A Igreja começou oficialmente, no dia 25 de dezembro, o fechamento das Portas Santas das Basílicas Papais, rito que simboliza a conclusão do Jubileu da Esperança. A primeira Porta Santa a ser fechada foi a da Basílica de Santa Maria Maior, em uma celebração presidida com Santa Missa solene no dia de Natal. O gesto marca o início do encerramento do Ano Santo, que teve como eixo central o chamado à esperança cristã.
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“Ao fecharmos esta Porta Santa, acreditamos que o coração do Ressuscitado, fonte inesgotável de vida nova, permanece sempre aberto para aqueles que nele esperam”, disse o cardeal arcipreste Rolandas Makrickas, que presidiu a celebração.
E sublinhou, “o que se fecha não é a graça divina, mas um tempo especial da Igreja, e o que permanece aberto para sempre é o coração misericordioso de Deus”.
Jubileu histórico proclamado por dois Papas
O Jubileu da Esperança entrou para a história da Igreja por ter sido vivido sob dois pontificados. Anunciado e preparado pelo Papa Francisco, o Ano Santo foi atravessado e concluído sob a condução do Papa Leão XIV.
Durante o Jubileu, milhões de fiéis atravessaram as Portas Santas em Roma e nas dioceses espalhadas pelo mundo, buscando indulgência, reconciliação e renovação espiritual.
Fechamento das Portas Santas nas Basílicas Papais
Após Santa Maria Maior, as demais Basílicas Papais de Roma também terão suas Portas Santas fechadas em celebrações litúrgicas específicas:
27 de dezembro de 2025
Fechamento da Porta Santa da Basílica de São João de Latrão, Catedral de Roma e Mãe de todas as igrejas, com Santa Missa solene.
28 de dezembro de 2025
Fechamento da Porta Santa da Basílica de São Paulo Fora dos Muros, também acompanhado de Santa Missa.
6 de janeiro de 2026
Encerramento solene da Porta Santa da Basílica de São Pedro, no Vaticano, na Solenidade da Epifania do Senhor, marcando oficialmente o fim do Jubileu da Esperança.