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Halleluya: evangelização que salva vidas 

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Além dos shows e grandes atrações do Festival Halleluya, a evangelização acontece também em momentos inesperados. O vocacionado da Comunidade Shalom, Jonas Ferreira, atuou no evento na equipe de Liturgia e um de seus intervalos da escala acabou se transformando em oportunidade de encontro e de transmitir a Palavra de Deus.

Após a celebração da Missa, na tarde deste sábado (28/10), ele e outros membros da equipe de Liturgia saíram para fazer um lanche. Quando tiravam fotos na entrada do Boulevard Olímpico, estava sentado proximamente um senhor de meia idade, chamado Jailton. Ele fez um sinal com a mão chamando mas, num primeiro instante, Jonas confessou que teve a reação de ignorar.

Contudo, nesta hora, ele percebeu que havia como que um “grito” de Deus em seu interior: “logo após fingir que não estava vendo o senhor me chamar, recordei de uma pregação do nosso fundador, Moysés Azevedo, quando ele dizia que a Comunidade Shalom nasceu para evangelizar os jovens e os pobres. Naquele momento, escutei nitidamente a voz do Moysés ecoando no meu ouvido e na minha memória”. A partir de então, Jonas voltou-se para um de seus colegas e lançou o convite: “vamos lá para falar com aquele senhor”.

Ao se aproximarem, o homem revelou que não queria nada deles, apenas uma oração. “Fui ‘nocauteado’ por Cristo que me fez enxergar o quanto preconceituoso e fariseu eu sou”, revelou o jovem ao contar que pedia a Deus a inspiração de uma palavra que edificasse a vida de Jailton. “Senti que devia dizer àquele homem o quanto ele é amado, que sua vida está nas mãos de Deus e que jamais estaria esquecido. E rezamos para que esse senhor pudesse redescobrir sua dignidade de filho de Deus”, relatou.

Terminada a oração, Jailton estava completamente em lágrimas. Um momento literalmente de salvação para ele pois estava pensando em suicídio, mas quando ao chegar à Praça Mauá presenciou o Halleluya acontecendo, resolveu participar.

“Conversamos um pouco mais com ele sobre o amor de Deus e ele, de maneira muito simples, nos abraçou, nos beijou na face e foi embora sorrindo. Neste momento, pudemos sentir na carne a mesma experiência de São Francisco ao acolher os pobres que desconhecem o amor de Deus”, conta emocionado ao destacar ainda que o Halleluya é muito mais do que um festival, porque também é sinal da identidade mais profunda da vocação Shalom, que é anunciar ao homem de hoje a Paz verdadeira e completa, que é uma pessoa: Jesus Cristo.

E o encontro não se esgotou num único dia. Jailton retornou ao festival neste domingo (29/10), participou da Santa Missa e permaneceu durante a tarde. Jonas e Jailton: cada um em sua realidade, mas ambos experimentaram o amor de Deus e tiveram suas vidas transformadas no Halleluya Rio 2017.

Por: Gracielle Reis


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