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E ESSA TAL DE CASTIDADE, HEIN?!

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A castidade foi o tema central do curso para os jovens durante os três dias de Renascer. Em todos os dias, e de maneira bem informal e acessível, foi passado para os jovens que é possível viver de maneira casta e jovem.

No primeiro dia de curso, Rahime Sarquis, jovem e discípula da comunidade de Aliança, pregou sobre o tema “Insaciável”. Falou-se a respeito do desejo e das inquietações que estão presentes dentro de nós, e, mostrou-se que sempre que tentamos insistir em coisas que não preenchem, consequentemente, nos tornamos insaciáveis por sempre desejar mais e mais.  Sendo que somente uma coisa pode nos saciar verdadeiramente: Deus e seu amor.

“Fomos criados por Deus para o amor e para a felicidade, mas a usamos da maneira errada, pois na maioria das vezes depositamos as expectativas e responsabilidades no outro em me fazer feliz. É preciso se fixar em Deus sabendo que pode vir o que vier que, sempre, serei feliz! Independente das pessoas ou de mim mesmo. Estamos acostumados a buscar sempre o prazer, deturpando e desordenando aquilo que é bom. Devemos, sim, buscar o prazer, mas no tempo e na vontade de Deus, porque Deus é AMOR e FELICIDADE, e não o inverso, como insistimos em acreditar. Ao invertemos as coisas, a felicidade e o amor se tornam algo diferente do que são, e, assim, vamos fragmentando o que somos”.

Rahime ainda continuou: “A castidade não é um não, mas um SIM ao amor, a felicidade e a dignidade! É um remédio para as inquietações que não vem de Deus, porque Ele nos criou para sermos grandes e ter tudo”. E, por fim, completou, dizendo: “Só a castidade é o que integra o coração. É um remédio para os pedaços do coração destruído pelo mundo e pelo pecado, restituindo a liberdade de amar o outro, mesmo quando ele não merecer”.

No segundo dia, Maycon Santos, jovem, discípulo e coordenador do PJJ, falou as jovens sobre as escolhas pelo eterno, que são diferentes das escolhas do mundo. “Precisamos escolher aquilo que nos preenche e que nos faz felizes. A cura vem através de um caminho que é preciso trilhar, durante os acompanhamentos com pastor ou acompanhador. É com eles que aprendemos a dizer sim a Deus. O mundo quer nos levar as coisas que nos tornam sujos, quer levar-nos ao pecado. Aqui encontramos o sentido, da dor, do cansaço, da castidade! É preciso viver a consequência daquilo que nos fere para só assim decidir-se”.

No terceiro dia, foi realizado um bate-papo com os consagrados da Comunidade de Vida Shalom João Rafael e Ana Jamila Silva. De maneira descontraída foram respondidas dúvidas que os jovens ainda possuíam a cerca da castidade. Temas como homossexualidade, namoro e vida sexual foram discutidos à luz da visão cristã da Igreja Católica.

Redação Belém


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