Tem um pessoal aqui que intercede pela Igreja, pelos jovens e por toda a humanidade. Começaram a chegar aos poucos, o primeiro foi um jovem com um sorriso sincero que contagiou a muitos que o conheceram. Agora já são vários como ele. Estão sempre atentos às necessidades do povo que o Pai os confiou. E pode acreditar, eles não falham nesta missão.
Você já deve ter escutado uma história sobre um jovem que entregou uma carta ao papa ofertando a sua vida pela evangelização de outros jovens. E quer saber? Este foi um momento em que festejamos muito aqui também.
(E se você já me acompanha há algum tempo, deve ter percebido que fazemos muita festa por aqui). Mas, só para garantir que você tenha certeza da história, vou contar um pouco sobre como tudo aconteceu…
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Estávamos esperando o momento em que se manifestaria a Vocação de Paz que o Filho anunciara em Sua visita aos discípulos no dia em que encontrara a comunidade inteira reunida. Como já disse outra vez, para nós é sempre hoje, mas para vocês a espera foi um pouco maior. Mas o cumprimento da promessa chegou e foi plantada no coração de um jovem chamado Moysés.
Ficamos impressionados com a sua adesão e como ele conseguira alcançar a tantos outros com o coração tão inflamado ao ponto de deixar tudo o que planejava para servir ao Pai com gratidão. Foi aos pés de Pedro que tudo começou e lá permanecerá até o fim dos dias. Estava selado no Céu e florescendo na terra.
Aqueles que já estão conosco, quebraram seus frascos e realizaram as suas ofertas mais profundas, em silêncio e com sincera alegria. Os que ainda habitam a terra, continuam derramando os seus perfumes, por amor, no sim de cada dia, vencendo as batalhas pela oração, vivendo o amor fraterno com o entusiasmo dos eleitos e anunciando o Evangelho, assim como o Filho os enviou na visita depois da ressurreição…
E seguiram os seus caminhos até, vitoriosos, chegarem aqui.
E aquela carta, bem… está aqui, guardada na sala especial, plantada em solo fecundo e gerando muitos frutos pela Igreja, pelos jovens e por toda humanidade.
Por Maria Angélica
