O intercâmbio de culturas é uma das experiências proporcionadas pelo Congresso de Jovens Shalom. Os milhares de participantes partilham costumes, tradições, vivências, alegrias e dificuldades da caminhada. Não importa o sotaque ou o idioma, o desejo é o mesmo: ter uma experiência profunda com o amor de Deus e vivenciar o carisma Shalom.
A boliviana Ximena Eguez diz estar encantada com a oportunidade. “O encontro está sendo indescritível, é um sonho estar aqui e conhecer toda essa gente, que compartilha o amor pelo Senhor. Isso nos leva a um intercâmbio que vai além de conhecer a cultura de outros países, porque falamos a mesma linguagem, a de Cristo”, declara a jovem de Santa Cruz de La Sierra.
Isabel Almeida veio de Senhor do Bomfim (BA) e participa pela segunda vez do congresso. “Eu tento conversar com todo mundo e compartilhar experiências. Conheci pessoas da Bolívia, de São Paulo, de Belém, de Fortaleza e daqui de Brasília. As pessoas são muito receptivas e calorosas.”
Para Handerson Augusto, 21 anos, do Rio de Janeiro, o CJS é incrível. “É um aprofundamento na vocação Shalom. Partilhamos as dúvidas, os questionamentos, as dificuldades da caminhada e trocamos experiências.”
“A convivência com tantas pessoas me faz ver que mesmo sendo tão diferentes estamos unidos em prol de uma só causa, um só carisma, que é a vontade de ser de Deus”, conta Mariana Machado, 18 anos, de Brasília.
Segundo Juliana Lima, 16 anos, também de Brasília, no CJS é possível conhecer a realidade da comunidade em outros cantos do Brasil. “Vemos muitos testemunhos de vida que podemos levar para a nossa vida como ensinamento”, afirma.
“É a primeira vez que eu tenho o contato com o carisma nessa magnitude e está sendo uma experiência maravilhosa”, destaca Luiza Rabelo, de Cuiabá (MT).
“O congresso é multicultural. Aqui partilhamos a nossa vivência, conhecemos a realidade das outras missões e estamos em unidade na oração”, ressalta Tainã Maciel, 19 anos, de Fortaleza.
Alessandra Galvão
