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Hoje compreendo e sei que Ele é o amor concreto

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Experiência com Deus… Evangelização… Namoro cristão… Algum pedido que você fez a Deus e Ele te atendeu… Vocação… Experiência com os santos, com a Igreja… O comshalom.org quer saber qual é a sua história com Deus.

Todos os dias, publicamos um testemunho novo na home. O de hoje é de Bruno Araújo.

Quer ter a sua história publicada aqui? Envie texto e foto para  redacao@comshalom.org e evangelize conosco.

Confira:

bruno testemunhoOlá, meu nome é Bruno Mendes Oliveira, tenho 19 anos e sou da Missão de Garanhuns, PE.
Acredito eu, que como aconteceu comigo, o que precisa acontecer na vida de muitos jovens que estão lá fora, vivendo suas vidas de qualquer forma, desperdiçando-as com coisas pequenas e sem importância, é tocar a Deus e sentir-se tocado por Ele.

Eu não compreendia esse Deus que todos falavam: muitos amavam, outros não acreditavam e muitos o consideravam o verdadeiro amor. Para mim existiam muitas coisas as quais não se podiam explicar. Eu acreditava em tudo e desacreditava também. Achava interessante a cultura do candomblé, amava a teologia espirita e a estudava, acreditava em algumas coisas que vinham do protestantismo e do catolicismo, mas não era fiel a nenhuma. Estava sempre me esquivando para evitar compromissos e para ser o que eu achava que era naquele tempo: “livre”.

Fui criado em um lar onde até os meus 7 anos minha mãe era católica. Ao casar-se pela segunda vez tornou-se evangélica, no entanto nunca me atrai por aquela forma de seguir a Deus. Certo dia fui a um retiro da paróquia da minha cidade, em São João- PE, motivado por uma amiga e um amigo próximo ao TLC – Treinamento de Liderança Cristã. Foram três dias ótimos, nos quais me senti em outro mundo. Saí de lá diferente, passei duas semanas nas nuvens, porém ainda não compreendia a Deus, ainda não O conhecia. Não que isso fosse culpa do retiro e que ele tenha deixado a desejar, mas lá eu não O tinha encontrado e nem Ele me tocado, foram apenas emoções passageiras.

Sete meses depois, esse mesmo amigo me chamou para um retiro de Carnaval chamado RENASCER. Eu nem sabia o que era isso! Quando ouvi o nome, pensei que deveria ser igual o TLC. Como não gosto de carnaval decidi ir e meu amigo disse: “Bruno, a gente vai precisar ir no Shalom para fazer a tua inscrição”. Eu concordei. Marcamos o dia e fomos até o Centro de Evangelização Shalom. Ao entrar já senti algo diferente, uma acolhida calorosa, pessoas que nunca tinham me visto antes me abraçavam como se fossemos amigos íntimos. Era uma casa normal esse tal de Shalom, mas tinha algo diferente: jovens cantando, jovens trabalhando, jovens rezando, tinha uma capela onde Jesus era adorado por jovens. Quis o destino que eu fosse ao Shalom no dia da Tarde da Misericórdia e lá eu vivenciei uma missa diferente, com a cara da juventude! Uma missa alegre e nesse Shalom, que até então eu nunca tinha ido, me senti em casa.

O tempo passou, chegou o dia do Renascer e foi demais! Eu ainda não tinha tido a minha experiência com Deus, entretanto uma semente tinha sido plantada. O Senhor criou em mim um desejo de estar no Shalom sempre que fosse possível e eu continuei indo, até que chegou o retiro de Semana Santa. Em uma das orações, a pregadora Fernanda, uma irmã da Comunidade Aliança de Recife, pediu para que o ministério tocasse uma musica do Davidson Silva, que fala:

“Sim, eu vou
Onde ninguém vai, eu vou
À mansão da morte
Eu sou teu salvador
Não desisto de ti.
Sim, eu sei
O que ninguém sabe, eu sei
E não te condeno, eu vim
Para te salvar, te devolver a paz
Segura a minha mão
Aqui não é o teu lugar.”

Eu era a mansão da morte, a qual o Senhor tinha descido e que ninguém, nem nada, conseguia ir. Ele era o meu Salvador e naquele dia eu comprovava que Ele não desistia de mim. Sim, Ele sabia de todas as minhas falhas, todos os meus erros, todos os caminhos errados no qual andei e não me condenava. Ele desceu ali para me salvar, estendeu-me a mão, tocou-me e permitiu que eu O tocasse. Ele olhava nos meus olhos e dizia que eu não era um lixo. Ele estava ali para me levantar e quando minhas forças acabassem, Ele me levaria no colo e onde estivesse estaria com Ele. Hoje compreendo e sei que Ele é o amor concreto, o amor vivo e depois dessa minha experiência verdadeiramente de Tomé, eu sei que Ele existe. Ele está comigo, eu posso toca-lo, confiar sempre Nele e lançar-me nos Seus braços.


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