Alegria, entusiasmo, força e muita (muita!) Disposição: esse é o Corpo de Baile que anima os intervalos e também os shows do festival.
Em todos os tempos, a dança sempre foi usada como instrumento de louvação. O rei Davi, por exemplo, era grande motivador da arte como forma de enaltecer o Senhor; nele a dança se tornou um transbordamento do louvor do coração.
E não pense que dançar é fácil, viu! Requer muita força, concentração e ensaio. Aliás, a frase “Não posso. Tenho ensaio” virou até camisa entre os dançarinos. Fizesse chuva ou sol, lá estavam eles no espaço ao lado do Estádio do Engenhão (Zona Norte do Rio), se dedicando de corpo e alma para louvar o Senhor com o talento que receberam.
Amor que realmente explica tudo
“O segredo de uma vida com êxito é te empenhares a agir por aquilo que amas e amar aquilo no que te empenhas.” A frase de Dostoievski explica bem o ofício de dançar, mas é o Espírito Santo que impulsiona e inspira cada movimento.
Erika Mello, consagrada da Aliança e coordenadora da dança na missão Rio fala de sua experiência com o Halleluya:
“Nos últimos dias tenho vivido uma experiência concreta de sair de mim, de sentir a condução do Espírito Santo; não me apegar apenas à perfeição, mas
priorizar o momento de oração, de estar presente e auxiliando o outro em suas dificuldades.”
Uma via para o encontro
Não é só técnica. Erika conta ainda que além de motivar, se viu também como amparo e ouvido para o grupo em momentos de ansiedade e em outros desafios que surgiam: “estar disponível a ouvir, gastar tempo com o outro, esclarecer dúvidas, partilhar vida. A dança é só uma via para aqueles que têm uma sensibilidade apurada para o ENCONTRO. Encontro com aquele que é dono da minha alma, do meu coração. Encontro para que meu coração anseie mais pela santidade, através da vida ofertada, encontro para que eu me abandone mais no Senhor da minha vida e para que Ele olhe por mim, fale por mim, acolha por mim… Encontro para que eu chore com os que choram, sofra com os que sofrem para que de fato eu viva a perfeita alegria.”
Girlaine Soares.
