Olha eu aqui de novo!! hehe Estou adorando estar com você e espero que eu esteja realmente contribuindo para que você viva melhor o Evangelho na prática! No último artigo falei sobre minha timidez e como superei e prometi que escreveria este.
Infelizmente não tenho mais o livro que citei acima (emprestei e sabe como é, né? Pode voltar ou bater asas e voar pelo mundo – espero que ajude muitas pessoas!). Como eu já não o tenho há um tempo, eu vou buscar na memória elementos que foram importantes para mim.
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Se você gostar do texto, eu não finjo costume, tá? Esse passo a passo não é meu, é fruto de muitos livros e pessoas que me construíram e contribuíram para minha formação, contando com a graça, a oração e a doutrina católica, claro!
Agora, se estiver ruim… Aí pode dizer que o problema é que eu não soube aproveitar toda a riqueza acima. Fala para o pessoal do Comshalom ou para mim mesmo: preciso me corrigir!
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Vamos partir para a ação, eu falo (escrevo) muito! Mas, vou tentar me conter para ser bem objetiva!
1 – Exercite a paciência consigo
O mundo está acelerado, mas quem foi que te enganou dizendo que você precisa seguir esse ritmo?! É ilusão, não é sustentável. Então, tenha paciência e viva um processo que é só seu! Deus é o autor da sua vida, mas você é o protagonista. Por enquanto, você ainda está escondido/ escondida na cortina da timidez. Mas, viva seu processo… Você vai se espantar no dia em que estiver revelando sua beleza ao mundo!
2 – Busque conhecer a realidade objetiva
Falar sobre autoconhecimento para uma pessoa tímida na minha opinião é pedir para um iniciante no inglês conversar com um nativo americano. Se você é tímido, me diga se concorda ou discorda! rs Eu me sentia sufocada quando alguém me dizia que eu devia me conhecer.
Era muito difícil com uma lente chamada “distorção” diante dos meus olhos e pensamentos. A timidez está relacionada com uma imagem negativa que fazemos de nós mesmos e consequentemente do mundo. Somos invadidos por uma imaginação fértil e cheia de cenários negativos. Eu lidei com a timidez desde que eu me entendo por gente, infelizmente na “minha época” (não que eu seja pré-histórica…Foi a tecnologia que avançou muito rápido! kkkk) não tínhamos tantos recursos quanto hoje para encontrar informações, por isso eu precisei de tempo e muita ajuda.
Para encontrar essa realidade objetiva sobre você e o ambiente em que você vive, busque ajuda de uma pessoa de sua confiança e alguém que seja de Deus (claro, aquele óbvio que precisa ser dito! rs).
Tenha coragem de se mostrar, de se revelar com suas virtudes e fraquezas para essa pessoa e peça para que ela te ajude a encontrar sua autenticidade. E, claro, busque o Evangelho, a Oração e conheça na Doutrina Católica sobre quem é Deus e quem é você. Outro aspecto que me ajudou muito foi ter estudado a Doutrina Social da Igreja e conhecer o que somos chamados a ser no mundo como cristãos.
3 – Encontre a beleza da autenticidade!
Vivemos em uma sociedade de aparência, querendo ser vistos e vamos nos tornando cópias não autenticadas de muitas coisas (desculpem a sinceridade! hehe). Precisamos reconhecer a beleza do autêntico, aquele que é único e que por isso é admirado, é amado! Não por vaidade, mas por Caridade e plenitude da Vida! Ah… O Amor!! Deus Caritas Est! Deus é Amor e esse Amor se revela em nós!
Não se trata de ser clichê, de ser “você mesmo” ou se enquadrar em um padrão. É sobre contemplar e acolher quem você é. Já viu os dragões do Carmadélio? Se não, veja lá… Vale para “garotos” e “garotas”, no bom linguajar carioca! kkkkk O Carmadélio tem mostrados aos jovens como serem carta para um amigo em crise e a beleza de serem quem Deus os criou a ser. Como é Belo o Amor Humano que nos acolhe e direciona para Deus.
4 – Aproveite a santa indiferença
Como assim, Aline?! Está falando para eu ser indiferente?! Sim…Mas, calma…Vou explicar! rs Santo Inácio nos ensina a aceitar a Divina Providência. Pobre ou rico, saudável ou doente, em tudo reconhecer a Providência e a Bondade de Deus. É essa a santa indiferença. Você não é só seu rosto ou corpo, só o que você tem ou sabe ou é capaz. Você é um filho amado como predileto/predileta de Deus!
Acolha sua vida como Deus te deu: bonito ou feio, saudável ou doente, pobre ou rico, intelectual ou mão na massa, com forças e fraquezas, limites e necessidades. Aceite sua história, reconcilie-se consigo. Deus te colocou no mundo e de tudo irá se utilizar para te devolver ao céu. Ajude-O nessa empreitada!
Deus e aqueles que te amam te aceitam nas suas forças e fraquezas, por que você não?
Eu costumo brincar com meus amigos que Deus me fez pobre (materialmente mesmo) porque sabe que eu não ia dar conta de ser rica! Ele sabe a filha orgulhosa e vaidosa que tem! Rs Não ia funcionar! kkkkk
Quando eu era adolescente e alguém dizia que eu era bonita, mesmo não concordando, eu aprendi a responder assim: “É, mesmo?! Obrigada! Ainda bem que tem gosto pra tudo!” kkkkk
5 – Encontre ambientes saudáveis em que você consiga se expor aos poucos
Meus pais (graças a Deus) me pediram para ir para um grupo de jovens na paróquia e foi ali que me senti acolhida e fui me expondo às amizades e saindo dos meus esconderijos. Encontrei em Deus e na Igreja esse ambiente em que poderia ser eu mesma e ali comecei a ver em que poderia crescer, melhorar e o que já estava “okay” em mim. Aquela que não falava nada, aos poucos se tornou uma catequista e palestrante.
O exercício de correr pequenos riscos é FUNDAMENTAL!!! Ele nos ensina que como elefantes condicionados estávamos presos por um fio de barbante, mesmo sendo gigantes!
6 – Agora sim, aprofunde o autoconhecimento
Ao se expor em ambientes que te são confiáveis, você começa a se “auto-observar”, começa a conhecer suas potencialidades, exercitá-las e desenvolvê-las. Você começa a conhecer suas fraquezas e administrá-las e mitiga-las. Mas, cuidado com o que está na boca dos D2, segundo o Bem Shalom (@bemshalom), com o: “Se questione!” kkkk
Nesse caso, se trata de observar, melhorar e corrigir a si mesmo. “Escute” o que se passa dentro de você e a pessoas de sua confiança. Não dê demasiada atenção às pessoas críticas e com tendências a fofocas e murmurações. Assim como não fique por aí olhando o defeito e acerto do outro. Esse processo é de Deus e seu.
7 – É clichê, mas preciso dizer: troque a comparação pela admiração!
A comparação te diminui e te paralisa, a admiração te impulsiona. Quando você se compara ao resultado de outra pessoa você menospreza sua história e os desafios que aquela pessoa também viveu para chegar onde está. Agora quando você a admira, você a vê como humana tanto quanto você, com potencialidades e necessidades.
Um P.S. Cuidado ao admirar pessoas que são conflitantes com os valores cristãos. Suas referências precisam ser pessoas seguidoras autênticas de Jesus Cristo.
Um testemunho meu: minhas referências sempre são os santos e os papas. Amo ler 0encíclicas e o Catecismo sobre assuntos que quero conhecer. Só depois, busco referências seculares. Se queremos ser bons cristãos, precisamos conhecer primeiro Aquele que queremos seguir antes de buscarmos outras fontes. Concorda?!
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Espero ter te ajudado, em caso de dúvidas, sugestões e críticas… Se questione!! kkkkk Brincadeira!! Me procura ou escreve nos comentários, me ajuda a realizar esse sonho!

Uma boa forma de se defender dos erros modernistas e desmascarar os leigos, religiosos, padres, bispos e até mesmo Papas modernistas é lendo a Encíclica do Papa São Pio X Pascendi Dominici Gregis.
https://www.vatican.va/content/pius-x/pt/encyclicals/documents/hf_p-x_enc_19070908_pascendi-dominici-gregis.html