Formação

Estudo Bíblico: Enxerguem as minhas obras para compreender quem eu sou

Elton Alves, missionário da Comunidade Shalom na Alemanha, conduz o Estudo Bíblico desta sexta-feira a partir da Liturgia do Dia.

comshalom

V SEMANA DA QUARESMA (Roxo – Ofício do Dia)
 
1ª Leitura – Jr 20,10-13 | Salmo – Sl 17, 2-3a. 3bc-4. 5-6. 7 (R. Cf. 7)
Evangelho – Jo 10,31-42

 

Em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo, amém.

Súplica

Espírito Santo de Deus, nós suplicamos a Tua intervenção em nossas vidas, para que compreendamos as Sagradas Escrituras, sobretudo neste tempo tão rico de Quaresma, esse tempo conclusivo. Que o Evangelho de Jesus Cristo possa penetrar em nossas vidas e transformá-las. Amém.

Leitura do Evangelho

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 10,31-42.

Naquele tempo, Os judeus, outra vez, apanharam pedras para apedrejá-lo Jesus, então, lhes disse: “Eu vos mostrei inúmeras boas obras, vindo do Pai. Por qual delas quereis lapidar-me?” Os judeus lhe responderam: “Não te lapidamos por causa de uma boa obra, mas por blasfêmia, porque, sendo apenas homem, tu te fazes Deus”. Jesus lhes respondeu: “Não está escrito em vossa Lei: Eu disse: Sois deuses? Se ela chama deuses aqueles aos quais a palavra de Deus foi dirigida – e a Escritura não pode ser anulada- àquele que o Pai consagrou e enviou ao mundo dizeis: ‘Blasfemas!’ porque disse: ‘Sou Filho de Deus!’ Se não faço as obras de meu Pai, não acrediteis em mim; mas se as faço, mesmo que não acrediteis em mim, crede nas obras, a fim de reconhecer de uma vez que o Pai está em mim e eu no Pai”. Procuravam novamente prendê-lo. Mas ele lhes escapou das mãos. Ele partiu de novo para o outro lado do Jordão, para o lugar onde João havia anteriormente batizado, e aí permaneceu. Muitos vinham a ele e diziam: “João não fez sinal algum, mas tudo o que João disse sobre ele era verdade”. E muitos, aí, creram nele[1]. Palavra da Salvação.

Meditação

Nós temos esta palavra belíssima, e nós queremos um pouco esmiuçar, pormenorizar. Nós queremos detalhar, e para fazer isso a primeira coisa é: o que vem antes?

O que vem antes, imediatamente, é Jesus que se diz Bom Pastor. Quando Ele se diz Bom Pastor, há algo que está ali presente que vai se repetir aqui no contexto imediato, anterior a esta passagem. Jesus é questionado pelos judeus, que dizem, em João 10, 24: “Até quando nos manterás em suspenso? Se és o Cristo, dize-nos abertamente”.

Aqui nós estamos no versículo 25: “Jesus lhes respondeu: “Já vo-lo disse, mas não acreditais. As obras que faço em nome de meu Pai dão testemunho de mim; mas vós não credes porque não sois das minhas ovelhas”.

Olha o eco do Bom Pastor! “Não sois das minhas ovelhas. As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem; eu lhes dou vida eterna e elas jamais perecerão, e ninguém as arrebatará de minha mão”. Ninguém pode arrebatar as ovelhas da mão de Jesus, do Bom Pastor. “Meu Pai, que me deu tudo, é maior que todos e ninguém pode arrebatar da mão do Pai”. Ninguém tira nada, incluindo, aqui, as ovelhas que foi do que se falou, das mãos do Pai. “Eu e o Pai somos um”.

Agora nós compreendemos uma coisa! “Os judeus pegaram pedras para apedrejar Jesus”. Na liturgia[2], infelizmente, não fala “outra vez”, mas aqui se refere, na tradução da Bíblia de Jerusalém: “Os judeus, outra vez, apanharam pedras para apedrejá-lo”.

A lapidação era uma forma de cumprimento da lei por causa de blasfêmia ou pecados graves. E porque se tacava pedras? Era um modo de não tocar àquele homem que já se considerava por impuro. Eu não toco nele, mas simplesmente taco pedras, apedrejo, de modo a cumprir, sentenciar essa pessoa, lapidar esta pessoa.

Deste modo, outra vez tomam essas pedras. Jesus acabou de afirmar: “Eu e o Pai somos um”. Os judeus perguntaram antes: “Se és o Cristo, dize-nos abertamente”. Jesus repete: “Já vo-lo disse, mas não acreditais”.

Nós estamos nos aproximando da Semana Santa. Essa é a sexta feira que precede justamente o Domingo de Ramos, que introduz a Semana Santa. Ou seja, estamos nos momentos finais de preparação para a Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo.

E Cristo está dando aqui o Seu tesouro por meio da palavra, que a Igreja vai nos introduzindo no mistério, vai dando o tesouro de Sua identidade, e é bem assim no Evangelho de João, como vamos contemplar também a partir de amanhã, no sábado, que é após a ressurreição de Lázaro.

Ou seja, é o tesouro da identidade de Cristo que vai sendo desvelada para nós, que queremos seguir Cristo na Sua Paixão e Ressurreição.

Os judeus perguntam: “Quem és?”, e Jesus diz: “Eu e o Pai somos um”, e eles, mais uma vez, tomam as pedras. O texto grego diz que eles levantam a pedra, ou seja, ameaçam. Não é que pegam a pedra e a colocam atrás das costas, não! A ameaça é evidente para Jesus.

“Jesus, então, lhes disse: “Eu vos mostrei inúmeras boas obras””, eu vos mostrei inúmeras belas obras, também se pode ler, a partir do grego. Belas ou boas, usadas ao mesmo tempo para se falar do Bom Pastor. É o bom ou o belo Pastor.

“Eu vos mostrei inúmeras belas obras, provenientes do Pai”. O texto na Bíblia de Jerusalém não deixa tão claro: “Eu vos mostrei inúmeras boas obras, vindo do Pai”, parece que é Jesus que está vindo do Pai, não! As obras é que vieram do Pai! Vindas do Pai, oriundas do Pai, ou seja, o Pai é a fonte dessas obras.

“Por qual delas quereis lapidar-me?”. Quais são essas obras?

Essas obras são todas aquelas que Jesus foi cumprindo ao longo do Evangelho de João, porque aqui estamos no contexto Joanino, e essas obras vão ser tratadas justamente aqui na frente, quando vão dizer assim: “João não fez sinal algum, mas tudo o que João disse sobre ele era verdade”. Sinal.

Jesus, por sua vez, fez sinais. Em Caná da Galileia foi o primeiro sinal, quando Ele transformou água em vinho[3], e aí sucessivamente vieram vários sinais: a cura do filho do funcionário real[4]; depois temos a cura do paralítico, na piscina de Betesda[5]; temos a multiplicação dos pães[6]; temos Jesus que caminha sobre as águas[7]; temos, enfim, os passos que vão sendo dados até a cura do cego de nascimento[8].

O cego de nascimento está no capítulo 9, e aqui estamos no capítulo 10. Ou seja, Jesus está dizendo: “Eu realizei muitas belas e boas obras provenientes do Pai”. Foi Dele.

É Dele que têm a origem essas boas e belas obras. Por qual dessas belas obras, porque o cego de nascimento falou: “Ora, vocês dizem que ele é um pecador. Nós sabemos que Deus não escuta assim os pecadores, mas se alguém é religioso e faz a vontade de Deus, Deus lhes escuta”. Isso o cego de nascimento que foi curado diz para os fariseus, os judeus. Sendo assim, se sabe que esta obra é proveniente do Pai.

Por qual delas quereis lapidar-me?

“Os judeus lhe responderam: “Não te lapidamos por causa de uma boa obra, mas por blasfêmia, porque, sendo apenas homem, tu te fazes Deus””.

E aí Jesus aplica uma fórmula exegética rabínica muito conhecida por esses judeus que o interrogaram, muito conhecida!

E diz: “Não está escrito em vossa Lei: Eu disse: Sois deuses?”. É uma forma rabínica de compreensão das Escrituras, pegando o texto e aplicando-o nos contextos diferentes.

Jesus é, digamos assim, um perfeito rabino na Sua exegese: “Vocês estão reclamando, estão querendo lapidar-me porque eu sendo apenas homem me faço como Deus, mas se a Escritura, se a vossa Lei diz: “Eu disse: Sois Deuses?””, Deus que está dizendo no Salmo 82, 6: “Sois deuses”.

E Jesus continua: “Se ela chama deuses aqueles aos quais a palavra de Deus foi dirigida”, ou seja, a interpretação é, que assim está no Salmo 82,6: “Aqueles a quem a palavra é dirigida são chamados de deuses”.

É um pouco estranho para nós, mas o termo Elohim, que significa um dos nomes de Deus dentro da Bíblia hebraica, indica também a missão daquele que julga, do juiz. Então, o que se está querendo dizer aqui no Salmo?

“Vós sois Elohim? Vós sois, por causa da palavra que foi dirigida, sois cheios de sabedoria, da sabedoria que vem da palavra?”. Exatamente por isso Jesus vai dizer: “Mas se a palavra está dizendo que a estes aos quais a palavra é dirigida sois deuses, ou seja, todos vós aos quais a palavra se dirige.”

Jesus continua: “E a Escritura não pode ser anulada”. Ou seja, o que está escrito, está escrito, como disse Pilatos: “O que escrevi, escrevi”[9], e realmente permaneceu escrito na palavra que não pode ser anulada, até mesmo que Pilatos escreveu porque se referia a Jesus. “O que está escrito não pode ser anulado”, ou seja, ninguém pode pegar e apagar a Palavra.

“Àquele que o Pai consagrou e enviou ao mundo”, e na verdade o texto vai dizer: “Aquele que o Pai santificou, separou”, mas que é ungido de uma maneira toda particular, e o enviou ao mundo. “Vós dizeis que blasfema?” Ora, nós sabemos que no contexto de João, Jesus Cristo não é que recebe a palavra de Deus, mas Ele é a palavra de Deus.

Ele é o logos que sempre está olhando para o Pai, e que se encarna. Estava voltado para o Pai, diz o prólogo. Então, Ele não é simplesmente alguém que recebe a palavra de Deus e que pode por isso, dentro da Lei, dentro do Salmo, dizer: “Sois deuses”. Deus e dirige e diz: “Sois deuses”. Não!

Ele é a própria palavra de Deus, que o prólogo já havia dito que esta palavra é Deus. A palavra é Deus!

Nós não sabemos muito bem o modo rabínico de interpretar, por isso não compreendemos totalmente a argumentação de Jesus.

Quando Jesus está citando esse Salmo é uma forma rabínica de você resumir em uma frase um Salmo, ou uma citação inteira você resume em uma frase. Vocês sabem o que vem depois desta frase de Deus: “Eu disse: Sois deuses?”?

Depois vem, continuando a frase, Salmo 82, 6: “Todos vós sois filhos do Altíssimo”, ou seja, para os ouvintes de Jesus, dentro daquele debate rabínico, todos sabiam o que seguia. E Jesus está dizendo: “A palavra está dizendo que todos vós os quais a palavra é dirigida sois filho do Altíssimo. Vocês estão aqui querendo me lapidar, porque eu disse que sou Filho de Deus?”.

Exatamente assim se compreende na verdade o quanto as fariseus não estão interessados tanto na palavra, em Deus, mas estão interessados num único objetivo: matar Jesus.

Desde o início do capítulo 5, quando Jesus realiza o sinal com aquele homem que era paralítico na piscina de Betesda, que era um dia de sábado, quando Jesus realiza aquele sinal, os judeus já decidem e já querem matá-lo. Tentam achar uma oportunidade, mas ali já existe uma decisão.

O que esses homens querem? Matá-lo.

“Se não faço as obras de meu Pai, não acrediteis em mim; mas se as faço”, e a argumentação de Jesus é: “Se eu não estivesse fazendo as obras do Pai, ok, podeis não acreditar, mas se as faço e aqueles que são tocados pela graça creem”, e nós vemos que sempre há judeus que creem dentro de todo esse diálogo, “se as faço, mesmo que não acrediteis em mim, credes nas obras, como afirmou muito bem aquele cego de nascimento:

“Sabemos que Deus não escuta os pecadores, mas se alguém é religioso e este alguém cumpre a vontade de Deus”, ou seja, se coloca ao seu serviço, “é de certo modo consagrado a Deus, a este sim Deus escuta.”

E o cego de nascimento diz: “Nunca se ouviu dizer que alguém tenha curado alguém da cegueira de nascimento”. Não há registros na Bíblia no Antigo Testamento que um profeta tenha realizado uma cura de um cego de nascimento.

Há cura de cego sim, mas que enxergava, deixava de enxergar, e começavam, depois, por meio da intervenção divina, a enxergar. Ou seja, é uma obra grandiosa. Não pode senão vir de Deus.

A lógica é colocada diante dos olhos dos fariseus, dos judeus.

“Crede nas obras”. Olhem para as obras, deixem a dureza do coração, deixem essa predeterminação que vocês realizaram em me matar, mas enxerguem as minhas obras para compreender quem eu sou!

“A fim de reconhecer de uma vez que o Pai está em mim e eu no Pai”. Os judeus, que já não estavam querendo entender, até porque é uma cegueira voluntária, não querem entender, ficam ainda mais abismados com essa afirmação. Se quando Jesus diz:

“Eu e o Pai somos um” eles pegaram e levantaram a pedra, Jesus aqui quase que repete essa frase, mas de uma outra forma: “O Pai está em mim e eu no Pai.”

“Procuravam novamente prendê-lo. Mas ele lhes escapou das mãos”. Aqui no texto da tradução nós temos um plural, mas na verdade é um singular. Jesus escapou da mão, da mão deles.

Se nós analisarmos o que não está na nossa liturgia no Evangelho de hoje, mas está há alguns versículos acima, vemos aquilo que eu li para vocês também: “Ninguém pode roubar essas ovelhas da minha mão”, diz Jesus. “Meu Pai, que me deu tudo, é maior que todos e ninguém pode arrebatar da mão do Pai.”

E o versículo 39 diz que Jesus lhes escapou da mão deles.

A mão desses fariseus é impotente para tomar Jesus. Sim, porque alguns versículos antes, e estamos ainda no capítulo 10 do Bom Pastor, Jesus diz, em João 10, 18: “Ninguém me toma a vida, mas eu a dou livremente. Tenho poder de entregá-la e poder de retomá-la.”

Os judeus e os fariseus, estes que querem a destruição de Jesus, pensam poder muita coisa diante de Jesus. Não! E assim é a realidade.

Quem enxerga com os olhos da fé sabe que esta é a realidade. O Senhor da história, aquele que tem as coisas em Suas mãos, aquele que realmente pode segurar e ninguém tirar, é o Pai, o Filho, o Espírito, o Deus Trinitário.

Estes são os verdadeiros senhores da história. Deus Pai, Senhor. Deus Filho, Senhor, deus Espírito, que é Senhor e dá à vida.

Jesus está escapando das mãos ou da mão dos judeus. É uma forma irônica de dizer: “Quem são vocês para querer me aprisionar nestes discursos rasos, fundamentados unicamente na ira, na inveja, no desejo de me matar?”.

Não está fundamentado nas Sagradas Escrituras, como Jesus o demonstra.

Qual é o resultado? “Ele partiu de novo para o outro lado do Jordão”. Qual é o outro lado do Jordão?

É o lugar onde João havia anteriormente batizado, e aí permaneceu. Jesus também foi para o outro lado do Jordão.

Ali Ele foi batizado. Jesus volta agora, depois de ter saído de lá em João 1, 28, Jesus agora retorna para aquele lugar.

Aquele lugar é um lugar muito simbólico, porque é naquele lugar que João Batista dá testemunho de Jesus, e diz que Ele é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, diz que Ele é um enviado, e é isso o que as pessoas dizem.

“Muitos vinham a ele e diziam: “João não fez sinal algum””, quem os fez foi Jesus, “mas tudo o que João disse sobre ele era verdade”. Então, muitos vão a este lugar onde João deu o testemunho, para dizer: “Sim, João falou a verdade a respeito deste homem.”

“E muitos, aí, creram nele”, ou seja, o lugar para onde Jesus vai é aquele lugar do início, mas na verdade Ele está preparando daquele lugar para entregar a Sua vida, porque naquele lugar, do outro lado do Jordão, é o mesmo lugar onde Josué – que em hebraico e em grego se diz Jesus, Yeshua- , Josué entrou na terra prometida. Jesus começa o seu ministério lá, naquele lugar onde Josué entra e conquista a terra prometida.

O novo Josué, Jesus Cristo, que, repito, em hebraico e em grego são o mesmo nome, Ele está lá para retomar a terra prometida.

Cada sinal que Jesus realiza no Evangelho de João é a retomada, passo a passo, desta terra. Jesus volta para lá, para aquele lugar, como a dizer: “Eu sou o novo Josué, e esta terra vai ser reconquistada, porque nada pode escapar das mãos de Deus, não obstante a trama dos homens.” A trama dos homens, as circunstâncias, podemos até dizer as epidemias, não são capazes de anular o projeto divino de salvação. O Senhor está no controle. Tudo está em Suas mãos, e nada pode escapar de Suas mãos.

Por isso, peçamos a Deus primeiramente a consciência de estar nas mãos de Deus, de compreender quem é Jesus, de não resistir a Ele como resistiram os judeus, e isso tudo é graça, e que assim nos prepararemos bem para viver este tempo.

Oração

Senhor, nós suplicamos! Eu quero suplicar sobre cada um daqueles que estão escutando esta reflexão, que a Tua palavra penetre profundamente nos corações. “Eu e o Pai somos um. O Pai está em mim e eu no Pai”. Sim, Senhor, nós cremos que Tu estás no Pai, o Pai está em Ti, e que como Tu rezaste, nós estamos em Ti, e este é o sentido do Teu sacrifício, da Tua entrega na cruz, atrair as nossas vidas a Ti. Obrigado, Senhor, porque estamos nas Tuas mãos, e nada pode nos roubar de Tuas mãos. Nas Tuas mãos queremos permanecer. Por Ti queremos viver, e crer em ti, aquele que vem restaurar as nossas vidas. Como entraste na terra de Israel, neste tempo santo desejas entrar, tomar posse, renovar a terra dos nossos corações, da Igreja, da humanidade. Obrigado, Senhor, por Teu senhorio em nossas vidas. Em ti confiamos, hoje e sempre. Amém.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo para sempre seja louvado!

[1] Tradução Bíblia de Jerusalém.
[2] Missal cotidiano. Missal da assembleia cristã.
[3] João 2, 1-11.
[4] João 4, 46-54.
[5] João 5, 1-18.
[6] João 6, 1-21.
[7] João 6, 16-21.
[8] João 9, 1-41.
[9] João 19, 22.

Elton Alves, Missionário da Comunidade de Vida Shalom na Alemanha


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