Foi na véspera do feriado do trabalhador que o Projeto Juventude para Jesus (PJJ) realizou a Vigília Jovem, encontro que reúne os jovens da Comunidade Católica Shalom em uma noite de louvor, pregação e celebração eucarística. Neste ano, a Vigília aconteceu na Catedral de Fortaleza e contou com participantes também de cidades da Região Metropolitana.
Aguardada por muitos, a Santa Missa, presidida por Padre Antônio Furtado, foi o momento mais importante do encontro. Começou por volta de uma hora da madrugada e seguiu até às quatro horas da manhã. Em sua homilia, o sacerdote trouxe a figura de São José Operário, destacando que o santo era um jovem que já tinha programado sua vida, mas que escolheu dizer “sim” ao projeto de Deus. “Se José não tivesse dito sim a Deus, ele não teria sido pai adotivo de Jesus”, ressaltou. Segundo Padre Antônio, o Senhor intervém na vida dos jovens por causa da sua misericórdia.
Assim foi com Maria Gabriele, 17, natural do Piauí. A jovem, convidada pelo sacerdote, testemunhou durante a homilia a ação de Deus em sua vida. Por influência de colegas da escola, Gabriele passou a ter contato com falsas doutrinas. Depois de muitas dificuldades por conta do envolvimento, ela voltou para a Igreja Católica e teve uma forte experiência com Deus no dia da Festa dos Arcanjos. Atualmente, Gabriele participa de um grupo de oração e tem crescido na amizade com Deus.
Espaço da Misericórdia
Com cinco padres e dezenas de ministros de oração e aconselhamento, o PJJ ofereceu aos jovens um espaço em que eles puderam receber o sacramento da reconciliação e também direção humana e espiritual. Pelo Espaço da Misericórdia, passaram centenas de participantes. Nem a chuva da madrugada impediu o desejo deles de voltar para a Deus.
A estudante Armila Rodrigues, 24, de Pacajus, esperou pouco para ser atendida pelo ministério de oração e aconselhamento. Armila estava afastada do grupo de oração, mas decidiu participar da Vigília depois de ser convidada por uma amiga. Ela aproveitou o encontro para buscar ajuda em situações difíceis pelas quais vem passando.
Na fila da confissão, Márcia Freitas, 18, esperou cerca de três horas. Mesmo levando banho de chuva, a jovem afirma que valeu a pena. Além de usar o tempo se preparando para receber o sacramento, ela aproveitou para fazer amizade.







