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Igrejas domésticas: Famílias acompanham o Halleluya Solidário em suas casas

O Festival ganhou um formato diferente, mas o som da esperança passou a ressoar mais forte nos lares.

Uma tradição renovada

A vivência do Halleluya em casa não impediu a criatividade daqueles que costumam participar do evento de forma presencial. As novas famílias, em especial, marcaram presença na Live solidária. Como sinal de esperança, as igrejas domésticas se colocaram em oração e dispuseram parte dos seus recursos financeiros para ajudar às instituições de caridade auxiliadas pelo evento durante a noite.

André Silva, missionário da Comunidade Católica Shalom na cidade de Pacajus (CE), é casado, tem dois filhos e participa do Festival há muitos anos. Conhece cada detalhe da Arena e antes mesmo de ter filhos, já servia no Halleluya com sua esposa. Ele conta que convidava os amigos para o Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU), uma das instituições beneficiadas pelas doações arrecadadas na Live. Neste ano, o convite foi on-line, mas não deixou de acontecer.

“No nosso primeiro Halleluya, eu e minha esposa não fazíamos ideia do que era o evento. Sabíamos da grandiosidade da estrutura, mas não da grandiosidade espiritual. Ficamos impactados com tudo o que acontecia no mesmo evento. O que mais nos chamou a atenção foram as famílias reunidas, todo mundo convivendo de uma maneira tranquila, em um ambiente de oração”, conta André, relembrando das edições anteriores do evento.

“Depois que tivemos filhos, criamos tradições, e a montagem da barraca foi uma delas. Todos os anos levamos comida, fazemos piquenique e chamamos os amigos. A cada nova edição, levamos algum familiar, colegas de trabalho e evangelizamos. Neste ano, um dos nossos filhos pediu: Pai, tem que armar a barraca, porque senão é como se a gente não estivesse no Halleluya. E assim nós armamos (risos)” relata o missionário.

A família viveu toda a noite com os seus pequenos, participou dos momentos de oração e solidariedade na Festa que Nunca Acaba. Sem dúvidas, o evento on-line na quarentena também marcou a história de cada um deles e vai gerar frutos de eternidade.

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O primeiro Halleluya a família nunca esquece

 

Paulo Fernandes vivenciou o Halleluya pela primeira vez diretamente da cidade de Recife (PE). Ele acompanhou a Live solidária com a sua esposa e com os seus filhos em casa e se sentiu profundamente tocado.

 

“Que satisfação é poder participar deste evento, por cada músico, por cada palavra, por cada colocação. Eu nunca fui para o Halleluya, nunca estive na Arena. Poder estar participando dessa forma pela primeira vez é muito especial, é como se eu sentisse um show só para mim e para a minha família”, afirma.

Paulo conta ainda que nunca irá esquecer da alegria de olhar para a sabedoria de Deus que a Comunidade Católica Shalom vai encontrando para alcançar as pessoas neste tempo. Ele e sua família levarão para sempre as palavras de vida eterna que permearam a noite de um domingo de quarentena.

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