
“Talvez nem nós compreendamos a profundidade da misericórdia de Deus por nós. O amor de Deus é incondicional e a sua misericórdia é eterna, é sem limites. E Ele não está diante de nós para nos condenar, mas para nos salvar. E o Papa Francisco continua: ‘Deus nunca se cansa de nos perdoar. Nós é que nos cansamos de pedir perdão’”, afirmou Moysés. No mês passado, ele foi recebido pelo Papa em audiência privada, ocasião em que o pontífice reiterou que este tema é uma inspiração determinante dentro do seu pontificado.
Dar de graça o que de graça se recebe
A experiência de se deixar amar por Deus, segundo o fundador, impulsiona a levar essa misericórdia a todas as pessoas e a se sentir responsável pelo mundo. Tal postura não é um peso, mas um ato de gratidão:
“Existe um filósofo moderno que diz que a outra pessoa é o inferno. Jesus diz: ‘Não! Se você experimentou a minha misericórdia, o quanto você é amado, o outro se transforma naquele em quem você vai me amar’. Na medida em que você doar a sua vida a esse ‘outro’, aos seus familiares, aos seus amigos, àqueles que não conhecem Cristo, àqueles que sofrem, se você estender a mão para os jovens que estão distantes de Cristo, da Igreja, que não conhecem o amor de Deus, se você viver uma vida não para si mesmo, mas para Deus e para o outro, o ‘outro’ se transforma no caminho do céu. O diferente não é o inferno na minha vida, mas é o caminho para o céu”
Confira palestra:
Emanuele Sales