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Comer carne exige menos trabalho de dinamarqueses e mais de indonésios

Em Copenhague, basta uma hora de trabalho para comprar um bife. Já em Jacarta, é preciso labutar um dia todo para adquirir a mesma porção. Essa foi uma das conclusões de um estudo para a empresa Caterwings sobre o acesso à carne de trabalhadores com salário mínimo.

Para estabelecer essa comparação, a ABCD agency, a empresa de relações públicas que fez o estudo, se baseou no salário mínimo de cada país e em uma média de preços estabelecida a partir do custo da carne em grandes cidades de cada país.

Assim, a Dinamarca foi classificada como um dos países com o salário mínimo mais alto. A isso se somou o fato de não ter “a carne mais cara que a média mundial”, segundo a Caterwings, o que explica o fácil acesso à proteína pelos dinamarqueses.

Eles são seguidos de perto pelos vizinhos suecos, que precisam trabalhar pouco menos de uma hora e meia para ganhar uma porção de carne vermelha. O assalariado australiano precisa de exatamente uma hora e meia para comprar um bife, no país que consome a maior quantidade de proteínas animais, segundo o estudo inédito.

O trabalhador indonésio, por sua vez, tem o nível salarial mais baixo e precisa de 23 horas e meia de serviço para ter uma porção de carne.

Nos Estados Unidos, essa mesma medida pode ser adquirida após duas horas e meia de trabalho. Já no Brasil, é preciso labutar por cinco horas e meia, e a carme é 52,20% mais barata que média mundial.

A pesquisa se concentrou nos países que mais produzem e consomem proteínas animais, indicou a Caterwings, empresa de restaurantes que conecta distribuidores de alimentos e empresas.

Os dados foram obtidos pela análise dos preços da carne nas maiores cidades de cada país – que representassem pelo menos 25% da nação.

Aleteia


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