Santo pobre, Santo Rico.
Pobre de bens, cheio de Amor.
Nesse 04 de outubro celebramos a vida desse santo, tão popular, não só no Brasil, mas em quase todos lugares do mundo. Aqui poderíamos enumerar muitos dos seus feitos, todo ensinamento, reproduzir diversas falas, mas o objetivo não é esse, e sim falar da sua importância nos dias de hoje.
O atual cenário da sociedade exige muita cautela no que se diz respeito em gerar opinião, posicionamento político, entre tantas cosias que podem incitar reações calorosas, as quais, de longe, falam de compreensão ou amor. Francisco é um sinal de Deus a esse tempo tão intolerante, sinal esse, que muitas vezes são direcionados para pessoas, coisas, situações, que se tornam um subterfúgio a verdadeira paz.
O Amor não é amado, são palavras de Francisco que ecoam pelo tempo e aqueles que ovem, não ficam indiferentes. Posicionar-se em favor dessa verdade é se tornar um agente da paz, como mesmo sua oração nos pede, “ser instrumentos da paz”, não dá paz de Francisco, mas da paz do próprio Cristo, que por Francisco podemos contemplar.
Um grande amante do Amor, Francisco se tornou e, é esse o antidoto para todo ódio, para o individualismo, indiferença, e tantas outras atitudes que permeiam toda humanidade. Assim nos tornaremos mais generoso e sensíveis, falaremos mais em nome do amor e não em nome de ideais, ou de posicionamentos fundamentalistas.
Há urgência em amar, há urgência em evangelizar, em alcançar os que estão as margens, os mais pobres, que não tem nada a oferecer, e esses são aqueles não amáveis, que com certeza Cristo ama, e em seu exemplo Francisco o fez. E essa é a riqueza que transbordou dele, ser rico do Amor é o bem mais preciso que qualquer pessoa pode desejar.
Não precisamos mais ser educados acerca das opiniões, que invadem nossos lares cotidianamente, mas sim alcançar todo magistério que já existe, amar o Amor, amar sem medidas. Essa lição é simples, não quer dizer fácil, mas possível, basta seguir os passos daquele que Francisco tanto falou.
Alex Borges

