresentação, o Comshalom entrevistou o missionário e responsável pela Secretaria de Artes Shalom, Wilde Fábio Alencar. Confira:
Qual o seu sentimento agora que o espetáculo estreou?
Meu sentimento agora que o espetáculo estreou é que nós temos, para a glória de Deus, mais uma grande potência de evangelização que o Senhor deu em nossas mãos, para levar até as pessoas essa experiência de Deus através do outro, da saída de si, da oferta de vida, que é esse o mote do espetáculo. Para mim é um sentimento de gratidão e de alegria, a gente viu cada processo de construção, a gente vê cada um do elenco crescer, as coisas tomarem forma, e ver o povo se identificar, responder e reagir é um sentimento de grande gratidão. Louvo e bendigo a Deus, muito feliz.
Qual a diferença deste espetáculo para os demais da Comunidade?
Dos nossos espetáculos acredito que este seja o mais maduro do ponto de vista de roteiro e dramaticidade. A gente trabalha com três núcleos que tem densidade, profundidade e complexidade, um de humor e dois de drama, mas com duas linhas dramáticas diferentes. Então, acho que essa diversidade e essa complexidade traz uma riqueza pro palco e uma profundidade de humanidade que até hoje a gente não tinha trabalhado nos roteiros da Comunidade.
Qual o maior desafio deste espetáculo?
Conseguir administrar todas essas variantes e levar para todas as missões, porque terão exigências próprias de luz, de técnica, de cenografia, que tentamos ao máximo deixar fácil de ser montado. Porém, sabemos que é sim um desafio.


