Sempre vemos dentre as pessoas que chegam todos os dias para participar da festa que nunca acaba, aqueles grupos de pessoas, caravanas e claro, as famílias. Esposas que trazem os maridos, os filhos que trazem os pais… No final, de nada importa quem deu o passo inicial para chegar na arena, o que importa mesmo é a grande graça que Deus tem para derramar sobre todos.
A família de Célia Cardoso, 52, dona de casa, tem presença marcada todos os anos no Halleluya. Neste ano, como não poderia ser diferente, lá estavam eles, todos acomodados aproveitando cada momento, em especial a presença e o encanto da netinha que participa pela primeira vez da festa. Também estavam com a dona de casa o esposo, Raimundo Mota, uma das filhas, Rayra de Alcântara, e sua irmã que trouxe o marido e as filhas.
Para ela, a adoração e a missa são os momentos de sua preferência na programação, e viver tudo isso com a família é melhor ainda. Raimundo Mota, 48, eletricista, lembra que estar mais próximo de Deus junto da família é um dos aspectos mais importantes que o faz querer participar sempre.
Já acostumada a viver essa experiência com os pais, Rayra afirma gostar de todos os momentos por também ser um ambiente familiar. “Eu, particularmente, gosto muito de tudo. Desde pequena a gente sempre vem em família. E é sempre muita gente! São momentos muito valiosos”, recorda.
Os sentimentos de paz e liberdade são destacados ainda por Rayra, mesmo tendo enfrentado alguns desafios para conseguir participar do Halleluya neste ano. Ao perceber a graça de conseguir se fazer presente, conclui ter sido renovador.
Marília Monteiro