Meu nome é Silvia, tenho 27 anos, e sou vocacionada Shalom. Passei uma vida buscando aquele algo mais de Deus para a minha vida desde que tomei conhecimento dele e do seu amor.
Nunca tive um momento específico de conversão e experiência de Deus em retiros. Costumo dizer que Deus tem realizado Sua obra de conversão em mim para o Seu amor gradualmente, de forma muito simples.
A minha alegria, no entanto, é que depois de encontrar minha vocação e meu lugar na Igreja, Ele recomeçou um processo de Salvação. Especialmente durante o Reviver deste ano.
Eu estava servindo. No trabalho, saindo de mim, a experiência do Amor de Deus completou e completa um ciclo de plenitude.
O coração arde e pede mais. Só para encontrar a Deus de novo e provar o amor dele, passar pra frente, e assim sucessivamente.
Nas adorações das quais pude participar, comecei a me reconciliar de forma mais efetiva com Deus Pai, Criador, e a me reencontrar com o Seu amor de forma mais clara, enxergando como nunca antes a sua Bondade, Paternidade, amizade, como se uma realidade velada fosse sendo mais e mais descortinada e eu pudesse vê-lo e reconhecê-lo mais claramente.
Parece clichê, mas não trocaria essa experiência de viver o querigma na vocação por nenhuma outra. Essa graça renovada de me sentir amada desde a origem, de perder a vergonha de ser olhada por Deus mesmo com meus defeitos e pecados a cada dia mais e ter a certeza de que Ele me quer ao seu lado, que nada O impede de me enxergar como filha, de me reconhecer.
“Eis que faço Obra Nova. Eis que já surge, não a vedes?”
Silvia Cunha – Vocacionada
