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Halleluya Rio alcança 10 mil pessoas na Lapa

O Halleluya Rio 2018 alcançou 10 mil pessoas nos três dias de evento (28, 29 e 30 de setembro), segundo cálculos dos organizadores. Foram nove atrações no palco montado nos Arcos da Lapa, além de programação paralela em outros quatro ambientes.

O Halleluya Rio 2018 alcançou 10 mil pessoas nos três dias de evento (28, 29 e 30 de setembro), segundo cálculos dos organizadores. Foram nove atrações no palco montado nos Arcos da Lapa, além de programação paralela em outros quatro ambientes: Espaço Adventure, Espaço Kids, Batalha do Passinho e Espaço da Misericórdia. O Halleluya, promovido pela Comunidade Católica Shalom, contou ainda com Catequeses pela manhã na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro.

Um dos pontos fortes do Halleluya deste ano foi a Batalha do Passinho, que alcançou muitos jovens da periferia do Rio de Janeiro. A experiência com Deus e o testemunho deles emocionou muitos missionários que serviram no evento. Os melhores dancers foram premiados e se apresentaram no domingo no palco do Halleluya.

O Espaço Adventure foi outra “isca” para a evangelização dos jovens que passaram pela Lapa. Com pista de skate e competição, o espaço surpreendeu muitas pessoas, disse a coordenadora Ana Carolina Santos. “Vimos públicos que não seriam atraídos pelos shows do Halleluya. Algumas pessoas foram surpreendidas porque não esperavam um espaço desses em um evento religioso. Algumas pessoas entraram aqui e só depois descobriram que era um evento religioso”, disse.

O Espaço da Misericórdia é o coração do Halleluya e também lá os participantes puderam ter uma experiência com Deus. Foram realizadas 364 confissões e quase 200 orações e aconselhamentos. 

 

SOLIDARIEDADE

O Halleluya também foi marcado pela solidariedade. A ação social contou com apoio de instituições da arquidiocese para a distribuição de roupas e alimentos à população em situação de rua. O trabalho envolveu também triagem e acolhida para usuários de drogas que desejaram fazer tratamento em clínicas especializadas.“Na Lapa, encontramos muitos moradores de rua que estão vulneráveis, com sua dignidade ferida, seja por viverem a realidade das drogas, seja porque sofreram algum tipo de violência. Essas pessoas são acolhidas no evento em um trabalho que chamamos promoção humana, que visa restaurar a dignidade deles”, explicou a responsável pela Promoção Humana Shalom, Aline Ciliprandi.

 


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