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“Não quero despedida, porque a gente vai continuar frequentando o Halleluya, mesmo estando em Sobral, com a graça de Deus. Eu vou sentir muita saudade de toda essa realidade, porque não a terei tão próxima”, confessou, em breve entrevista à nossa equipe, depois de falar à multidão que havia alguns minutos adoravam em silêncio ao Santíssimo Sacramento. O tom era o de costume: humildade no trato com as pessoas e feição serena.
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Dom Vasconcelos serviu por três anos como bispo-auxiliar da Arquidiocese de Fortaleza. A humildade em tratar como filhos até os repórteres que o abordavam após uma noite intensa no Halleluya, à meia-noite, mesmo sabendo que celebraria no dia seguinte às 6h da manhã, é uma pequena prova de que bem pastoreou o rebanho a si confiado. E que o sorriso constante é um prelúdio do amor em atos que lhe rendeu a amizade de seus filhos shalomitas.
“Então, eu vou sentir muita saudade. Penso que o melhor de tudo desse tempo que passei na Arquidiocese foi a amizade que conquistamos reciprocamente, foi a maior conquista que levamos conosco e que ninguém pode tirar de nós”, concluiu. E a Comunidade Shalom, com toda a Igreja local, pode responder: “Nós, também, dom Vasconcelos, sentiremos saudades”.
Emanuele Sales e Jonas Viana