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Festival Halleluya: Todo batizado é chamado à santidade

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O Festival Halleluya é um evento cheio de novidades, cores, sons, caras e gestos. Tem dias que tem quatro, cinco, tem dias até com seis shows. Aqui tem gente de todo jeito: alta, baixa, de tau, sem tau, nova, novata, curiosa e aquelas que só estão de passagem com o amigo, mas que quando chegam aqui não tem jeito: você fica. Certeza!

No palco canta padre, banda, cantor solo e cantora. Tem musicais que contam histórias e histórias que descrevem 20 anos da festa que nunca acaba. São várias lanchonetes que lembram aquela lanchonete do dia 9 de julho de 1982, quando surgia a Comunidade Católica Shalom. São novas amizades… e aí já viu! São novos likes, novos seguidores, novas marcações nas redes sociais, isso é o Halleluya. Neste ano, estamos com o tema ‘o mar da misericórdia de Deus’. Nossa meta é pescar muitas pessoas e para isso precisa de uma rede, uma rede de pesca mesmo e também uma rede de internet. A gente comunica como pode! Postamos fotos, vídeos, matérias, entramos de madrugada ao vivo em rede nacional e por aí vamos chegando aonde Deus quer: no coração do homem que sofre por não conhecer a vontade de Deus.

Já que o assunto chegou em vontade de Deus, a gente conversou com um sacerdote que estava no Pátio Halleluya no meio de muitos jovens, para falar sobre vocação. Padre Rômulo dos Anjos disse que cada pessoa que passa pelo estande vocacional, por exemplo, tem uma experiência de descoberta. “Quando eles chegam no nosso estande vocacional, eles se deparam com essa realidade: existem muitos que são chamados a uma vocação específica. Eles despertam para o fato de poderem ter um coração chamado à santidade, como todo homem é chamado”. Forte, não é? Tem mais! São muitos olhos encantados soltos na Arena Halleluya e muitas vezes o que reflete nesse olhar não são as luzes do palco, mas a luz do próprio Jesus.

Bom, gente, o Halleluya é para todo mundo, é para milhares de pessoas que buscam Cristo, que buscam diversão, que buscam diversão em Cristo. “Toda vocação é em vista da missão. Toda vocação nunca é em vista de nós mesmos, é em vista da Igreja, em vista da evangelização”, afirma o padre. Por isso, quem serve no Halleluya se dá, se doa, se oferta pelo outro e para o outro. É um mar de gente que sai de si para alcançar a vida do outro. E somos felizes!

E a felicidade? Bom, ela está em tudo isso junto. Porque tudo isso, porque o Halleluya é uma resposta de Deus para a humanidade.

Mateus Ferreira


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